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O ano de 2023 foi “muito bom” para a Norfin, revela Francisco Sottomayor, adiantando que a empresa, que integra o Grupo Arrow Global, tem “mais de 700 unidades residenciais em construção, em produção”. Em entrevista ao idealista/news, o CEO da empresa fala sobre os novos investimentos no país – há dois novos projetos na calha, um na zona Norte e outro no Algarve – e aborda alguns dos desafios que existem no setor imobiliário, nomeadamente na construção. “Perdemos boa parte da capacidade de produção que tínhamos, fomos perdendo durante as várias crises, e neste momento mesmo que haja muito capital disponível não há engenheiros, técnicos, máquinas, gruas… suficientes para tudo”, alerta.
Chegamos à época mais encantadora do ano, em que todos se preparam para sentir a energia familiar e o peso da tradição. Este é também o momento em que se retiram dos armários as árvores de Natal e os seus enfeites.
No entanto, sabemos que muitos deixam tudo para a última hora.
Na longínqua Nova Zelândia, encontramos Castle Hill. Pelo nome, poderíamos acreditar que se trata de um castelo ou fortaleza, talvez da época da colonização britânica.
Um edifício residencial de cinco pisos e 10 apartamentos acaba de nascer no lado sul do Tejo. O Portas do Montijo é um empreendimento que combina acabamentos de primeira linha, áreas generosas e uma localização privilegiada, ideal para quem procura uma vida de qualidade unindo o conforto à elegância e à sustentabilidade.
Cascais (Lisboa) verá nascer mais um luxuoso empreendimento residencial composto por 14 apartamentos exclusivos. O projeto Bellevue tem um valor de investimento estimado em 40 milhões de euros. Trata-se de edifício focado na qualidade da vida moderna que começará a ser construído no primeiro trimestre de 2024, tendo entrega prevista para o final do ano seguinte.
É uma casa portuguesa, com certeza, se à mesa não faltar uma peça de cerâmica. E o melhor do que se faz no país neste setor atravessou fronteiras há muito tempo, com sucesso um pouco por todo mundo, tal como destaca Miguel Casal, CEO e fundador do grupo Costa Nova, em entrevista ao idealista/news.
A sustentabilidade dos edifícios está na ordem do dia. E há cada vez mais empresas a inovar neste segmento, apresentando soluções energeticamente eficientes para ter em casa.
A pandemia trouxe muitas alterações no segmento de escritórios. O teletrabalho ganhou força e as empresas, atentas a este fenómeno, reinventaram-se e adotaram, em muitos casos, o trabalho híbrido como regra. Mas será que a tendência veio para ficar? “Não acredito no desaparecimento dos escritórios, mas sim na transformação da sua função. O escritório torna-se ainda mais uma ferramenta de convívio, socialização e cultura da empresa, podendo contribuir para o recrutamento dos melhores candidatos”, diz ao idealista/news Swan Sallmard, Partner da South, empresa de gestão de ativos imobiliários que em Portugal tem mais de 250.000 metros quadrados (m2) de escritórios sob gestão no segmento prime, num total de 25 edifícios.
A localidade de Carnaxide, no concelho de Oeiras (Lisboa), vai entrar com o pé direito na primavera de 2024 com a inauguração de um projeto residencial premium. O 24 View Residence será composto por 11 apartamentos de tipologias T2 e T3, num edifício de seis pisos com áreas entre 158 e 200 metros quadrados (m2).
A importância de apostar e investir no reforço sísmico dos edifícios está cada vez mais na ordem do dia, sobretudo em Lisboa, uma zona onde o risco de ocorrer uma catástrofe natural desta natureza será mais elevado. Prevenção é, por isso, palavra de ordem. Tendo essa preocupação em mente, a promotora imobiliária Level Constellation (LC), presente em Portugal há vários anos, organizou uma visita a uma obra que está a desenvolver na capital: o projeto CITIFLAT Avenidas Novas, que está a “renascer” já preparado para dar boa resposta a um eventual sismo. Foram cerca de 40 os jovens estudantes presentes, que acreditam estar mais bem preparados que no passado para lidar com questões relacionadas com as estruturas de resistência sísmica.
