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Preço das casas de luxo está a subir menos em Lisboa - e onde os ricos compram agora

Autor: Redação

O preço das casas de luxo em Lisboa subiu 11% nos últimos 12 meses (entre o início do terceiro trimestre de 2015 e o final do segundo trimestre de 2016), bem menos que no mesmo segmento no período acumulado entre 2014 e meados de 2015, quando os preços aumentaram 46%. Os locais que atraem mais compradores em Portugal são, além de Lisboa, Cascais, Estoril, Sintra e Algarve.

Segundo dados do SIR – Sistema de Informação Residencial para o concelho de Lisboa, o gap entre o mercado de luxo e o de gama média na capital inverteu-se, com este último a acelerar o ritmo de recuperação nos últimos 12 meses, apresentando uma subida acumulada de preços de 23% nesse período. Entre 2013 e meados de 2015, a valorização neste segmento tinha sido de 10%.

“Nos últimos 12 meses, a maioria das vendas de imóveis de luxo em Lisboa ocorreu no Parque das Nações e na zona da Baixa, que, em conjunto, agregaram uma quota de 51% do total reportado pelas empresas que integram o SIR”, refere em comunicado a Confidencial Imobiliário, que apura dos dados no âmbito do SIR.

No que diz respeito ao preço por m2, o preço de venda superou os 7.000 euros na freguesia de Santo António. Já no Parque das Nações, em Santa Maria Maior e na Misericórdia, o preço de venda situou-se entre 5.200 e 6.600 euros por m2.

As zonas mais procuradas pelos ricos são...

Entretanto, e de acordo com o Expresso, que se apoia em dados da European Real Estate Network (EREN), uma rede europeia independente de consultoras imobiliárias premium da qual Portugal faz parte desde junho, Lisboa e as zonas circundantes, como Cascais, Estoril e Sintra, a par com o Algarve, são os locais que mais facilmente entram na mira de quem compra imóveis de luxo no país.

São sete os países que integram a EREN, na qual foi integrada recentemente a portuguesa Quintela & Penalva (Q&P), uma consultora imobiliária especializada na comercialização (venda e arrendamento) de imóveis para o segmento médio-alto e alto. Os seus fundadores consideram que Portugal tem muito para oferecer, como o golfe, a natureza e os seus imóveis, sendo um mercado que tem interesse para a rede graças à sua internacionalização.