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Certificação energética valoriza os edifícios, alerta a ADENE

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Autor: Redação

“Certificar é Valorizar”. Este é o mote da nova campanha da ADENE – Agência para a Energia, que pretende sensibilizar os portugueses para a importância da certificação energética dos edifícios. O Certificado Energético melhora a classificação e aumenta a valorização dos imóveis, um documento indispensável no mercado imobiliário.

“Queremos lembrar os portugueses que o certificado energético é o primeiro passo para a reabilitação energética de uma casa, o que terá implicações diretas no conforto, na saúde e, claro, nos gastos, através de uma redução nos consumos. Obter o certificado permite identificar as necessidades e medidas a implementar para viver numa casa energeticamente mais eficiente, com o objetivo de, poupando, valorizar também o imóvel”, refere Manuel Bóia, administrador da ADENE, em comunicado.

O certificado é um documento em formato digital que avalia a eficiência energética de um imóvel numa escala pré-definida de oito classes, em que F é muito pouco eficiente e A+ é muito eficiente. O documento contém informação sobre as características de uma casa: isolamentos de janelas, ventilação, climatização e produção de águas quentes sanitárias e o seu efeito no consumo de energia.

“Reabilitar, investindo de acordo com as indicações do Certificado Energético, melhora a classificação e aumenta a valorização do seu imóvel, tanto na venda como no arrendamento, tornando-o também mais confortável”, lê-se na campanha.

De recordar que os certificados energéticos são emitidos numa plataforma informática, gerida pela ADENE, por profissionais independentes qualificados para o efeito e inscritos nas respetivas ordens profissionais – Engenheiros, Engenheiros Técnicos e Arquitetos.

“Nos casos de venda ou arrendamento, o certificado energético informa também detalhadamente as partes interessadas sobre o imóvel, apoiando o mediador imobiliário nas suas responsabilidades de intermediação, permitindo decisões mais conscientes entre as partes”, acrescenta o comunicado.