As marcas de moda e beleza estão a começar a orientar a sua estratégia e posicionamento para o estilo de vida, de forma a encontrar novos caminhos de crescimento. E o universo do design e decoração de casas é visto como uma oportunidade, até porque os mais ricos valorizam cada vez mais os espaços onde vivem e trabalham.
Segundo o estudo “The Lifestyle Era: Luxury’s Opportunity in Home and Hospitality“, da The Business of Fashion (BoF), os mais ricos estão disponíveis para gastar mais dinheiro neste tipo de produtos para a casa, nomeadamente acessórios ou mobiliário, por exemplo.
Cerca de metade dos entrevistados dizem, aliás, que compram produtos de design doméstico para atualizar o estilo dos seus espaços e garantir “uma sensação mais premium”. E apontam a Dior, Chanel e Gucci como as marcas das quais estariam mais interessados em comprar produtos de design para a casa.
As marcas de moda e beleza estão, por isso, a apostar nessas categorias não apenas para abrir novos fluxos de receita, mas também para ampliar os pontos de contacto com o cliente e criar maior afinidade com a marca.
Mais de 70% mais ricos confirmam, no estudo, que o design de casas e experiência em hotéis e restaurantes têm um impacto positivo na forma como eles percebem as marcas de moda e beleza. O Prada Caffè, assim como o café pop-up da Dior, ambos inaugurados no Harrods, em Londres, são um bom exemplo.
O relatório destaca ainda marcas como Ralph Lauren, que lançou um negócio doméstico em 1983, ou ainda a Fendi, que apostou Fendi Casa na mesma década. A Aquazurra, Sézane ou Rhode também lançaram coleções para casa.
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