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Resultados da pesquisa
Nos últimos anos, o setor terciário entrou numa fase de transformação e as mudanças de uso tornaram-se mais comuns, especialmente para converter imóveis afetos a serviços/comércio em habitações. A verdade é que converter lojas, armazéns e escritórios em casas virou “moda” em muitos países, nomeadamente para combater a falta de oferta. Ainda assim, o processo pode ser complexo, e comporta riscos (além de vantagens). Mas será que a “residencialização” deste tipo de imóveis já é uma prática comum/tendência em Portugal? Para compreender melhor o tema, o idealista/news ouviu vários profissionais do imobiliário de diferentes segmentos.
O projeto-piloto referente à semana de 4 dias de trabalho está prestes a arrancar em Portugal. E a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social adiantou que há 90 empresas que já manifestaram interesse em aderir a esta iniciativa, que vem avaliar a aplicação de novas formas de organização do tempo de trabalho no setor privado. As empresas interessadas em aderir à semana de 4 dias têm até dia 15 de fevereiro para concretizarem a inscrição definitiva, adiantou ainda Ana Mendes Godinho.
O sonho de ser propietário de uma casa em Portugal está cada vez mais difícil de concretizar. Quer pela subida dos preços da habitação ao longo dos últimos anos, quer pelo agravamento das condições macroeconómicas: perda de rendimentos e consequente poder de compra, elevada inflação e subida dos juros. Um estudo divulgado pela Century 21 Portugal, sobre a "Acessibilidade à Habitação em Portugal”, revela que comprar uma casa de 90 metros quadrados (m2) no país custa mais 25.000 euros que há três anos.
"Make America Great Again." Este foi um dos slogans com os quais Donald Trump baseou as suas campanhas políticas para se tornar presidente dos EUA. Obviamente, esta frase, como tantas outras semelhantes, é metafórica. No entanto, existem alguns países que realmente estão a ficar maiores, ou seja, a crescer em tamanho. Embora possa parecer estranho, é algo que está a acontecer, e um dos melhores exemplos é a Islândia, cujo território inclui a ilha do mesmo nome e algumas pequenas ilhas e ilhéus adjacentes, situadas no Oceano Atlântico a sul do Círculo Polar Árctico.
Arrendar uma casa pode ser complicado e até um sonho longe de se concretizar para muitos portugueses.
O número médio de filhos por núcleo familiar está cada vez mais baixo em Portugal. O aumento do custo de vida e as dificuldades económicas continuam a ser apontadas como principais razões para esta diminuição.
Aumentar a oferta de casas a preços acessíveis para as famílias e jovens tornou-se numa das prioridades máximas, e mais imediatas, do Governo.
A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) assinou na passada quinta-feira, no Fundão, um acordo que visa reforçar a oferta de habitação acessível naquela região.
Paris é a sede dos próximos Jogos Olímpicos. Em pouco mais de um ano, os melhores atletas irão encontrar-se na Cidade Luz com o objetivo de subir ao topo do pódio e pendurar no pescoço a tão esperada medalha de ouro.
A dificuldade em aceder a uma casa digna é uma questão já identificada em Vila Nova de Famalicão, como em todo o território nacional. E, para dar resposta aos problemas habitacionais do concelho, a autarquia famalicense vai comprar 79 casas por 10,5 milhões de euros, através de uma Oferta Pública de Aquisição de Imóveis. Estas habitações destinam-se ao mercado de arrendamento no âmbito do Programa 1.º Direito.
Muitos trabalhadores do setor financeiro que deixaram Londres após o Brexit mudaram-se para Milão, a capital económica de Itália, atraídos pelas generosas isenções fiscais que o governo transalpino implementou desde 2017. Um “movimento” que provocou um amplo desenvolvimento do mercado imobiliário de luxo na cidade.
O primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta terça-feira, 24 de janeiro de 2023, durante uma cerimónia em Carnaxide, concelho de Oeiras, que o Governo vai apresentar "brevemente" nova legislação sobre o setor da habitação, para responder "a várias necessidades".
No verão todas as plantas ficam murchas por falta de chuva. Chega o inverno, começa a chover como se vivêssemos em Londres e de repente tudo fica alago. Afinal, como cuidar do jardim nesta época do ano? As chuvas, as geadas... não são uma tarefa fácil, mas há solução.
O Programa Nacional de Habitação (PNH) proposto pelo Governo socialista de maioria absoluta obteve luz verde no Parlamento. O programa inclui um conjunto de 22 medidas para “salvaguardar o direito à habitação” e “garantir o acesso de todos a uma habitação adequada”. E, para que isso seja possível, está previsto investir um total de 2.377 milhões de euros só para reforçar o parque público habitacional. O idealista/news analisou à lupa a proposta de lei aprovada e explica quais são as 22 medidas previstas no Programa Nacional de Habitação que vão ser colocadas em prática até 2026.
Quase 20% da população em risco de pobreza encontrava-se em sobrecarga com as despesas de habitação, comparativamente a 2,2% para o resto da população, revelam dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A proposta de lei do PS sobre o Programa Nacional de Habitação foi esta sexta-feira, dia 20 de janeiro, apresenta e aprovada no Parlamento, contando com 22 medidas e um investimento total de 2.377 milhões de euros. Na sua apresentação, Marina Gonçalves, ministra da Habitação, garantiu que há muito trabalho nesta matéria que está a ser feito no terreno para dar casas dignas às famílias, embora admita que os resultados são “mais lentos” do que o esperado. “O Programa Nacional de Habitação não é uma inversão da política em curso, veio para ficar e vai ser reforçado”, garantiu a ministra.
Mais de 50% dos trabalhadores receberam salários inferiores a 1.000 euros em 2022, uma percentagem que sobe para 65% no caso dos jovens com menos de 30 anos, segundo dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
O Governo da Madeira criticou esta quarta-feira (18 de janeiro de 2023) o “sistemático bloqueio” pelo executivo da República em assuntos prioritários para a região, apontando que provocou atrasos em projetos de construção de habitação a custos controlados apoiados pelo Programa de Recuperação e Resiliência. Já os partidos da oposição consideram que a falta de habitação na região seria menos preocupante se o executivo tivesse investido mais no setor em vez de apostar em “obras inventadas”.
A falta de habitação digna é uma questão urgente em Portugal. Há várias políticas de habitação em marcha, como é o caso do Programa 1º Direito, que vai contar com um reforço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Mas não chega para dar casas dignas e a preços acessíveis a todas as famílias que delas precisam. “Com a carga fiscal e todos os custos de contexto, é quase impossível construir habitação acessível, tanto pela via privada como pela pública”, partilham com o idealista/news os autores do livro “Políticas Locais de Habitação” Álvaro Santos, Miguel Branco-Teixeira e Paulo Valença.
As rendas das casas não param de subir?