Quem passar (ou passear) por estes dias pela Ribeira das Naus, à beira do rio Tejo, em Lisboa, vai encontrar duas estruturas de madeira, talvez, inusitadas. Chamam-se City Trees e são nada mais nada menos que “árvores urbanas”, equipadas com diferentes tipos de musgo que prometem tornar o ar da cidade mais respirável. Foram instaladas pelo DPDgroup, que escolheu a capital portuguesa para arrancar com este projeto-piloto de descarbonização e melhoria da qualidade de vida nos centros urbanos.
A estrutura de madeira, explica a DPD em comunicado, está equipada com diferentes tipos de musgo que limpam o ar e produzem oxigénio para até 7.000 pessoas por hora, por cada unidade. A tecnologia IoT integrada permite ainda recolher informação exaustiva sobre o estado do equipamento, bem como fornecer dados ambientais em redor do mesmo em tempo real.
Para Miguel Gaspar, vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), com quem a distribuidora estabeleceu uma parceria, este projeto “permite obter dados adicionais fundamentais e identificar áreas verdes e pontos críticos da cidade”. A escolha de Lisboa para instalação destes equipamentos, revela ainda o vereador da mobilidade, resulta do “esforço e investimento que Lisboa está a fazer para ser cada vez mais uma cidade sustentável”. “Graças à colaboração com o grupo DPD, podemos melhorar a qualidade do ar na cidade e, assim, ter um impacto positivo na saúde dos nossos cidadãos”, adianta ainda.
Esta iniciativa insere-se na estratégia de futuro do DPDgroup, que anunciou recentemente o seu compromisso com o planeta, com uma ambiciosa redução da pegada ambiental em 225 cidades europeias, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida nas mesmas através de “entregas verdes”. Deste compromisso de Responsabilidade Social Empresarial – o DrivingChangeTM - faz parte o Programa de Diagnóstico da Qualidade do Ar em cinco cidades europeias, e Lisboa também foi escolhida para acolher este projeto.
DPD quer reduzir a pegada ambiental das suas operações
“Desde junho de 2019, através da nossa frota e das nossas agências na cidade de Lisboa, medimos a cada entrega as partículas do ar mais finas e perigosas, graças ao Programa de Diagnóstico da Qualidade do Ar”, explica Olivier Establet, Presidente da DPD Portugal. “Agora vamos mais longe e pretendemos auxiliar uma das zonas com maior circulação da cidade de Lisboa, a zona junto à Avenida da Ribeira das Naus. Assim, temos muito gosto em oferecer à cidade de Lisboa dois equipamentos totalmente inovadores, as City Trees”, refere ainda o responsável.
Usando sensores móveis com base em tecnologia laser, toda a frota de distribuição da DPD Portugal, bem como as lojas da rede Pickup, conseguiram monitorizar os níveis de poluição do ar em tempo real durante vários meses. Os dados obtidos e os resultados do primeiro programa permitiram à Câmara de Lisboa traçar uma zona de emissões reduzidas (ZER) no coração da cidade. Com este programa, refere ainda a DPD, quem vive na cidade de Lisboa consegue verificar online a qualidade do do ar “à sua porta” de cada vez que recebe uma encomenda entregue pela DPD.
Através desta iniciativa, e de outras, a DPD continua a sua ambição de reduzir as emissões de CO2 por encomenda em 30% até 2025 no mundo, em comparação com 2013, e reafirma o seu compromisso de ter um impacto positivo nas comunidades, cidades e sociedade em geral.
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