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Depois de ter vencido com o maior número de votos de sempre a segunda volta das eleições presidenciais 2026, contra André Ventura, o socialista António José Seguro prepara-se para assumir o cargo de Presidente da República a 9 de março - exatamente no dia em que faz 40 anos da tomada de posse de Mário Soares. E uma das grandes prioridades do sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém passa por garantir o acesso à habitação enquanto direito fundamental, numa altura em que os preços das casas estão a subir a níveis recorde e há falta de oferta para as famílias e jovens.
Depois de passar os últimos dois anos a aumentar a dois dígitos, os preços das casas em Portugal deverão abrandar o ritmo de subida já em 2026 e nos dois anos seguintes, antecipa a S&P Global. Mas, ainda assim, Portugal continuará a estar no top 3 de maiores subidas nos preços das casas na Europa até 2028.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, apelou esta quinta-feira (5 de fevereiro de 2026) aos emigrantes portugueses que trabalhem na construção civil para regressarem a Portugal e ajudarem na reconstrução das infraestruturas danificadas pelas depressões Kristin e Leonardo. O Governo, paralelamente, admite a entrada de mais imigrantes no país para ajudarem nos trabalhos. Esclarece, no entanto, que não serão abertos novos canais de imigração para a contratação de trabalhadores após a depressão Kristin.
A imigração está na ordem do dia em Portugal, nomeadamente a nível político, sendo um dos temas centrais de discussão durante a campanha para as eleições Presidenciais de 2026, cuja segunda volta se realiza este domingo (8 de fevereiro de 2026). A necessitar urgentemente de mão de obra, nomeadamente estrangeira, está o setor da construção civil, tendo em vista as várias obras em desenvolvimento (ou futuras) no país. À cabeça está, claro, a premência na construção e reabilitação de casas, de forma a dar resposta à crise habitacional. Sem rodeios, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz de sua justiça: “Nós, sem imigrantes, não vivemos. Não é só na construção, é em todas as áreas”.
Há cada vez menos pessoas desempregadas em Portugal, refletindo-se em baixas taxas de desemprego trimestre após trimestre.
Quase 20% dos jovens até aos 17 anos vivem em casas sem espaço suficiente, tornando-os o grupo mais vulnerável à sobrelotação habitacional em Portugal. Em 2024, cerca de 1,2 milhões de pessoas (cerca de 11,2% da população) residiam em alojamentos com divisões insuficientes para garantir conforto e privacidade, num contexto em que o número de casas sobrelotadas cresceu mais de 17% na última década, apesar do fraco aumento do parque habitacional.
Os estrangeiros representam uma fatia crescente das colocações feitas pelos centros de emprego em Portugal. Em 2025, cerca de 31% dos desempregados colocados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) eram estrangeiros, mais que o dobro da percentagem registada em 2022. Nas atividades imobiliárias e administrativas, quase metade dos colocados (49,6%) eram estrangeiros, a maioria brasileiros ou provenientes de outros países de língua oficial portuguesa (PALOP).
Construtores, consultores e projetistas estão "surpreendidos" com o facto de o Governo estar a incentivar empresas estrangeiras a virem para Portugal trabalhar em parceria com as nacionais, disse à Lusa o administrador executivo da Fundação da Construção, Carlos Mineiro Aires."Percebo que o Governo
Em 2024, a emigração portuguesa recuou 7,1%, com cerca de 65 mil pessoas a deixarem o país, menos cinco mil do que em 2023.
O ano de 2025 veio acentuar tendências já visíveis no mercado da habitação em Portugal. A venda de casas, que já estava a retomar, seguiu de vento em popa ao longo do ano. E o preço da habitação, que muito tem subido nos últimos anos, atingiu mesmo aumentos recorde.
A contratação de trabalhadores estrangeiros ganhou um novo impulso no setor da construção e do imobiliário através da “via verde” para migração laboral regulada. Em pouco mais de sete meses, 1.305 imigrantes receberam visto ao abrigo deste regime especial, um mecanismo que está a tornar-se crucial numa altura em que as empresas enfrentam falta estrutural de mão de obra.
Muito se pode aprender sobre o impacto das tendências demográficas na habitação com o Japão, um dos países mais envelhecidos do mundo. A procura de habitação tende a mudar, voltando-se para casas mais pequenas. E haverá mais casas grandes abandonadas, sobretudo, nas áreas rurais.
A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) vai resolver as pendências relacionadas com os vistos 'gold' no próximo ano, o que justifica que tenha 85 milhões de euros de receitas próprias, disse esta quarta-feira, dia 29 de outubro de 2025, o ministro da Presidência.
Na cidade japonesa de Toyota, a imigração tem sido essencial para sustentar a economia local, sobretudo no setor automóvel e nos cuidados a idosos. Trabalhadores estrangeiros garantem a produção e serviços que o mercado interno não consegue suprir devido ao envelhecimento populacional. Muitos destes trabalhadores alcançam estabilidade económica, mas continuam a enfrentar desafios sociais e discriminação cultural.
A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) atribuiu 386.463 autorizações de residência até 22 de outubro deste ano, mais 60% que no mesmo período de 2024, e estima que a redução de 50% do número de imigrantes a entrar no país se mantenha.
O grupo hoteleiro português Vila Galé inaugurou no final de outubro o seu mais recente empreendimento em Belém do Pará, na Amazónia, um hotel boutique cujo investimento rondou os 30 milhões de euros. O novo hotel terá um papel importante durante a COP30, recebendo parte do público da conferência climática, e reforça a presença do grupo em território brasileiro, onde já conta com 13 unidades.
A inclusão dos migrantes em Portugal voltou à agenda mediática e política depois de ter entrado em vigor a lei dos estrangeiros e de o Parlamento ter dado luz verde à proibição o uso da burca em espaços públicos.
O Governo português decidiu prolongar a validade dos cartões de residência por mais seis meses, numa tentativa de responder ao atraso na renovação de milhares de documentos. Segundo a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), a prorrogação aplica-se a todos os cartões expirados entre 22 de fevereiro de 2020 e 30 de junho de 2025, anteriormente válidos até 15 de outubro deste ano. Assim, esses títulos passam agora a ser aceites até 15 de abril de 2026. Já os cartões que caducarem a partir de 1 de julho de 2025 terão também uma validade adicional de seis meses.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou a Lei dos Estrangeiros, indica uma informação divulgada esta quinta-feira (16 de outubro de 2025) no site da presidência. Na nota, Marcelo Rebelo de Sousa considera que o diploma, revisto e aprovado por 70% dos deputados, "corresponde minimamente ao essencial das dúvidas de inconstitucionalidade suscitadas por si e confirmadas pelo Tribunal Constitucional".
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, considerou esta terça-feira, dia 14 de outubro, que falta mão de obra em Portugal e que pode ser uma das razões para a falta de habitação.Na audição regimental na Comissão de Reforma do Estado e Poder Local, o ministro admitiu qu