Equipa do idealista/news

Preço das casas para comprar

Comprar casa está mais caro em 12 capitais de distrito em fevereiro

O novo cenário económico, marcado pela alta inflação e pela subida de juros no crédito habitação, já está a arrefecer a procura de casas à venda e o montante total concedido em empréstimos destinados à aquisição de habitação. Este cenário acaba por influenciar os preços das casas para comprar em Portugal, os quais se mantiveram estáveis em fevereiro face ao mês anterior. Mas este não é cenário visível em todo o país: segundo o índice de preços do idealista, as casas à venda ficaram mais caras em 12 capitais de distrito entre janeiro e fevereiro de 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (5,2%). Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 1,2% e no Porto mantiveram-se estáveis neste período.
Casas para comprar em Oeiras

Isaltino quer construir casas para vender em Oeiras desde 120.000€

A crise habitacional está instalada em Portugal. E perante este cenário, o Governo lançou o pacote “Mais Habitação” para que, em conjunto com os municípios e privados, seja possível aumentar a oferta de casas disponíveis no mercado e baixar os preços. Nesta conjuntura, o presidente da Câmara Municipal de Oeiras veio a público dizer que a autarquia tem capacidade para construir casas e colocá-las à venda com preços a partir dos 120 mil euros. E também para colocar casas no mercado de arrendamento, com rendas a partir de 280 euros por mês.
Comprar online material e mobiliário de escritório

Mobiliário de escritório: podem devolver-se artigos comprados online?

Fazer compras online é uma tendência que está a ganhar força um pouco por todo o mundo, sendo uma prática que entrou na vida dos consumidores sem pedir licença com o inesperado aparecimento da pandemia da Covid-19, que em muito mudou a vida das pessoas. E a verdade é que é possível comprar praticamente tudo sem sair de casa. É o caso, por exemplo, de artigos de mobiliário, nomeadamente de escritório. Mas será que é possível devolvê-los, mesmo que não tenham defeitos? Como se deve proceder nesta situação? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Venda de imóvel público em Lisboa

Politécnico de Lisboa quer vender imóvel no Bairro Alto por 10 milhões

Vai ser aberto um novo concurso público para vender o antigo edifício da Escola Superior de Dança, em Lisboa, pelo valor mínimo de 10 milhões de euros. A garantia é dada pelo Instituto Politécnico de Lisboa, que não recebeu, contudo, quaisquer propostas para a aquisição do ativo na sessão fechada na passada sexta-feira. Já o Governo garante que o imóvel não será vendido a privados sem que antes seja avaliada a possibilidade de o edifício integrar a bolsa de imóveis do Estado.
Isenção de mais-valias na venda de casas

Fundos e offshores isentos de mais-valias se venderem casas ao Estado

A isenção de IRS sobre mais-valias na venda de casas ao Estado e aos municípios foi uma das medidas que o Governo integrou no pacote “Mais Habitação”, com o objetivo de reforçar o parque habitacional público. E sabe-se agora que António Costa não pretende definir qualquer exceção quanto ao tipo de proprietário que poderá beneficiar desta isenção fiscal. Isto quer dizer que os fundos de investimento e as offshores poderão vender imóveis ao Estado sem pagar IRS sobre as mais-valias.
Câmara do Porto comprou seis casas de um prédio devoluto

Câmara do Porto compra 6 casas e coloca-as para arrendamento acessível

A Câmara Municipal do Porto (CMP) comprou seis habitações de um prédio devoluto na Rua Central de Francos e vai agora proceder à sua reabilitação. O objetivo é que as casas estejam prontas a habitar até ao último trimestre deste ano, em regime de arrendamento acessível. Os imóveis em causa têm garagem e áreas que rondam os 100 m2, refere a autarquia. Trata-se de uma iniciativa que vai ao encontro dos objetivos do Governo traçados no pacote “Mais Habitação”. Recentemente, a CMP avançou com oito medidas que visam, sobretudo, baixar as rendas e aumentar a oferta de casas no mercado. 
Depósitos das famílias a cair

Depósitos das famílias dão maior queda desde 1979 com alta inflação

A alta inflação em Portugal tem apertado os orçamentos das famílias nos últimos meses, reduzindo o rendimento disponível e pressionando o poder de compra. Os dados do Banco de Portugal (BdP) espelham bem esta realidade: em janeiro de 2023 foi registada “a maior redução de depósitos de particulares desde o início da série estatística, em 1979”. A verdade é que as famílias também estão a procurar alternativas para rentabilizar mais as suas poupanças, nomeadamente em certificados de aforro, tendo o as subscrições líquidas registado valores recorde em janeiro de 2023.
Crédito habitação para comprar casa

Crédito habitação: montante total cai em janeiro com subida dos juros

As condições para pedir crédito habitação em Portugal estão menos apetecíveis às famílias dada a subida dos juros e do aperto dos critérios de concessão de empréstimos (ainda que ligeiro). Este cenário tem-se refletido, de resto, no montante total concedido em empréstimos habitação, que desceu cerca de 0,3% em janeiro de 2023 face ao mês anterior, fixando-se em 100 mil milhões de euros, destaca o Banco de Portugal (BdP) esta segunda-feira. Já há seis meses consecutivos que a concessão destes empréstimos desacelera em termos anuais.
Confiança dos consumidores melhora pelo terceiro mês seguido

Confiança dos consumidores e clima económico voltam a aumentar

Os indicadores de confiança dos consumidores e de clima económico voltaram a aumentar em fevereiro, tendo a confiança subido na indústria transformadora, comércio e serviços e recuado na construção e obras públicas. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (27 de fevereiro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).