Mariana Rodrigues Mortágua, nascida a 24 de julho de 1986 em Alvito, é uma economista e política portuguesa que se destaca como uma das figuras mais proeminentes da esquerda no país. Atualmente, desempenha o papel de coordenadora do Bloco de Esquerda, cargo que assumiu em maio de 2023.
Além do seu papel ativo na vida política nacional, há também alguma curiosidade sobre o seu quotidiano longe dos holofotes. Discreta em relação à vida pessoal, descobre onde vive Mariana Mortágua.
Em que cidade vive Mariana Mortágua?
Mariana Mortágua, a coordenadora do Bloco de Esquerda, reside atualmente na cidade de Lisboa, na freguesia de Arroios. Apesar de ter nascido em Alvito, no distrito de Beja, a líder política optou por estabelecer a sua residência na capital portuguesa, onde desenvolve grande parte da sua atividade política e profissional.
Segundo o Correio da Manhã, anteriormente, Mariana Mortágua viveu em Campolide, num segundo andar de um prédio de três pisos, propriedade de uma amiga de infância.
Como é viver em Lisboa?
A capital portuguesa oferece uma qualidade de vida excecional, caracterizada por um clima ameno ao longo do ano, uma rica oferta cultural e gastronómica, e uma atmosfera acolhedora que atrai tanto residentes como visitantes. A cidade é conhecida pelas suas excelentes infraestruturas, ao nível da saúde e educação, e uma rede de transportes públicos eficiente que facilita a mobilidade urbana. Além disso, Lisboa tem vindo a afirmar-se como um hub de inovação e tecnologia, atraindo startups e empresas internacionais, o que tem contribuído para diversificar as oportunidades de emprego e impulsionar a economia local.
No que diz respeito ao mercado imobiliário, Lisboa tem experimentado um boom significativo nos últimos anos. Arrendar ou comprar casa em Arroios tornou-se uma tarefa cada vez mais difícil, atualmente, o preço médio por metro quadrado nesta freguesia ronda os 5.180 euros.
O percurso profissional de Mariana Mortágua
Mariana Mortágua iniciou o seu percurso profissional na área da economia, licenciando-se e concluindo o mestrado no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Posteriormente, obteve o doutoramento em Economia na School of Oriental and African Studies (SOAS), da Universidade de Londres. Além da sua formação académica, é autora de várias publicações sobre economia e finanças públicas, incluindo obras como "Temos de Pagar a Dívida? e Isto é um assalto".
Em 2013, aos 27 anos, entrou na Assembleia da República como deputada pelo Bloco de Esquerda, substituindo Ana Drago. Destacou-se pela sua intervenção nas comissões parlamentares de inquérito à banca, ganhando reconhecimento público pela sua postura combativa e conhecimento técnico. Em maio de 2023, foi eleita Coordenadora Nacional do Bloco de Esquerda, sucedendo a Catarina Martins, com mais de 80% dos votos dos delegados.
A vida familiar de Mariana Mortágua
É filha de Camilo Mortágua, histórico antifascista português que participou em ações contra o regime do Estado Novo, como o desvio do paquete Santa Maria em 1961 e o assalto a uma agência do Banco de Portugal em 1967.
Mariana tem uma irmã gémea, Joana Mortágua, que, tal como ela, é deputada e dirigente nacional do Bloco de Esquerda. A ligação entre Mariana e Joana vai além dos laços familiares, estendendo-se à vida política, onde ambas partilham ideais e trajetórias semelhantes. Desde cedo, demonstraram uma veia reivindicativa, protagonizando juntas ações de protesto ainda em idade escolar. Num plano mais pessoal, a líder do Bloco de Esquerda, em 2024, casou-se com Joana Filipa Mourisca e Pires Teixeira, 33 anos, gestora de projeto na Fundação Calouste Gulbenkian.
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