As famílias continuam a comprar casa em Portugal – muito embora as vendas tenham diminuído em 2023. Mas agora procuram casas mais baratas e até de menores dimensões.
A volatilidade e a incerteza instalaram-se no mercado residencial europeu na pandemia. Depois de um choque na venda de habitações em 2020 na maioria dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), em 2021 o mercado voltou a aquecer.
O ministro das Infraestruturas disse esta quarta-feira (12 de julho de 2023) que a revisão do quadro legislativo para os portos vai prever disposições sobre habitação, através de parcerias com entidades como a Câmara Municipal de Sines, para promover a fixação de trabalhadores. "A boa notícia é que iremos incluir [na lei dos portos] disposições sobre esta matéria, nomeadamente sobre a questão da habitação”, afirmou João Galamba, durante a cerimónia de assinatura do Memorando de Entendimento entre o Porto de Sines e a Companhia Siderúrgica Nacional do Brasil, no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa.
Comprar casas e outros imóveis de luxo não é para todos os bolsos. Além de apresentarem preços elevados, as famílias têm de pagar mais impostos, como é o caso do Adicional do Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI). Este imposto é aplicado a quem tenha comprado imóveis acima de um milhão de euros, abrangendo casas, terrenos para construção e heranças indivisas. E a verdade é que 84.396 proprietários foram chamados a pagar AIMI em 2022, o maior número de que há registo desde que o imposto começou a ser aplicado, em 2017. Já a receita encaixada pelas Finanças é a menor de sempre.
Dar nova vida ao velho, transformando completamente os espaços. É esta a grande vantagem da remodelação de interiores. Mas para isso é preciso saber rentabilizar os metros quadrados (m2) e potenciá-los.
O ministro das Finanças, Fernando Medina, alertou que os riscos a nível europeu decorrentes de novos aumentos das taxas de juro pelo BCE “são agora maiores”, tendo pedido uma análise cuidada, numa entrevista divulgada esta quarta-feira, 12 de julho de 2023.
É cada vez mais caro arrendar uma casa em Portugal. Os valores praticados continuam a aumentar mês após mês, numa altura em que a oferta não dá resposta à procura existente. Em junho, as rendas das casas por metro quadrado (m2) subiram 4,6% em termos homólogos, acelerando face ao mês anterior, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se do maior aumento homólogo desde o final de 2014.
O Estado vai substituir-se aos inquilinos e garantir o pagamento das rendas em dívida, após três meses de incumprimento, segundo a proposta do Mais Habitação, já aprovada em sede de especialidade parlamentar.
O Parlamento prepara-se para dar luz verde a um conjunto de medidas do pacote Mais Habitação apresentado pelo Governo no arranque do ano. O documento introduz, por exemplo, várias alterações às ordens de despejo, que vão passar a ser mais simples e rápidos. Com as novas regras, os inquilinos vão passar a ter 30 dias para desocupar as casas depois de proferida uma decisão favorável ao senhorio.
A Assembleia Municipal de Lisboa decidiu recomendar à câmara a reapreciação e aprovação da Carta Municipal de Habitação 2023-2033, para que se possa dar início ao processo de consulta pública, na sequência do chumbo da proposta pelo executivo.
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou a proposta da câmara para atribuir 100 milhões de euros à empresa Gebalis para obras de reabilitação dos bairros municipais até 2026, verba que se junta aos 42 milhões já disponibilizados.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) anunciou que duas emissões de 800 milhões de euros em dívida verde permitiram financiar 6.742 imóveis “energeticamente mais eficientes”, em particular com certificados energéticos de A+, A e B.
Há regras mais apertadas para os Fundos de Investimento Imobiliários para Arrendamento Habitacional (FIIAH). O Supremo Tribunal Administrativo publicou um acórdão que diz que estes fundos de arrendamento só poderão beneficiar a isenção de IMI, IMT e Imposto de Selo se os imóveis adquiridos forem mesmo arrendados para habitação permanente.
