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Resultados da pesquisa
O setor da construção é tradicionalmente um território dominado por homens. Durante décadas, a ideia de uma empreitada liderada por mulheres parecia improvável. Mas essa realidade está a mudar.
O banco central da Coreia do Sul reduziu as taxas de juro em 0,25 pontos percentuais, para 2,75%, um mês depois de ter revisto em baixa a previsão para o crescimento económico.
O imobiliário residencial de gama alta continua a atrair muitos investidores e/ou compradores em Portugal, sendo que a oferta, à semelhança do que acontece no setor em geral, mantém-se inferior à procura. Um mercado (de gama alta) que se pode dividir em três segmentos: Affluent, Premium e Luxo. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “O Mercado Residencial de Gama Alta em Portugal – Impacto e Tendências”, preparado pela NOVA SBE para a Porta da Frente Christie's, com base em dados (também) do idealista e apresentado esta terça-feira (25 de fevereiro de 2025).
A artista multidisciplinar espanhola Cristina Lucas (Úbeda, 1973), reconhecida por questionar através da arte o que já está estabelecido, é a vencedora do concurso Prémio idealista de Arte Contemporânea 2025, que vai na sétima edição. O prémio concede um reconhecimento financeiro, bem como o destaque à intervenção da artista, com a sua obra, nos espaços do idealista nas feiras imobiliárias em que participa.
As mais recentes estimativas dos economistas do Banco Central Europeu (BCE) apontam para que a taxa de juro neutra (que não restringe, nem estimula a atividade) possa estar entre 1,75% e 2,25%.
O acesso à habitação na Europa melhorou ao longo do ano passado à medida que os juros foram caindo. E, como a falta de casas persiste em muitos mercados, este impulso à procura acabou por gerar uma recuperação da subida dos preços das casas, como foi o caso de Portugal.
Num mundo pós-pandemia, a procura por espaços que fomentem a criatividade e a colaboração entre empreendedores tornou-se mais relevante que nunca. Jorge Branger, criador do The Start, o maior coliving para empreendedores da Europa, partilha com o idealista/news a sua visão e os detalhes deste projeto inovador, que faz parte do ColivINN, a empresa de coliving de Alejandro Fernández Luengo, um dos fundadores da cadeia de cabeleireiros Marco Aldany.
O Mónaco é um dos mais pequenos países do mundo e ficou sem terra para construir. Mas isso não foi um problema, já que eles aumentaram a sua superfície em 3% com a construção de um bairro ecológico no mar: Mareterra.
O mundo do trabalho está em constante evolução. E a pandemia veio dar o “empurrão” que faltava para que o teletrabalho e os espaços de coworking começassem a ganhar peso em Portugal. Hoje, são uma opção tanto para freelancers e nómadas digitais, como também para grandes empresas. Mas porquê?
Há cada vez mais famílias em Portugal a pedir apoio na contratação de empréstimos habitação a intermediários de crédito, seja para facilitar o processo, seja para poupar.
O Banco Central do Brasil elevou a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 13,25% ao ano, sendo este o quarto aumento consecutivo na tentativa de conter a inflação.
Iniciou atividade em 2017, “fintou” a pandemia e não alterou a sua estratégia de atuação. A ADDSOLID tem vários projetos imobiliários em carteira, sobretudo no mercado residencial e direcionados para o segmento médio/alto, onde “neste momento, infelizmente devido aos custos de contexto, é possível fazer promoção”, diz ao idealista/news Tiago Cerdeira Pinto, COO da promotora imobiliária. A conversa realiza-se no andar modelo de um desses empreendimentos, o Montisnávia, em Alcântara, ali bem perto do rio Tejo. Um apartamento que junta simplicidade e requinte e onde salta à vista, desde logo, um jardim interior. As vistas são de perder o fôlego e a luz natural invade a casa sem pedir licença.
A startup portuguesa de serviços domésticos Oscar prepara-se para entrar no Reino Unido, o seu segundo mercado internacional após Espanha. Segundo o fundador e CEO João Marques, o lançamento no Reino Unido está previsto para o primeiro semestre de 2025, marcando o início de um plano mais amplo de expansão europeia.
Nos últimos anos, o mercado de design de interiores em Portugal tem assistido a uma transformação significativa, impulsionada por diferentes conceitos e tendências. Um deles é o Quiet Luxury, que também está na génese da Silent Home. Mais do que uma loja, assume-se como um projeto de vida.
Aumentar a oferta de casas no mercado, nomeadamente para a chamada classe média, é a solução apontada pela generalidade dos players do setor imobiliário para dar resposta à crise na habitação que se instalou em Portugal. Será, por exemplo, que se estão a construir casas mais pequenas no país, sendo esta uma nova “tendência” do mercado? “Se estivermos a falar do mercado residencial para portugueses, concordo”, começa por dizer ao idealista/news Luís Corrêa de Barros, CEO da promotora imobiliária Habitat Invest, salientando que é “uma das poucas formas que os promotores encontram para colocar no mercado residências acessíveis aos portugueses”.
O setor da construção em Portugal olha para 2025 como (mais) um ano de desafios. A escassez de mão de obra qualificada continua a ser um dos maiores constrangimentos, agravado pela pandemia, que intensificou as dificuldades de contratação e retenção de talento.
Uma penthouse de dois andares no Parque das Nações (Lisboa) com vista para o rio Tejo é o cenário da conversa com Pedro Fontainhas, Diretor Executivo da Associação Portuguesa de Turismo Residencial e Resorts (APR). O luxo marca presença em todos os cantos do apartamento, que tem, por exemplo, um elevador para fazer a ligação entre os dois andares. Falamos de uma branded residence (residência de marca) que se encontra no último andar do Martinhal Lisbon Oriente e que está disponível no mercado para venda (o valor é desconhecido) e arrendamento, neste caso por cerca de 9.500 euros por noite. E sim, já teve inquilinos. “É um fenómeno mais recente em Portugal, mas que está igualmente em franco crescimento”, diz Pedro Fontainhas, em relação a este tipo de produto imobiliário.
Quando estalou a pandemia, em 2020, foram vendidas 822 mil casas nos EUA, o valor mais elevado desde 2006 (altura em que foram adquiridas mais de 1 milhão de habitações), segundo revelam os dados da Statista. Agora, um estudo da agência imobiliária Bright MLS revela que um em cada três norte-americanos que compraram casa desde o início da pandemia, planeia vendê-la em 2025.
Depois dos doces do Natal e do Ano Novo, manteres-te em forma e saudável é muito importante e não requer necessariamente uma ida ao ginásio ou a aquisição de equipamentos caros.
Em 2024, foram criadas quase 51 mil novas empresas em Portugal, destacando-se o setor da construção e atividades imobiliárias como os principais impulsionadores desta tendência positiva. O setor da construção liderou com um crescimento de 7,1%, contabilizando 409 novas constituições de empresas.