Sustentabilidade e eficiência são duas palavras que ganham cada vez mais peso no ramo imobiliário e da construção. E sob essa premissa nasceu a Guard. Fundada por David Taranilla, a empresa oferece habitação industrializada 100% personalizável a partir de 149.000 euros. O grupo, com sede em Barcelona, quer reduzir ao máximo o tempo e a pegada deixada pelos imóveis no meio ambiente, para que seus projetos sejam entregues entre 6 e 9 meses e possam tornar-se moradias autossuficientes se o cliente quiser.
Taranilla está no setor de construção convencional há 20 anos (edifícios residenciais, casas unifamiliares, reabilitação) e durante a Universidade, o seu projeto final era sobre construção industrializada. Sempre teve a preocupação de seguir esse caminho, especialmente para a redução de prazos e custos. Além da sensibilidade às mudanças climáticas, recorde-se que 40% das emissões de CO2 provêm do setor da construção.
A Keep conta com um configurador que ajuda a personalizar a casa. No site, a Keep tem quatro tipos de alojamento que podem ser configurados. Este produto começa nos 149 mil euros para a casa mais básica, que conta com 70 m2 e um ou dois quartos, até cerca de 500.000 euros para a gama Extended, que são cinco quartos e 280 m2.
"Pode-se configurar até quanto quiseres sofisticar a sustentabilidade da casa, que energia renovável queres usar... Transformar a casa numa casa saudável, assim como os acabamentos do pavimento, paredes, piscina... e o prazo de entrega que é de 6 a 9 meses", diz Taranilla. O preço das casas Keep inclui tudo, exceto o terreno.
A Keep destaca-se por utilizar sistemas construtivos eficientes e materiais renováveis. Num esforço para fazer a diferença no setor e promover um estilo de vida mais sustentável, a Keep não constrói apenas casas. A startup educa e consciencializa a comunidade sobre os benefícios desse tipo de arquitetura, além de colaborar com organizações locais e especialistas na área para promover a adoção de padrões mais rígidos em termos de sustentabilidade.
Qual o método de construção
"Os materiais são quilómetro 0, e isso ajuda-nos a facilitar muito a redução de prazos, já que não dependemos de terceiros", explica o gestor, que vem de uma família com tradição na construção civil, especificamente em betão armado. Agora, a Taranillo está comprometida principalmente com a CLT (madeira laminada cruzada), que ele acredita já ser o material do futuro. "Está até a ser usada em arranha-céus", acrescenta.








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