Equipa do idealista/news

Negócios de escritórios em Lisboa

Grupo Violas Ferreira compra sede da líder mundial do setor do azeite

O edifício que alberga a sede da Sovena, que se apresenta como líder mundial no mercado do azeite, mudou de mãos, tendo sido vendido pela MelloRDC, através da sua participada Arquimelo, ao Grupo Violas Ferreira. Trata-se de um ativo que se encontra no parque de escritórios Arquiparque, em Miraflores, às portas de Lisboa, e que tem cerca de 3.500 metros quadrados (m2) de escritórios distribuídos por seis pisos, aos quais se somam 62 lugares de estacionamento. De referir que a Sovena ocupa este imóvel desde 2012, tendo contrato de arrendamento vigente até 2030. 
Impostos em Portugal

Competitividade fiscal em Portugal desce - e é a 3ª pior da OCDE

Para as economias funcionarem, os países arrecadam receitas fiscais por via de uma combinação de impostos cobrados às empresas, trabalhadores, bens, serviços e património. E numa avaliação aos quadros fiscais dos diferentes países da OCDE, Portugal voltou a ficar no fundo da tabela, sendo o terceiro país com pior competitividade fiscal dos 38 estados. Os elevados impostos às empresas é uma das fraquezas apontadas ao sistema fiscal português no estudo levado a cabo pela Tax Foundation.
Taxa de inflação a subir em Portugal e na Europa

Inflação na Zona Euro nos 9,9% em setembro – Portugal abaixo da média

A escalada da taxa de inflação anual não parece ter fim. Em setembro, a taxa de inflação foi de 9,9% na Zona Euro e de 10,9% na União Europeia (UE), superior à registada no mês anterior (9,1% e 10,1%, respetivamente) e no período homólogo (3,4% e 3,6%, respetivamente). Trata-se, de resto, de um novo máximo na série. Em Portugal, a taxa de inflação fixou-se em 9,8%, inferior à média da Zona Euro e da UE. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (19 de outubro de 2022) pelo Eurostat.
Negócios imobiliários no Porto

Imobiliário a ferver no Porto: Via Gaia e Júlio Dinis mudam de mãos

O contexto económico atual está repleto de desafios e incertezas, mas se há setor que tem dados boa resposta em momentos de crise é o imobiliário. E há alguns indicadores que mostram que o negócio imobiliário, nomeadamente o da promoção, está de boa saúde. Na Área Metropolitana do Porto (AMP), por exemplo, foram vendidos dois edifícios, o Via Gaia e o Júlio Dinis, que passaram a estar nas mãos do grupo israelita Fortera e da Horizonte Urbano Group. Serão os dois renovados, sendo que o primeiro será de escritórios e o segundo residencial. 
mansões de luxo em Londres

Dono da Evergrande vende mansão mais cara de Londres: 250 milhões

A casa mais cara de Londres parece estar de volta ao mercado. É uma casa palaciana na zona de Knightsbridge, no centro de Londres, com 45 quartos, piscina e spa. Hui Ka Yan, fundador da promotora chinesa Evergrande, pôs a placa "vende-se" na moradia por 210 milhões de libras, cerca de 250 milhões de euros.
Valorização de imóveis

Valorização dos imóveis reduz diferenças entre ricos e pobres, diz BdP

“Sempre que o valor dos ativos aumenta significativamente, e de forma transversal aos vários tipos de famílias, a desigualdade da distribuição da riqueza reduz-se”. Quem o diz é o Banco de Portugal (BdP) no Boletim Económico de outubro, explicando que é precisamente isso que está a acontecer em 2022. O “dinamismo do mercado imobiliário” e o “elevado peso dos imóveis no total de ativos” é responsável, em grande medida, pelo aumento de 12,1% da riqueza líquida em termos nominais no país.
Pés em chão de madeira

Piso radiante: uma boa aposta para a eficiência energética?

O piso radiante, ou chão aquecido como muitos conhecem, é ainda visto por muitos como um luxo, mas a verdade é que cada vez mais se começa a ver proprietários a considerar esta opção nas suas casas. As vantagens vão além de se ter sempre os pés quentes, e apesar do investimento inicial é um passo para ter uma casa mais eficiente. Explicamos porquê.
Reabilitação de prédios em Coimbra

Reabilitar prédios: os planos de Coimbra para investir 500 milhões

Para o quadro comunitário PT2030, a Câmara Municipal de Coimbra apresentou projetos no valor de 500 milhões de euros. E entre os projetos previstos está um “plano Marshall” para a Baixa de Coimbra que passará pela aquisição e requalificação de prédios naquela zona da cidade. Um primeiro passo já está a ser dado neste sentido: a autarquia de Coimbra vai comprar um edifício na Praça do Comércio para acolher ‘startups’ e novas empresas, num investimento de 1,4 milhões de euros.