Metro do Porto

Linha Rosa do Metro do Porto entra em funcionamento até março de 2027

A Linha Rosa do Metro do Porto, que ligará São Bento à Casa da Música, estará operacional até março de 2027, apesar de a empreitada ser concluída ainda este ano, anunciou o presidente da empresa, Emídio Gomes. A entrada em funcionamento da Linha Rosa do Metro do Porto chegou a estar prevista para 2024 e o seu prazo foi sendo consecutivamente adiado.
Cheias e tempestades em Portugal

Telhado do prédio não resiste ao mau tempo: quem paga as reparações?

O mau tempo que se fez sentir em Portugal nas últimas semanas causou estragos um pouco por todo o país. Tudo começou com a tempestade Kristin, à qual se seguiram as tempestades Leonardo e Marta, que deixaram muitas marcas, levando inclusive à morte de pessoas – e à evacuação de muitas das suas casas. Os danos foram elevados, tendo vários telhados de edifícios não resistido às intempéries. E muitas habitações foram (e serão) alvo de reparações, após infiltrações. O que pode agora ser feito e quem pagará as despesas das reparações? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.

Building of the Year 2026: Portugal leva três projetos à final

A arquitetura portuguesa volta a ganhar destaque internacional. Três projetos nacionais integram a lista de finalistas do prémio Building of the Year 2026, promovido pela plataforma ArchDaily, uma das mais influentes do setor a nível mundial. Os vencedores serão escolhidos através de votação pública, que decorre até esta quarta-feira, dia 18 de fevereiro de 2026.
A1

Mau tempo em Portugal: o que são diques e para que servem?

A rotura de um dos diques do Rio Mondego junto a Coimbra provocou, na quarta-feira, dia 13 de fevereiro de 2026, o colapso de um segmento da A1. Eis algumas perguntas e respostas sobre essas obras hidráulicas destinadas a regular cursos de rios, segundo especialistas ouvidos esta quinta-feira, dia 12 de fevereiro de 2026, pela agência Lusa:
Apoios à reconstrução após o mau tempo em Portugal

Governo tem vários planos para recuperar o país, garante primeiro-ministro

Luís Montenegro afirmou esta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026) em Alcácer do Sal que o Governo está empenhado em recuperar o país e já tem vários planos de intervenção, alguns a 25 anos. As fontes de financiamento do novo Plano de Recuperação e Resiliência exclusivamente português, a que o primeiro-ministro chamou PTRR, são múltiplas: desde o Orçamento do Estado, ao Fundo Ambiental, ao Banco de Fomento, ao BEI, ao Fundo de Solidariedade e ao PT2030. As estimativas apontam para prejuízos (provocados pelo mau tempo) superiores a 4.600 milhões de euros.
Demolir imóveis contíguos para construir um novo: sim ou não

Demolição de imóveis contíguos e construção de um novo: o que diz a lei

A substituição de edifícios antigos por novas construções tornou-se uma realidade constante nos centros urbanos portugueses. Mas quando dois imóveis são contíguos, as operações de demolição e construção levantam questões sensíveis: que licenças são necessárias? Que cuidados deve o promotor adotar? Que direitos assistem aos vizinhos?
Construção

Fogos licenciados em construções novas aumentam quase 22%

O quarto trimestre de 2025 registou uma evolução positiva da atividade económica em Portugal, com um crescimento de 1,9%. O setor da construção não foi exceção e evidenciou uma evolução globalmente positiva, onde se destaca o licenciamento de fogos em construções novas, que cresceu 21,9%, em termos acumulados.
Mau tempo em Portugal

Montenegro anuncia PRR nacional e mais apoios para estragos do mau tempo

O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026) que haverá um Plano de Recuperação e Resiliência exclusivamente português, a que chamou PTRR, para que o país possa recuperar economicamente das consequências do mau tempo e atuar nas infraestruturas mais críticas. Durante uma visita às zonas afetadas pelas cheias em Alcácer do Sal, Luís Montenegro anunciou também que o Conselho de Ministros aprovou o aumento do montante global da linha de crédito à tesouraria de 500 para mil milhões de euros para as empresas afetadas pelo mau tempo.
Construir edifícios

