Nos últimos sete anos, o número de casas vendidas em leilão diminuiu bastante, tendo-se registado uma quebra de 53,4%, segundo dados da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução (OSAE).
De acordo com o Jornal de Notícias, que se apoia em informações da plataforma e-Leilões, desenvolvida e gerida pela OSAE para a realização da venda de bens penhorados através de leilão eletrónico, em 2019, antes da pandemia, fizeram-se 10.651 leilões de imóveis por um valor global recorde: 3,369 mil milhões de euros.
Desde esse ano, no entanto, o número de leilões caiu consecutivamente, tendo atingiu 4.957 no ano passado. Já o valor das vendas, 404,1 milhões de euros, foi o mais baixo no mesmo período.
Cita pela publicação, Mara Fernandes, presidente do Conselho Profissional do Colégio dos Agentes de Execução da OSAE, considera que a redução do número de leilões na plataforma pode estar relacionada com a estabilização do emprego e com a redução do incumprimento no crédito e das execuções.
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