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Após um hiato de três anos, o Hello Wood Festival - Builder Summit está de regresso. É organizado com o apoio da Capital Europeia da Cultura Veszprém-Balaton 2023 e será realizado numa pedreira, na Hungria, de 6 a 15 de julho. Esperam-se mais de 200 participantes internacionais - estudantes de arquitetura, design e artes – para 10 dias de uma experiência única cujo objetivo é "pensar através da criação". Os interessados já podem candidatar-se a esta escola de verão, que culminará com um festival de artes e música no encerramento.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta quarta-feira, 22 de março de 2023, o decreto da Agenda do Trabalho Digno aprovado no Parlamento a 10 de fevereiro, apesar de manifestar dúvidas quanto aos efeitos de algumas soluções. Eis um resumo das principais novidades da nova lei do trabalho.
Casas de betão pré-fabricadas modernas que são construídas em menos de seis meses. Esta é a proposta residencial da Bi Homes, uma empresa de Madrid que se destaca por dotar os seus edifícios de um design requintado e funcional, bem como pelo elevado grau de cumplicidade que mantém com o cliente ao longo de todo o processo. O idealista/news teve a oportunidade de entrevistar Mario Lucas, diretor comercial da empresa.
O número de desempregados inscritos no IEFP, em fevereiro, foi o segundo mais baixo de sempre (315.645 pessoas) nos meses de fevereiro, tendo-se registado uma diminuição de 8,3% (menos 28.619 pessoas) face ao mês homólogo. Em causa estão dados divulgados pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social esta segunda-feira (20 de março de 2023), que se baseia em números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
O PS viabilizou na generalidade todos os diplomas do PSD sobre habitação, através da abstenção, permitindo que a discussão de todas as iniciativas prossiga na especialidade, em sede de comissão parlamentar.
A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) exigiu um programa específico de habitação para as famílias com filhos a cargo e enviou várias propostas ao Governo nesse sentido, indicou, num comunicado. “Dadas as condições de especial fragilidade das famílias numerosas no que diz respeito à habitação, a APFN considera urgente a criação de um programa específico de habitação destinado às famílias com filhos a cargo, tendo hoje enviado para o Governo e para o Parlamento uma proposta” com várias medidas nesse sentido, destacou.
Todos os jovens elegíveis que concorreram ao programa de arrendamento Porta 65 foram abrangidos em 2022, o que aconteceu pela primeira vez desde que o programa foi criado, afirmou a ministra da Habitação, Marina Gonçalves. "Em 2022 não houve um jovem elegível que ficasse de fora do Porta 65", referiu a governante, salientando que esta foi a primeira vez que tal sucedeu, desde a criação do programa e indicando que no ano passado este apoio chegou a 21.052 jovens.
Comprar ou arrendar casa? Esta é a pergunta que muitas pessoas colocam no momento de, por exemplo, saírem de casa dos pais. E a resposta não é fácil de dar, não é taxativa, havendo vários fatores a ter em conta na hora de tomar uma decisão. Uma coisa é certa, os preços das casas subiram muito nos últimos tempos, bem como as rendas pedidas pelos senhorios aos inquilinos, o que não ajuda, de certa forma, a fazer a escolha. Neste artigo tentamos, com a ajuda da Deco, indicar-te um caminho.
A habitação está hoje no centro do debate em Portugal. Vive-se uma crise habitacional no país, que se arrasta há décadas e se agudizou nos últimos anos. Com o objetivo de mitigar o problema e aumentar a oferta de casas (sobretudo para arrendar), o Governo socialista de António Costa desenhou o pacote de medidas “Mais Habitação”, que está em discussão pública e a gerar uma forte onda de polémica e contestação. A verdade é que o atual contexto, marcado pelo alto preço das casas, subida de juros e perda do poder de compra por via da alta inflação, tem afetado a procura de habitação em Portugal, adiando a decisão de compra de casa, estimulando a mudança de casa para outras mais baratas e empurrando as famílias para o mercado de arrendamento. É isso mesmo que mostra o estudo do idealista/data sobre a procura de casas em Portugal, que identifica ainda as motivações, os orçamentos e os fatores que pesam na hora de arrendar ou comprar uma nova habitação.
