Certificado energético: a importância na compra e venda de casa

O certificado energético é hoje um elemento essencial no mercado imobiliário, tanto para quem quer vender como para quem procura casa. Mais do que uma obrigação legal, este documento pode influenciar diretamente o valor do imóvel, o interesse dos compradores e até o tempo de venda, tornando-se um fator decisivo na hora de fechar negócio.Neste especial, reunimos tudo o que precisas de saber: desde as regras obrigatórias para vender casa, ao impacto do desempenho energético no preço, passando pelas vantagens das casas mais eficientes e pelo que deves ter em conta antes de avançar.
Arrendar casa em Portugal

20 dos 50 municípios mais procurados têm rendas abaixo de 1.000 euros

As altas rendas praticadas em grandes cidades portuguesas, como Lisboa e Porto, continuam a empurrar a procura de casas para arrendar para os seus municípios periféricos, onde os preços acabam por subir por efeito contágio. Mas também há municípios onde a alta procura coabita com rendas mais acessíveis. Os dados mais recentes do idealista, editor desta newsletter, revelam que em 20 dos 50 municípios mais procurados para arrendar casa em Portugal é possível encontrar rendas medianas inferiores a 1.000 euros mensais. Sem surpresa, nenhum concelho se situa na Grande Lisboa, nem no Algarve. Mas há dois no distrito do Porto.
Certificados energéticos

Certificado energético: o que é, para que serve e quanto custa?

O que é o certificado energético, para que serve e que importância tem no e para o setor imobiliário em Portugal, nomeadamente no segmento residencial? Neste artigo, damos resposta a estas e outras perguntas relacionadas com a Certificação Energética de Edifícios. De recordar, antes de mais, que se trata de um documento essencial aquando da compra e venda de uma casa, sendo também obrigatório na hora de arrendar um imóvel.
Terrenos

Incêndios: limpeza de terrenos afetados pelo mau tempo alargada até junho

O Governo estendeu para 30 de junho o prazo para limpeza dos terrenos nos municípios abrangidos por declaração de calamidade, no âmbito da gestão de combustível na rede secundária, estabelecendo 31 de maio como limite para os restantes concelhos. Os prazos para a gestão de combustível na rede secundária para os municípios do continente são determinados anualmente pelo Governo, com o objetivo de contribuir para "a redução da propagação de incêndios rurais, a mitigação de riscos associados a fenómenos extremos e o reforço da resiliência territorial".
Tipos de casas onde a população da UE vive

Habitação: 49% da população em Portugal vive em apartamentos

Na União Europeia (UE), a forma como se vive muda bastante de país para país. O tipo de casa que se escolhe (moradia, apartamento ou algo mais alternativo) depende muito de estares numa grande cidade, numa vila ou em plena zona rural. Em 2024, o mapa europeu da habitação estava quase dividido ao meio: 51% da população vivia em moradias e 48% em apartamentos. Entre os países com mais população a viver em apartamentos, surge Portugal na 11ª posição, com 49%.
Despejos em Portugal

Associação dos Inquilinos Lisbonenses rejeita aceleração dos despejos

As novas medidas do Governo para a habitação estão a ser recebidas com críticas pela Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL), nomeadamente na vertente que pretende acelerar os despejos por falta de pagamento, disse à Lusa o vice-presidente. "Somos muito críticos da medida e nunca pensámos que tivesse esta amplitude", afirmou Luís Mendes.
renda apoiada

Porto constrói mais 14 novas casas para arrendamento apoiado

A empreitada de expansão do Conjunto Habitacional das Carvalheiras, no centro histórico do Porto, já está curso. A obra sob gestão da Domus, e com conclusão prevista para o segundo trimestre de 2027, permitirá ao município disponibilizar 14 novas casas para arrendamento apoiado. Investimento ronda os três milhões de euros.
Habitações da Santa Casa de Lisboa

Lisboa rejeita mobilizar património da Santa Casa para habitação

A governação PSD/CDS-PP/IL na Câmara de Lisboa rejeitou, na semana passada, a proposta do PCP pela mobilização do património habitacional da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) para políticas públicas de habitação, discordando do que considera ser um “modelo fechado”.Em reação ao chumbo, o v
Build to rent em Portugal

BtR é “essencial para aumentar a oferta e ajudar a equilibrar o mercado”

A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) considera positivas as medidas aprovadas em Conselho de Ministros destinadas a reforçar a confiança no mercado de arrendamento, nomeadamente através da simplificação e maior celeridade dos mecanismos de restituição de propriedade em situações de incumprimento reiterado no pagamento de rendas. Segundo o CEO da associação, Manuel Maria Gonçalves, o caminho para dinamizar o setor passa, também, por apostar em projetos build to rent (construir para arrendar).
heranças indivisas

Libertar casas das heranças indivisas: o que já se sabe

O Conselho de Ministros aprovou novas medidas em matéria de habitação, nomeadamente alterações com impacto na resolução das heranças indivisas. O objetivo é libertar terrenos e casas vazias (e habitáveis) que podiam estar no mercado de arrendamento, por exemplo. Para isso, o Governo quer que um herdeiro passe a poder desbloquear o processo.
Arrendamento em Portugal

Parlamento rejeita projetos da oposição sobre arrendamento de casas

Os projetos do PCP, IL, Chega, PAN, Livre e BE sobre o reforço do mercado do arrendamento, discutidos no Parlamento, foram todos rejeitados durante a votação na generalidade, na passada sexta-feira. Durante o debate parlamentar, os partidos de direita acusaram os de esquerda de tentarem impor controlos às rendas, e estes acusaram os outros com a desregulação total e a desproteção das famílias.