O verão chegou e os dias quentes também. E com as temperaturas a subir, é importante, cada vez mais, ter as casas preparadas para a maior incidência solar. Protegê-las do calor excessivo, para se poder continuar a desfrutar delas, confortavelmente, é possível. Hoje em dia, há vários tipos de proteção para espaços exteriores, desde pérgulas, toldos, ou cortinas de vidro.
A crise da habitação está aí. As famílias estão a comprar menos casas em 2023 que nos anos anteriores. E pedem menos dinheiro ao banco para financiar a compra de casa, dado os elevados juros no crédito habitação. É neste contexto que a oferta de casas disponíveis para vender em Portugal subiu 6% no segundo trimestre de 2023 face à que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa
A casa não é apenas o sítio onde as pessoas vivem ou dormem, passou a ser, no pós-pandemia, também um local de trabalho. “Nunca as nossas casas tiveram tanta influência no nosso bem-estar emocional”, refere em comunicado a YourHero. E a verdade é que muitas pessoas fizeram obras em casa de forma a melhorá-la, a dotá-la de melhores condições.
Deixar a casa em segurança é fundamental para ir de férias descansado. E há vários comportamentos preventivos que se podem adotar para evitar assaltos ou outras complicações. Desde deixar as janelas e portas totalmente fechadas; manter a aparência de a casa estar habitada; ou até investir num sistema de videovigilância. No artigo desta semana da Deco Alerta, damos algumas dicas que podem ser úteis na hora de proteger e manter a casa segura.
“A poupança de energia na iluminação [em casa] pode fazer toda a diferença”. Quem o diz é Jordi Manrique, diretor de comunicação e relações institucionais da Signify Portugal e Espanha, lembrando que “a transição da iluminação convencional para a iluminação LED conectada já permite economizar até 85% de energia”. Em entrevista ao idealista/news, o responsável da empresa fala sobre a evolução que a iluminação tem sofrido nos últimos anos rumo a um futuro que se pretende que seja cada vez mais sustentável e inteligente.
As casas estão cada vez mais caras, seja para comprar seja para arrendar. E os elevados juros também estão a dificultar o acesso ao crédito habitação. A falta de oferta de habitação está a levar os portugueses a procurar alternativas para viver. E uma das soluções cada vez mais encontradas pelas famílias passa mesmo por transformar garagens em casas. Mas não só. Também há famílias a adaptar lojas, armazéns e escritórios em habitações.
O Governo comprometeu-se, no programa Mais Habitação, a ceder património público devoluto (imóveis e terrenos) ao setor privado, de forma a aumentar a oferta de habitação em Portugal, nomeadamente para a classe média e a custos acessíveis à generalidade das pessoas. Uma iniciativa que é vista com bons olhos por parte dos promotores imobiliários, mesmo aqueles que operam mais no segmento de luxo, como a Vanguard Properties (VP).
O tijolo é um material de construção que tem sido usado ao longo da história em várias culturas e continua a ser uma escolha popular na arquitetura moderna.
A Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) lamenta a aprovação do programa Mais Habitação cujas medidas vão reduzir a oferta de casas no mercado de arrendamento e considera que tem inconstitucionalidades.
No centro dos reparos de inconstitucionalidade do presidente da Associação Lisbonense de P
No primeiro semestre de 2023 foram criadas 27.385 novas empresas em Portugal, o que corresponde a um crescimento de 6,3% (+ 1.625 empresas) face ao período homólogo de 2022. O setor das atividades imobiliárias e o da construção contribuíram para este aumento, representando 9,5% e 11,1% do total de constituições, respetivamente. Apesar disso, houve mais empresas a fechar portas no ramo das atividades imobiliárias, quer nos primeiros seis meses do ano (+12,1%), quer nos últimos 12 meses (+ 9,6%).
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