Crescimento da produção na construção mantém-se em 2,2% em 2025

Em 2025, a produção na construção manteve-se em crescimento, registando um aumento de 2,2%, idêntico ao verificado em 2024. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), os segmentos da Construção de Edifícios e da Engenharia Civil apresentaram crescimentos médios anuais de 2,7% e 1,5%, respetivamente, face aos 2,2% observados no ano anterior. Em dezembro do mesmo ano, a produção na construção desacelerou, registando um crescimento homólogo de 1,8%.
Barragem

Cheias: Governo dá "luz verde" para construção da barragem de Girabolhos

O Governo incumbiu a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de lançar o concurso público para a construção e exploração da barragem de Girabolhos até final de março. Num despacho, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, determinou o “lançamento do procedimento concursal para a construção e exploração do Empreendimento de Fins Múltiplos de Girabolhos (EFMG)”, que será implantado na bacia hidrográfica do rio Mondego. Entretanto, numa visita à região de Coimbra afetada pelas cheias, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, comprometeu-se a rever a obra hidrográfica do Mondego.
Mau tempo em Portugal

Coimbra: desabou troço da A1 onde ocorreu rompimento do dique

Um troço da Autoestrada 1 (A1) desabou na quarta-feira (dia 11 de fevereiro de 2026) à noite na sequência do rompimento do dique nos Casais, em Coimbra, adiantou à Lusa fonte da Brisa, indicando que o abatimento ocorreu na placa sobre o aterro que dá acesso ao viaduto naquela zona.

Edifícios Oliveira (do projeto 1965 - Cidade Jardim) saem do papel

A construção dos edifícios Oliveira, integrados no empreendimento 1965 – Cidade Jardim, já iniciou. Localizado em Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures, este projeto arranca com mais de 55% das frações já vendidas. No entanto, ainda estão disponíveis apartamentos de tipologias T2 a T4.
Mau tempo em Portugal

Tempestades: engenharia civil tem de participar mais nas decisões

O presidente do colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros defendeu esta terça-feira (10 de fevereiro de 2026) que a sociedade se deve preparar melhor para enfrentar os fenómenos climáticos extremos, cada vez mais frequentes, chamando mais a engenharia civil a participar nas decisões.
Licenciamentos na construção

Licenciamentos urbanísticos: municípios “chumbam” propostas do Governo

O simplex urbanístico proposto pelo Governo levanta dúvidas à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), tendo a associação liderada por Pedro Pimpão apontado falhas à proposta de lei do Governo que visa alterar o licenciamento urbanístico. Os municípios alertam para a existência de prazos de decisão “irrealistas” e criticam o excessivo “aligeiramento” das regras em vigor.
Mau tempo

Tempestades: LNEC vai auditar todas as infraestruturas afetadas

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, anunciou esta segunda-feira, dia 9 de fevereiro de 2026, que mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para efetuar “uma grande auditoria a todas as obras de arte e infraestruturas críticas”, na sequência das tempestades que têm afetado o território nacional.
Linha do Comboio

Mau tempo: linha do Oeste vai ficar fora de serviço “no mínimo nove meses”

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu no arranque desta semana que a linha ferroviária do Oeste vai demorar “no mínimo nove meses” a ficar totalmente operacional, na sequência dos danos causados pelas tempestades que assolaram o território nacional. No final de uma reunião com as várias entidades do setor das infraestruturas, Miguel Pinto Luz disse que “quando as águas recuarem, será possível reabrir algumas infraestruturas, mas há outras que demorarão três meses, outras serão para mais”.
Código da Construção

Código da Construção: "Objetivo é ter um diploma moderno”

O Governo revelou, no início de 2024, que estava a desenvolver, junto de outras entidades públicas, um novo Código da Construção, a ser elaborado durante três anos, esperando-se novidades sobre o tema em 2026. Em entrevista ao idealista/news, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz não ter dúvidas de que se trata de “um passo importante” para o setor. “Aliás, o objetivo é exatamente ter um diploma moderno e que permita a adaptação e a evolução”, explica.