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À partida, construir casas para a classe média parece ser uma boa aposta, tendo em conta a elevada procura que existe em Portugal. Mas, no final de contas, colocar casas no mercado a preços acessíveis para estas famílias revela-se muito difícil. “O problema hoje é que os números não cruzam, porque temos custos de construção que aumentaram brutalmente depois da pandemia e o preço dos terrenos também tem estado a aumentar”, comenta Nuno Santos, Head of Portugal da RE Capital, em entrevista ao idealista/news. Somando estes custos aos impostos na construção, uma casa de 100 metros quadrados já iria chegar ao mercado por mais de 250 mil euros. “Para que o negócio seja interessante para os investidores, temos de ir para um preço de venda que já não faz sentido para a classe média”, garante o responsável.
O ministro da Habitação e Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, admitiu que pretende incluir medidas da oposição no novo pacote do Governo para a habitação, manifestando-se disponível para dialogar também sobre diplomas que não sejam votados no Parlamento.
O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, considerou que as medidas macroprudenciais colocam “uma questão complexa” à proposta do Governo para uma garantia pública para a compra da primeira habitação, acrescentando que não houve contactos formais.
A vila de Belas, no concelho de Sintra, foi o local escolhido para o desenvolvimento de um novo projeto residencial. Situado no Belas Clube de Campo, as Native Townhouses chegam para dar resposta às exigências dos compradores jovens e ativos, que desejam viver fora do centro de Lisboa, mas não abdicam de um estilo de vida urbano.
Conhecida como "Portuguese Girl", esta tendência encapsula um estilo único e distintivo, impulsionado principalmente pelas influenciadoras portuguesas que têm deixado a sua marca nas redes sociais. Esta tendência começou a ganhar força no final de 2023 e tem conquistado o mundo.
Portugal é o quinto país do mundo mais insatisfeito com os salários, apesar de mais de metade dos trabalhadores estarem agradados com o seu posto de trabalho, revelou uma sondagem global da Associação Gallup International e da Intercampus.
É uma das medidas mais reclamadas pelo imobiliário, há vários anos. Mas ainda não é desta que chega ao terreno – pelo menos, para já, e no tempo que os players do setor desejariam.
A Associação de Inquilinos Lisbonense (AIL) considera que a Nova Estratégia para a Habitação, apresentada pelo Governo, vai "piorar" o mercado e manter a "selvajaria" e receia que nos contratos antigos o objetivo seja transformá-los em "precários".
Reagindo às medidas contempladas na Nova Estratégi
“É muito difícil em Portugal, com a carga fiscal aplicada ao imobiliário, construir casas a preços baratos. É impossível. Acreditamos que a medida que está no programa do PSD, da AD, e que agora, esperamos, venha a ser implementada, a redução do IVA, será fulcral para baixar os custos de produção”. O desabafo é dado por Frederico Pedro Nunes, COO da Bondstone, em entrevista ao idealista/news, realizada durante a edição de 2024 do Salão Imobiliário de Portugal (SIL). Uma semana depois da conversa, dia 10 de maio, o Governo confirmou esta intenção, antecipando, no programa “Construir Portugal”, que pretende avançar com a redução do IVA na construção de 23% para 6% “até ao final da legislatura”.
A Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE) considera que a medida do Governo que dá liberdade de contratação de seguros associados ao crédito habitação vai permitir poupanças de 300 euros anuais às famílias.
Hoje, os jovens enfrentam dificuldades em contratar um crédito habitação, porque muitos não têm dinheiro para dar o valor de entrada, já que a banca só financia até 90% do menor valor entre o preço da casa e a avaliação bancária. É por isso que o Executivo de Montenegro quer dar garantias públicas aos jovens para aceder a financiamento bancário na compra da sua primeira habitação. Mas esta medida também vai dar "bónus" à banca, já que vai diminuir o risco de incumprimento.
O processo de procura de uma casa nova não é igual para todos. Cada pessoa e família deve ponderar uma série de fatores, mediante as suas necessidades.
A obras de reabilitação e construção de casas vão ter o IVA reduzido para 6%, estando previstos limites em função dos preços. Esta é uma das 30 medidas incluídas no novo programa do Governo de Montenegro para dar resposta à crise habitacional que o país enfrenta. “Queremos que este ganho em IVA seja repercutido, de facto, na baixa de preços para quem compra", disse Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação. Esta é uma medida que deverá ser aplicada até ao final da legislatura.
A promotora imobiliária belga Thomas & Piron aterrou em Portugal em 2018 e tem quatro projetos residenciais em carteira, dois deles em parceria com a também belga Promiris: o Conde de Lima, em Lisboa, já concluído, e o Gaia Hills, em Gaia, que deve começar a ser construído este ano. Em entrevista ao idealista/news, David Carreira, Country Manager da Thomas & Piron Portugal, alerta, entre outras coisas, para a necessidade de aumentar a oferta de habitação no país para a classe média nacional. Foi com esse objetivo, de resto, que anunciou recentemente o megaprojeto imobiliário Clarissas, que terá 760 apartamentos às portas de Lisboa e sairá do papel após um investimento de cerca de 300 milhões de euros.
A Associação Nacional de Proprietários (ANP) considerou que as 30 medidas anunciadas pelo Governo para a habitação não contemplam os “assuntos verdadeiramente importantes”, realçando que sobre o arrendamento urbano “dá ideia que há um desconhecimento da matéria”.
O Governo vai instituir um “termo de responsabilidade”, a ser assinado pelos municípios, para acelerar a execução dos fundos europeus do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), adiantou esta sexta-feira (10 de maio de 2024) o ministro das Infraestruturas e Habitação.
Os municípios vão passar a poder utilizar imóveis a que o Estado central não seja capaz de dar uso, comunicou esta sexta-feira (10 de maio de 2024) o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, prometendo detalhes sobre esta medida “nos próximos dez dias”.
As autarquias voltam a poder decidir, com “autonomia”, sobre as novas licenças de Alojamento Local (AL), disse esta sexta-feira (10 de maio de 2024) o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, confirmando ainda a revogação do imposto extraordinário sobre este setor de atividade. Para a Associação Alojamento Local em Portugal (ALEP), as medidas anunciadas pelo Governo são positivas, mas há que "esperar para ver".
Fomentar a habitação jovem é um dos pilares da nova estratégia apresentada pelo Governo. E sabe-se que as medidas para este segmento da população serão aprovadas num Conselho de Ministros extraordinário dedicado tema. O Executivo de Luís Montenegro irá apresentar uma proposta para a isenção de IMT e Imposto de Selo na compra da primeira casa para os jovens até aos 35 anos nos imóveis até ao 4º escalão de IMT, ou seja, até 316 mil euros, assim como a criação de uma garantia pública para viabilizar o financiamento bancário na compra da primeira casa.
Pouco mais de um mês depois de tomar posse, o novo Governo apresentou a sua estratégia de habitação para o país. Vai pôr no terreno 30 medidas para enfrentar a crise e compromete-se com prazos de execução que vão de dez dias a três meses. Com o plano “Construir Portugal”, o Executivo de Luís Montenegro pretende incentivar a oferta de habitação; promover a habitação pública; devolver a confiança a todos os intervenientes; fomentar a habitação jovem e assegurar a acessibilidade na habitação. Explicamos, ponto a ponto, o programa de “choque” de Montenegro para dar uma resposta “imediata e urgente” à crise habitacional que o país enfrenta.