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Resultados da pesquisa
O Dubai, uma das principais cidades nos Emirados Árabes Unidos, apresentou um novo megaprojeto imobiliário: a ampliação do seu atual distrito financeiro com um investimento de 22.760 milhões de euros. O novo centro empresarial chama-se Zabeel e contará com edifícios de escritórios, 4.000 casas, um museu, um centro de Inteligência Artificial e um centro de inovação de startups, entre outras instalações. A sua construção vai decorrer em seis fases com a conclusão prevista para 2040.
Os fundos de investimento registaram em 2025 o melhor desempenho desde o período da pandemia, com um crescimento de 23% face ao final de 2024, impulsionados pela forte valorização dos mercados financeiros. O montante de ativos sob gestão atingiu níveis que já não eram observados desde 2007, refletindo um renovado interesse dos aforradores por estes produtos num contexto de bolsas em máximos históricos.
A cadeia hoteleira Meliá investirá entre 2025 e 2026 um total de 575 milhões de euros, 43% acima dos 400 milhões do biénio 2023-2024, e encerrará este exercício com 400 hotéis, mais 17 do que no ano passado. E as previsões para este ano são muito positivas, com um aumento das reservas registadas superior a 10% em média, segundo o presidente executivo do grupo, Gabriel Escarrer.
Portugal foi em 2024 o quinto país da União Europeia com maiores receitas geradas por turistas estrangeiros, no valor de 28.000 milhões de euros, surgindo Espanha na liderança com 98.000 milhões, seguida por França, Itália e Alemanha.Segundo uma análise divulgada esta segunda-feira, dia 19 de janeir
O centro empresarial Lionesa Business Hub (LBH), em Leça do Balio, Matosinhos, é mais que um espaço de escritórios. “Ao longo de mais de duas décadas, o campus foi-se tornando um ecossistema onde empresas globais, talento internacional, projetos emergentes, cultura, bem-estar e território convivem de forma orgânica”, revela ao idealista/news a diretora executiva do LBH. Para Eduarda Pinto, o escritório já não é o lugar onde se vai todos os dias por obrigação, mas sim o lugar onde se vai quando é importante estar junto. E deixa uma mensagem: “Pensar escritórios é, acima de tudo, pensar relações”.
Há uma zona no Porto que ficou esquecida durante vários anos e que está, agora, a renascer. Falamos da zona oriental da cidade Invicta, que tem vindo a ser dinamizada quer por iniciativa municipal, quer privada.
Portugal encontra-se entre os mercados europeus com maior dinamismo no segmento do imobiliário de luxo, com um crescimento sustentado em transações e no desenvolvimento de novos projetos residenciais premium.Esta é uma das principais conclusões do Luxury Outlook 2026, lançado pela Portugal Sotheby’s
A construtora Lúcio da Silva Azevedo & Filhos, conhecida no mercado como Lucios, encerrou atividade após acumular dívidas de 51,3 milhões de euros a 1.223 credores, deixando 68 trabalhadores desempregados. A empresa, com sede em Vila do Conde, destacou-se em obras como a reabilitação do Pavilhão Rosa Mota – Super Bock Arena e do Mercado do Bolhão, mas não resistiu às dificuldades financeiras agravadas pela pandemia e pelo aumento das taxas de juro.
Vender uma casa em 2026 não é apenas colocar um anúncio online e esperar que o telefone toque. O mercado está mais informado, mais exigente – e a boa notícia –, muito mais sensível à forma como um espaço se apresenta. Hoje em dia, não se vendem apenas metros quadrados, vende-se experiência, potencial e emoção.
Os portugueses vão às urnas este domingo, dia 18 de janeiro, para votar nas eleições presidenciais de 2026. Há 11 candidatos à Presidência da República, que têm uma preocupação comum: resolver a crise de acesso à habitação em Portugal. Mas defendem formas diferentes de solucionar este problema.
