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Resultados da pesquisa

Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar em Portugal rendeu 7,2% no início de 2025

O imobiliário continua a ser um refúgio para o investimento, sobretudo, nos tempos de incerteza global que se vivem atualmente com a nova guerra comercial que eclodiu nos EUA com as tarifas de Trump, que viraram a economia mundial e os mercados financeiros de pernas para o ar. Entre os vários segmentos, destaca-se o residencial, que continua a ser uma oportunidade de negócio em Portugal perante a elevada procura e escassa oferta de habitação. Esta é aliás uma tendência que já tem vindo a registar-se, sendo que comprar casa para colocar no mercado de arrendamento teve uma rentabilidade bruta de 7,2% no primeiro trimestre de 2025, um dos valores mais elevados dos últimos anos, revelam os dados do idealista.
Negócios imobiliários

iBuyer Sell and Go soma mais de 10 milhões em imóveis adquiridos

A Sell and Go, startup portuguesa pioneira no modelo iBuyer do Grupo Finsolutia Holdings, foi fundada em 2020, em plena pandemia, e continua a afirmar-se no mercado imobiliário nacional, somando já mais de 10 milhões de euros em imóveis adquiridos, tendo registado um crescimento de 70% nas suas operações no último ano.
Arrendamento de curta duração

Arrendamento de curta duração: oferta está em máximos e preços em alta

Há quem arrende casa em Portugal para passar apenas alguns meses a trabalhar, a estudar ou a explorar pontos turísticos. Falamos do arrendamento de curta duração, que tem ganho cada vez mais expressão no nosso país. Isto porque a oferta de casas para arrendar neste regime está em máximos dos últimos anos e o interesse continua em alta, num mercado complementar ao Alojamento Local e até ao arrendamento habitacional de longa duração, tal como mostram os dados do idealista, editor deste boletim.

"É preciso estimular a construção sem comprometer a qualidade"

“É preciso equilíbrio: estimular a construção sem comprometer a qualidade”. Para o arquiteto Gonçalo Nobre da Veiga, que fundou a empresa de engenharia e construção especializada em reabilitação e construção sustentável SPEISSE em 2017 – juntamente com o engenheiro civil Miguel Ferreira –, o setor da construção e do imobiliário em Portugal necessita de “medidas consistentes, que não mudem a cada ciclo político”. “É essencial descomplicar os processos, tornar os licenciamentos mais rápidos e objetivos, e criar incentivos reais para quem quer construir com qualidade”, diz ao idealista/news, deixando um aviso: “O país precisa de casas, mas também de boas decisões”.
Para onde se mudaram os multimilionários na última década?

Para onde se mudaram os multimilionários na última década?

Desde 2015, a China recebeu a maior quantidade de multimilionários a nível mundial, apesar das dificuldades económicas. Segue-se a Europa Ocidental, com fortes fluxos de entrada na Suíça. Por outro lado, a Europa de Leste teve a maior diminuição, com uma saída líquida de 29 multimilionários, provavelmente influenciada pela guerra na Ucrânia e pela pandemia da Covid-19, segundo a análise do UBS.
Regresso aos escritórios

Escritórios em alta: ano de 2024 foi um dos melhores de sempre

O segmento de escritórios registou, em 2024, um dos melhores anos de sempre, tendo-se verificado um aumento de 97% da área colocada na Área Metropolitana de Lisboa (AML) e de 80% no Grande Porto. Os dados em causa constam no estudo anual da consultora imobiliária B. Prime, que considera que “Portugal continua a ser um destino apelativo para investidores e multinacionais”.
Grupo Impresa avalia venda de edifício

Grupo Impresa pondera vender edifício em Paço de Arcos

O presidente executivo (CEO) da Impresa, Francisco Pedro Balsemão, admitiu à Lusa a venda do edifício do grupo em Paço de Arcos, fazendo um encaixe financeiro para reduzir o endivididamento bancário e um arrendamento subsequente.Além do plano de redução de custos, que prevê um corte de 16 milhões de
Casas de luxo em Portugal

Casas de luxo: “Qualidade dos acabamentos não acompanha preço de venda”

“O nosso portfólio, praticamente desde 2015 a 2023, são edifícios históricos, edifícios reabilitados. É algo que sempre gostámos”. Em entrevista ao idealista/news, João Pagani Toscano, CEO da promotora imobiliária Livingroup, vai ao baú revisitar memórias para falar sobre como a empresa que fundou iniciou atividade em Portugal, há já mais de uma década. E reconhece que “há um certo romantismo em trabalhar com reabilitação urbana, sobretudo com este tipo de edifícios”. Mas há uma coisa que o deixa preocupado neste segmento do mercado imobiliário, o de luxo: a falta de qualidade dos acabamentos, que na sua perspetiva não acompanha os preços de venda praticados.

Recrutamento: IA está a mudar “regras do jogo” no mercado de trabalho

Pandemia, teletrabalho, regime híbrido, regresso aos escritórios, sustentabilidade, eficiência energética, digitalização, Inteligência Artificial (IA). É caso para dizer que tudo sofreu mudanças com o súbito aparecimento da Covid-19, nomeadamente a relação entre empresas e trabalhadores, a par das dinâmicas entre colegas, mantidas muitas vezes à distância de um clique. Agora, cinco anos depois do uso obrigatório de máscaras e de confinamentos e desconfinamentos, as companhias, atentas ao novo ‘modus operandi’ e à evolução da tecnologia, estão a mudar as “regras do jogo”, muito além do que diz respeito à gestão dos tempos e espaços dos escritórios. E a IA entrou em força no mercado laboral e nos processos de recrutamento.

Escritórios no pós-pandemia: “É muito mais do que quatro paredes”

A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.