Portugal continua a ser um destino de eleição para a compra de casas luxuosas, tendo sido considerado o sétimo mercado residencial de luxo mais internacional da Europa no The Wealth Report 2023 da Knight Frank. Mas quem é que compra mais casas de luxo no nosso país? Os principais proprietários estrangeiros são os britânicos, seguidos dos franceses. Além disso, os nómadas digitais também têm sido responsáveis por dinamizar este mercado nos últimos anos.
A Câmara da Figueira da Foz pretende adquirir dois edifícios devolutos na cidade que pertencem ao Ministério da Defesa Nacional para os transformar em residências universitárias ou habitação a custos acessíveis. “Vamos ver como é que podemos combinar os dois vetores”, disse aos jornalistas o presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, no final da reunião de Câmara, sobre os dois prédios situados na zona nobre da cidade, com 24 apartamentos no total.
O PSD vai apresentar esta terça-feira, dia 7 de março, duas medidas focadas em facilitar a compra de casa por parte dos jovens portugueses, que saem cada vez mais tarde de casa dos pais. A isenção de IMT e de imposto do selo na compra de habitação própria é uma as propostas do partido liderado por Luís Montenegro. E outra passa mesmo pela atribuição de uma garantia pública do valor de entrada que os jovens têm de pagar ao banco no momento de pedir um crédito habitação para adquirir casa, sendo assim assegurado um financiamento a 100%.
Por que me amas se nunca ninguém me amou? A frase é de Pablo, "Pabliño", como o conhecem na casa. E esta é uma das questões colocadas pela fundadora deste projeto, Ruth Gómez.
Para aumentar a oferta de imóveis no mercado, o Governo pretende arrendar casas para depois subarrendar a preços acessíveis. O programa destina-se a famílias com dificuldades no acesso à habitação, e a atribuição das casas será feita por sorteio. Na proposta de lei em consulta pública, o Executivo já definiu as condições de acesso e critérios de elegibilidade.
Já são conhecidas as propostas de lei do pacote “Mais Habitação”, criado pelo Governo socialista de António Costa, em consulta pública até 13 de março. E há várias novidades sobre as medidas que foram antes apresentadas pelo Executivo de forma genérica e muita polémica têm gerado junto do mercado imobiliário, políticos e sociedade civil. O idealista/news preparou um guia para ajudar a clarificar o que está em cima da mesa.
O Governo da Madeira vai comparticipar a aquisição de casa em cooperativas de habitação até 30% do valor no ato da promessa de compra, segundo informação avançada pelo chefe do executivo, afirmando que o objetivo é apoiar a classe média. “Estamos a ultimar um pacote [de medidas para o setor da habitação] que será aprovado até ao próximo mês de maio, que será muito importante para ajudar as cooperativas e ajudar aqueles que querem adquirir casa nas cooperativas a fazê-lo em boas condições”, disse Miguel Albuquerque.
A ministra da Habitação afirmou esta quinta-feira, dia 2 de março, que quer que a política de habitação “fique no nosso país” como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou a escola pública, defendendo que esta aposta começou em 2015.
Habitação digna. Este é incontornavelmente um dos temas que está na ordem do dia em Portugal, sobretudo depois do Governo ter apresentado o programa Mais Habitação, muito contestado pelos partidos da oposição e por vários players do setor imobiliário. Para Alexandre Poço, líder da JSD, as medidas anunciadas pelo Executivo são resultado de “desespero e desnorte”.
O Presidente da República afirmou esta quarta-feira, dia 1 de março, que a sua maior preocupação sobre o pacote de medidas para a habitação é que “passem do papel à realidade” e admitiu vetá-las ou enviá-las para o Tribunal Constitucional para fiscalização.
O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta terça-feira (28 de fevereiro de 2023) que o programa Mais Habitação permitirá ter "soluções transitórias" para dar resposta a casos de "emergência" e enquanto se constroem as "soluções definitivas" com recurso ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).