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Resultados da pesquisa

Recrutamento: IA está a mudar “regras do jogo” no mercado de trabalho

Pandemia, teletrabalho, regime híbrido, regresso aos escritórios, sustentabilidade, eficiência energética, digitalização, Inteligência Artificial (IA). É caso para dizer que tudo sofreu mudanças com o súbito aparecimento da Covid-19, nomeadamente a relação entre empresas e trabalhadores, a par das dinâmicas entre colegas, mantidas muitas vezes à distância de um clique. Agora, cinco anos depois do uso obrigatório de máscaras e de confinamentos e desconfinamentos, as companhias, atentas ao novo ‘modus operandi’ e à evolução da tecnologia, estão a mudar as “regras do jogo”, muito além do que diz respeito à gestão dos tempos e espaços dos escritórios. E a IA entrou em força no mercado laboral e nos processos de recrutamento.

Escritórios no pós-pandemia: “É muito mais do que quatro paredes”

A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.
Casas de luxo em Portugal

Affluent, Premium e Luxo: raio-x ao imobiliário de gama alta em Portugal

O imobiliário residencial de gama alta continua a atrair muitos investidores e/ou compradores em Portugal, sendo que a oferta, à semelhança do que acontece no setor em geral, mantém-se inferior à procura. Um mercado (de gama alta) que se pode dividir em três segmentos: Affluent, Premium e Luxo. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “O Mercado Residencial de Gama Alta em Portugal – Impacto e Tendências”, preparado pela NOVA SBE para a Porta da Frente Christie's, com base em dados (também) do idealista e apresentado esta terça-feira (25 de fevereiro de 2025).
Cristina Lucas

Prémio idealista de Arte Contemporânea 2025: Cristina Lucas, no SIL

A artista multidisciplinar espanhola Cristina Lucas (Úbeda, 1973), reconhecida por questionar através da arte o que já está estabelecido, é a vencedora do concurso Prémio idealista de Arte Contemporânea 2025, que vai na sétima edição. O prémio concede um reconhecimento financeiro, bem como o destaque à intervenção da artista, com a sua obra, nos espaços do idealista nas feiras imobiliárias em que participa.
The Start

Assim é o The Start, o maior coliving para empreendedores da Europa

Num mundo pós-pandemia, a procura por espaços que fomentem a criatividade e a colaboração entre empreendedores tornou-se mais relevante que nunca. Jorge Branger, criador do The Start, o maior coliving para empreendedores da Europa, partilha com o idealista/news a sua visão e os detalhes deste projeto inovador, que faz parte do ColivINN, a empresa de coliving de Alejandro Fernández Luengo, um dos fundadores da cadeia de cabeleireiros Marco Aldany.
Tiago Cerdeira Pinto, COO da promotora imobiliária ADDSOLID

Casas de luxo: “É o segmento em que é possível fazer promoção”

Iniciou atividade em 2017, “fintou” a pandemia e não alterou a sua estratégia de atuação. A ADDSOLID tem vários projetos imobiliários em carteira, sobretudo no mercado residencial e direcionados para o segmento médio/alto, onde “neste momento, infelizmente devido aos custos de contexto, é possível fazer promoção”, diz ao idealista/news Tiago Cerdeira Pinto, COO da promotora imobiliária. A conversa realiza-se no andar modelo de um desses empreendimentos, o Montisnávia, em Alcântara, ali bem perto do rio Tejo. Um apartamento que junta simplicidade e requinte e onde salta à vista, desde logo, um jardim interior. As vistas são de perder o fôlego e a luz natural invade a casa sem pedir licença.
limpezas

Portuguesa Oscar das limpezas chega ao Reino Unido já em 2025

A startup portuguesa de serviços domésticos Oscar prepara-se para entrar no Reino Unido, o seu segundo mercado internacional após Espanha. Segundo o fundador e CEO João Marques, o lançamento no Reino Unido está previsto para o primeiro semestre de 2025, marcando o início de um plano mais amplo de expansão europeia.
Silent Home

Menos é mais: como o Quiet Luxury está a transformar as casas

Nos últimos anos, o mercado de design de interiores em Portugal tem assistido a uma transformação significativa, impulsionada por diferentes conceitos e tendências. Um deles é o Quiet Luxury, que também está na génese da Silent Home. Mais do que uma loja, assume-se como um projeto de vida.

Construir (e viver em) casas mais pequenas: tendência ou necessidade?

Aumentar a oferta de casas no mercado, nomeadamente para a chamada classe média, é a solução apontada pela generalidade dos players do setor imobiliário para dar resposta à crise na habitação que se instalou em Portugal. Será, por exemplo, que se estão a construir casas mais pequenas no país, sendo esta uma nova “tendência” do mercado? “Se estivermos a falar do mercado residencial para portugueses, concordo”, começa por dizer ao idealista/news Luís Corrêa de Barros, CEO da promotora imobiliária Habitat Invest, salientando que é “uma das poucas formas que os promotores encontram para colocar no mercado residências acessíveis aos portugueses”.
Pedro Fontainhas, presidente da APR

Branded residences em Portugal: “Fenómeno está em franco crescimento”

Uma penthouse de dois andares no Parque das Nações (Lisboa) com vista para o rio Tejo é o cenário da conversa com Pedro Fontainhas, Diretor Executivo da Associação Portuguesa de Turismo Residencial e Resorts (APR). O luxo marca presença em todos os cantos do apartamento, que tem, por exemplo, um elevador para fazer a ligação entre os dois andares. Falamos de uma branded residence (residência de marca) que se encontra no último andar do Martinhal Lisbon Oriente e que está disponível no mercado para venda (o valor é desconhecido) e arrendamento, neste caso por cerca de 9.500 euros por noite. E sim, já teve inquilinos. “É um fenómeno mais recente em Portugal, mas que está igualmente em franco crescimento”, diz Pedro Fontainhas, em relação a este tipo de produto imobiliário.
Casas nos EUA

Comprar casa na pandemia e vender em 2025: o plano de 32% americanos

Quando estalou a pandemia, em 2020, foram vendidas 822 mil casas nos EUA, o valor mais elevado desde 2006 (altura em que foram adquiridas mais de 1 milhão de habitações), segundo revelam os dados da Statista. Agora, um estudo da agência imobiliária Bright MLS revela que um em cada três norte-americanos que compraram casa desde o início da pandemia, planeia vendê-la em 2025.