Os fundos de investimento imobiliário voltaram a crescer no ano passado e alcançaram um novo máximo de ativos sob gestão. O setor passou a gerir 28,9 mil milhões de euros, impulsionado sobretudo pela transformação de veículos não regulados em sociedades de investimento coletivo (SIC).
Em 2025, os ativos geridos por organismos de investimento alternativo (OIA) imobiliários cresceram 19,3%, revelam dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), citada pelo Jornal de Negócios. Só no não passado foram constituídas 82 novas SIC Imobiliárias.
Este movimento, segundo o presidente da associação, João Pratas, citado pela publicação, decorre, em primeiro lugar, “do reconhecimento, por parte dos investidores, sobretudo estrangeiros, de que ter o seu património imobiliário gerido de forma profissional e competente, num ambiente regulado, assegura maior transparência e confiança a estes mesmos investidores”.
Além disso, de acordo com o responsável, “os fundos imobiliários continuam a apresentar rendibilidades positivas “que refletem não apenas os rendimentos (rendas) dos imóveis sob gestão, como a valorização do património gerido”. O índice imobiliário da APFIPP revela que esteve segmento teve, em 2025, uma rendibilidade média de 6,43%.
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