O Continente anunciou a abertura de 16 novas lojas de proximidade até ao final do ano, num investimento de 35 milhões de euros, que representa a criação de 512 postos de trabalho.
Chama-e Joivy e é definida como sendo “a primeira plataforma residencial polivalente na Europa que combina soluções residenciais de longo e curto prazo com uma ampla gama de serviços para proprietários e investidores”. Serviços esses que abrangem a gestão integral de ativos, serviços de design e construção e apoio a investimentos imobiliários, por exemplo.
A sustentabilidade ganhou uma importância crescente na construção e remodelação de casas, quer para evitar perdas de energia e gerar poupança nos bolsos das famílias; quer em termos de conforto, nomeadamente qualidade de vida, saúde e bem-estar.
A habitação corporativa está a revolucionar o mundo das viagens de negócios. Se antes o hotel era a opção mais simples e imediata para um trabalhador deslocado, hoje há mais oferta (e personalizada) para estes casos. As empresas estão preocupadas em atrair e reter talento e querem que os seus colaboradores se sintam em casa quando viajam por motivos profissionais. ‘Hotelizar’ o setor do alojamento corporativo, na era digital, é o que faz a espanhola Apartool, com mais de 120.000 apartamentos em mais de 85 países. Chegou a Portugal em plena pandemia e quer tornar-se player líder neste setor, segundo explica Marc Vilar, CEO da empresa, em entrevista ao idealista/news.
Está a nascer em Miraflores um novo empreendimento habitacional, constituído por 90 apartamentos, de tipologias desde T1 a T4 e preços que começam nos 280 mil euros, e seis espaços comerciais. As unidades residenciais do Vista Mirear têm áreas privativas entre 66 e 181 metros quadrados (m2) e varandas igualmente generosas, entre 16 e 109 m2. Já as lojas contam com áreas compreendidas entre 77 e 140 m2
A União Europeia (UE) mostra-se atenta ao negócio do Alojamento Local (AL), tendo anunciado que o Conselho da UE e o Parlamento Europeu chegaram a um acordo provisório que visa trazer mais transparência ao arrendamento turístico de curta duração. Em causa está um projeto de regulamento relacionado com a recolha e partilha de dados neste tipo de serviços.
O recente projeto habitacional Fohlenweg, da O'Sullivan Skoufoglou Architects, com sede em Londres, está sobre as fundações de uma casa térrea pré-existente perto da Floresta Grunewald de Berlim.
A Câmara Municipal do Porto vai construir 32 habitações para arrendamento acessível na Travessa das Eirinhas, na freguesia do Bonfim, fruto de um investimento de 5,3 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), foi sexta-feira anunciado.
Numa altura em que a crise habitacional está na ordem do dia em Portugal, havendo escassa oferta de casas, e a preços acessíveis para a generalidade das pessoas, ressuscitar o movimento cooperativo parece ser uma tendência que está a ganhar força. A MOME, gestora profissional de cooperativas de habitação, está a desenvolver dois projetos no Porto, o Pedras.coop e o Hera.coop, havendo já um terceiro na calha, também na cidade Invica, revela ao idealista/news o fundador e presidente da empresa. Francisco Rocha Antunes alerta para a urgência de descarbonizar o imobiliário, reduzindo ao máximo o uso do aço e do betão na construção e apostando na madeira. “Na MOME já adotamos a construção híbrida como regra”, diz.
As mulheres continuam a ter pensões inferiores às dos homens, apesar de serem mais qualificadas e de se reformem cada vez mais tarde. Em 2022, o diferencial era de 43,2%, uma percentagem que se agravou em comparação com 2012 e que se tem mantido próxima destes valores ao longo de toda a última década.