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No verão todas as plantas ficam murchas por falta de chuva. Chega o inverno, começa a chover como se vivêssemos em Londres e de repente tudo fica alago. Afinal, como cuidar do jardim nesta época do ano? As chuvas, as geadas... não são uma tarefa fácil, mas há solução.
O Programa Nacional de Habitação (PNH) proposto pelo Governo socialista de maioria absoluta obteve luz verde no Parlamento. O programa inclui um conjunto de 22 medidas para “salvaguardar o direito à habitação” e “garantir o acesso de todos a uma habitação adequada”. E, para que isso seja possível, está previsto investir um total de 2.377 milhões de euros só para reforçar o parque público habitacional. O idealista/news analisou à lupa a proposta de lei aprovada e explica quais são as 22 medidas previstas no Programa Nacional de Habitação que vão ser colocadas em prática até 2026.
Quase 20% da população em risco de pobreza encontrava-se em sobrecarga com as despesas de habitação, comparativamente a 2,2% para o resto da população, revelam dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A proposta de lei do PS sobre o Programa Nacional de Habitação foi esta sexta-feira, dia 20 de janeiro, apresenta e aprovada no Parlamento, contando com 22 medidas e um investimento total de 2.377 milhões de euros. Na sua apresentação, Marina Gonçalves, ministra da Habitação, garantiu que há muito trabalho nesta matéria que está a ser feito no terreno para dar casas dignas às famílias, embora admita que os resultados são “mais lentos” do que o esperado. “O Programa Nacional de Habitação não é uma inversão da política em curso, veio para ficar e vai ser reforçado”, garantiu a ministra.
Mais de 50% dos trabalhadores receberam salários inferiores a 1.000 euros em 2022, uma percentagem que sobe para 65% no caso dos jovens com menos de 30 anos, segundo dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
O Governo da Madeira criticou esta quarta-feira (18 de janeiro de 2023) o “sistemático bloqueio” pelo executivo da República em assuntos prioritários para a região, apontando que provocou atrasos em projetos de construção de habitação a custos controlados apoiados pelo Programa de Recuperação e Resiliência. Já os partidos da oposição consideram que a falta de habitação na região seria menos preocupante se o executivo tivesse investido mais no setor em vez de apostar em “obras inventadas”.
A falta de habitação digna é uma questão urgente em Portugal. Há várias políticas de habitação em marcha, como é o caso do Programa 1º Direito, que vai contar com um reforço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Mas não chega para dar casas dignas e a preços acessíveis a todas as famílias que delas precisam. “Com a carga fiscal e todos os custos de contexto, é quase impossível construir habitação acessível, tanto pela via privada como pela pública”, partilham com o idealista/news os autores do livro “Políticas Locais de Habitação” Álvaro Santos, Miguel Branco-Teixeira e Paulo Valença.
As rendas das casas não param de subir?
O investimento em imobiliário que vem do outro lado do Atlântico começou a ganhar força ainda antes da pandemia, e deverá continuar a crescer em 2023. Com a valorização do dólar, espera-se que os investidores norte-americanos continuem a fazer uso do seu poder de compra superior no estrangeiro, e Portugal está na mira, tal como revela o Sotheby’s International Realty Luxury Outlook 2023, que apresenta as grandes tendências para o mercado imobiliário de luxo.
Juan Roig está empenhado a expandir a sua cadeira de supermercados Mercadona em Portugal. Mas não só. O empresário espanhol também se dedica a outros negócios, nomeadamente à aceleração de startups, uma atividade que desenvolve há nove anos através da Lanzadera. E também aqui está a abrir horizontes para o nosso país. Em janeiro, Lanzadera selecionou mais de 120 startups e, pela primeira vez, atraiu 15 jovens empresas portuguesas a entrar no seu programa.
Melhorar a qualidade de vida está no topo das prioridades dos portugueses. E muitas vezes isso passa mesmo por mudar para uma casa com mais espaço e zonas exteriores. Mas, para muitas, não se trata de uma escolha. Com os preços das casas em Lisboa a alcançarem patamares incompatíveis com os rendimentos médios, milhares de famílias estão a ser empurradas para a periferia da capital. Mas também aqui as casas para comprar e para arrendar estão a ficar mais caras. O idealista/news mergulhou nos dados dos municípios da Grande Lisboa e explica tudo.
Considerado uma prestação social, o abono de família é destinado a todos os agregados familiares onde existam filhos ou menores a cargo. A ideia base é que se torne uma ajuda face aos custos de criar e educar uma criança.
O Japão planeia aumentar os incentivos económicos para os pais que optarem por sair de Tóquio. O governo tentará encorajar as famílias a mudarem-se com um generoso pagamento de até 1 milhão de ienes (7.600 dólares ou 7.220 euros) por criança se elas se mudarem da cidade superlotada para municípios fora da cidade e regiões vizinhas. O valor é mais do que o triplo dos 300.000 ienes (2.173 euros) oferecidos pelo plano em vigor desde 2019.
O primeiro-ministro, António Costa, propôs esta segunda-feira, dia 2 de janeiro, os atuais secretários de Estado João Galamba e Marina Gonçalves, respetivamente para as funções de ministro das Infraestruturas e de ministra da Habitação.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, deu as boas-vindas à Croácia e enalteceu o compromisso do país, que esta domingo, dia 1 de janeiro de 2023, se tornou no 20.º Estado na Zona Euro.
O primeiro-ministro defendeu esta domingo, dia 1 de janeiro de 2023, a obrigação de assegurar que a nova geração pode escolher Portugal para trabalhar, considerando a habitação “a maior preocupação dos jovens no momento de se autonomizarem”, uma área onde o Estado está “agora a atuar”.
Na reta final do ano, o Governo aprovou um decreto-lei que introduz alterações ao programa Porta 65 Jovem e ao Programa de Arrendamento Acessível (PAA). O objetivo passa por “aperfeiçoar estes instrumentos, desburocratizar e simplificar os seus procedimentos”, para tentar aumentar o leque de candidatos que podem beneficiar destes apoios à habitação. O idealista/news preparou um guia resumo com as principais mudanças.
O Banco Central Europeu (BCE) vai fazer mais subidas das taxas de juro para levar inflação à meta de 2% e a amplitude dessas subidas dependerá dos dados económicos, segundo o vice-presidente da entidade monetária, Luis de Guindos.
“Arrendar casa: a dinâmica de um mercado com falta de oferta”. Este foi o título do resumo anual que escrevemos no final ano passado, em jeito de balanço do segmento do arrendamento em Portugal em 2021. Título esse que faria sentido, de certa forma, usar também neste artigo, relativo ao comportamento do mercado em 2022. A verdade é que continua a ser uma necessidade a existência de mais senhorios e inquilinos no país, de forma a aumentar a oferta, até porque o arrendamento continua a atrair famílias para viver. O problema é que os preços praticados continuam a escalar, apesar da conjuntura atual, marcada por alta inflação, subida de taxas de juro etc.
O Governo aprovou esta quinta-feira (22 de dezembro de 2022) alterações ao programa Porta 65, que apoia financeiramente jovens que querem arrendar casa, atualizando os tetos máximos de renda, o que permitirá aumentar o leque de beneficiários.