A idade legal de acesso à reforma vai avançar para os 66 anos e 11 meses em 2027, segundo uma portaria publicada esta segunda-feira (dia 29 de dezembro), confirmando os valores estimados com base nos dados da esperança média de vida divulgados pelo INE."A idade normal de acesso à pensão de velhice d
O mercado imobiliário canadiano registou uma correção significativa nos últimos três anos e meio. Segundo dados da Icaria Capital, em março de 2022 foi atingido um máximo histórico de 841.800 dólares (cerca de 718.000 euros à taxa de câmbio atual). No entanto, em novembro, o preço médio desceu para 664.900 dólares (aproximadamente 570.000 euros), o que representa uma queda de cerca de 21%.
Há uns anos, o coliving era muitas vezes apresentado como uma moda importada. Em 2025, a realidade foi outra (e em 2026 também será): a crise da habitação agravou-se, a mobilidade profissional tornou-se estrutural, o trabalho híbrido normalizou-se e a solidão passou a ser reconhecida como um problema social e de saúde pública. Neste novo contexto, o coliving deixou de ser apenas um formato alternativo de morar para passar a integrar um debate muito mais amplo sobre como vivemos, com quem vivemos e que papel a casa tem na nossa qualidade de vida.
Tal como acontece em Portugal, o final de 2025 foi agitado em Espanha no que diz respeito a notícias relacionadas com o setor imobiliário, nomeadamente no segmento residencial, tendo o último Conselho de Ministros do ano aprovado várias medidas nas áreas dos transportes e da economia social e deixado de fora o Plano de Habitação 2026-2030. Foi ainda prolongada uma moratória antidespejos.
O ano de 2025 em Portugal tem revelado uma crescente atratividade no mercado imobiliário, prevendo-se um volume de investimento superior a 2.700 milhões de euros, o que se traduz num aumento de 20% comparativamente a 2024.
Governo decidiu excluir a Cateringpor e a SPdH, antiga Groundforce, do perímetro da privatização da TAP, retirando também o chamado “reduto TAP”, que integra ativos imobiliários. Segundo explicou esta sexta-feira, dia 19 de dezembro de 2025, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, no Entroncamento (distrito de Santarém), a decisão implica que as participações da TAP no ‘catering’ e no ‘handling’ não integrem o processo de venda da companhia aérea, em linha com o plano de reestruturação aprovado em Bruxelas.
A Savills Investment Management acaba de anunciar a compra de dois supermercados urbanos em Portugal para um fundo especial alemão. Um dos supermercados está localizado em Vila Verde e outro em Montemor-o-Novo.
Cerca de 48% dos residentes urbanos em Portugal veem com bons olhos a troca da cidade pela vida no campo, considerando que há mais vantagens no meio rural.
O ano de 2025 foi “rico” em notícias que impactam diretamente o imobiliário comercial em Portugal, ou seja, não relacionadas com o segmento residencial. É caso para dizer que os investidores imobiliários, nacionais e estrangeiros, voltaram a estar atentos aos segmentos de retalho (centros comerciais e comércio de rua), logística, escritórios e hotelaria, bem como a negócios relacionados com residências de estudantes. O interesse pelo país e a sua atratividade enquanto destino de investimento e de férias foi notório ao longo do ano, apesar do contexto político e económico interno ter ficado marcado por alguma instabilidade.
“Os escritórios não estão a acabar, estão a transformar-se. E essa transformação está a criar oportunidades significativas para empresas, cidades e profissionais”. Quem o diz é Jorge Valdeira, Country Manager da International Workplace Group (IWG) Portugal, que se assume “líder mundial em soluções de trabalho híbrido” – e detém marcas como Spaces e Regus. Em entrevista ao idealista/news, o responsável partilha uma visão já deixada por outros players do setor, considerando que “o trabalho flexível não é apenas uma tendência: é a base do futuro do trabalho”.