Rendas voltam a subir em 2018
Os anos passam, mas há perguntas que, como manda a tradição, se mantêm. Pelo menos no que toca ao binómio comprar vs arrendar casa: um duelo de titãs longe de acabar. Comprar casa segue e soma pontos, não fosse este o melhor ano de sempre na venda de casas desde que há memória, ou melhor, desde de que há registos. O arrendamento também continua a dar que falar: não há oferta para tanta procura e os preços dispararam ao longo do ano. Melhores tempos virão? Talvez não. Os inquilinos já fazem contas à vida, tudo porque em 2018 as rendas... voltam a subir.
Alojamento Local a ferver: gera milhões... e dá (sempre) muito que falar
Anjo para alguns, diabo para outros. Um bode expiatório? Talvez sim, talvez não. Carrega às costas a culpa do aumento dos preços das casas e das rendas, mas nem assim perde o fulgor. O Alojamento Local (AL) continua de boa saúde, está “moda” e alimenta-se do “boom” turístico que consome o país. Que o digam os números. A receita fiscal obtida com o AL quase duplicou em pouco mais de um ano: foram 69 milhões em 2015 e mais de 120 milhões em 2017.
Casas de famosos: E o óscar vai para... Portugal (até Madonna cá veio parar)
O atlas mundial de famosos não nos deixa mentir: as celebridades gastam milhões (muitos milhões) na compra de casa. Casa? Não. Falamos de verdadeiras mansões de luxo. O ano ficou marcado (claro) por uma transferência milionária, e não, não estamos a falar de futebol. De Nova Iorque diretamente para Portugal. Estamos a falar de quem? Da rainha da pop, Madonna, que se rendeu aos encantos do país à beira mar plantado.
As notícias que marcaram o setor imobiliário em 2017
O setor imobiliário voltou a dar que falar (muito) em 2017. A crise que afetou a mediação imobiliária e a construção parece estar ultrapassada e há sinais de otimismo nesta atividade. O Alojamento Local voltou a gerar muita polémica, com os investidores – nacionais e estrangeiros – a animarem o mercado. Certo é que nunca se venderam tantos imóveis e que comprar casa é cada vez mais caro. Já os bancos estenderam a passadeira ao crédito à habitação.
Construção virou as costas à crise... Estará pronta para dar o salto?
Depois da recessão, a bonança. Adeus crise, olá crescimento? Veremos. O setor da construção está novamente de boa saúde, ou pelo menos a dar sinais de sólida recuperação. Depois da crise, é chegada a hora – dizem os especialistas – de dar o salto. Espera-se que Portugal viva uma forte expansão no setor nos próximos três anos, um aumento previsto de 15% entre 2018 e 2020. O ritmo de crescimento foi cauteloso, mas positivo. Mais que isso: superou as expectativas.
Imobiliário a ferver em 2017: vendem-se mais casas e preços disparam
Portugal está entre os 17 mercados imobiliários mais quentes do mundo. Sim, isso mesmo! Os dados constam de um relatório do Global Property Guide conhecido a meio do ano, que analisou o preço das casas em 45 países mundiais – no primeiro trimestre de 2017 face ao período homólogo –, e comprovam que Portugal está (mesmo) na moda e que entrou definitivamente no radar dos investidores.
Investir em imobiliário? Jackpot de milhões sai em Portugal
Milhões e mais milhões… de euros. O investimento imobiliário realizado em Portugal está ao rubro, o que não deixa de ser um bom sinal. Estão a nascer ou a renascer vários projetos residenciais no país, sobretudo em Lisboa e no Porto, e os estrangeiros teimam em apostar no setor. Como disse ao idealista/news Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), “Portugal é um país de primeira linha de investimento”.
Imobiliário em 2017: um ano fértil na captação de investimento
O ano de 2017 foi bom? Foi ótimo. E 2018 poderá ainda ser melhor. Tudo porque o mercado imobiliário vai continuar a ferver e a atrair investimento estrangeiro. O ano fecha em alta, ao nível de investimento imobiliário, com valores próximos dos 2.000 milhões de euros.
Truques domésticos: conselhos para iluminar a entrada da tua casa
Ter uma casa acolhedora não passa apenas por ter bons espaços, sofás cómodos ou uma cama XXL. A iluminação pode ser, aliás, a chave mestra de qualquer casa. Porquê? Porque garante harmonia e um bom “feeling” constante. Deixamos-te alguns conselhos úteis para iluminares o hall de entrada: porque a primeira impressão conta, e muito.



The Sun Rain Room: a casa de todas as estações do ano (e que vale a pena espreitar)
Não só de sol vive o homem... ou como quem diz, não só de sol se fazem os dias. Fazem-se de chuva, de vento, das flores da primavera e das folhas do outono. Os arquitetos londrinos Anna Liu e Mike Tonkin (da empresa Tonkin Liu) levaram este conceito muito a sério. Demoraram 12 anos a projetar aquela que será a ideia mais extravagante de sempre, a The Sun Rain Room: uma casa onde todas as estações do ano podem desfilar.
Vais pedir dinheiro ao banco para comprar casa? Fica a saber o que muda a partir de janeiro
Ano novo, vida nova. Pelo menos para quem precisa de pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. A partir de janeiro a Ficha de Informação Normalizada (FIN), o documento que os bancos são obrigados a entregar sempre que é pedida uma simulação de crédito à habitação, será substituída pela Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE). Já a TAER acaba e passa a chamar-se TAEG.
Reabilitação urbana: a moda que veio para ficar
Ao rubro, em altas, a ferver. Mais expressões houvesse para caracterizar a rainha do imobiliário: a reabilitação urbana. Continua a agitar e a animar o setor da construção, atraindo investimento de várias frentes. O Governo não tem dúvidas: quer que a reabilitação passe a ser a regra, e não a exceção. Quer isto dizer que a reabilitação, que segue e soma (investimento), está e estará na ordem do dia: a moda veio mesmo para ficar.
Impostos e imobiliário (eternamente) de mãos dadas
O ano de 2017 foi pródigo em noticias fiscais relacionadas com o setor imobiliário. Um tema, de resto, que também fez correr muita tinta em 2016. No centro da polémica voltou a estar o Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI), que começou a ser cobrado em setembro: taxa em 0,7% quem tem um Valor Patrimonial Tributário (VPT) total (habitações e terrenos para construção) entre 600.000 euros e um milhão de euros e em 1% quem tem um VPT superior a um milhão de euros – no caso dos casados ou unidos de facto, o patamar de isenção duplica para 1,2 milhões de euros.
Avaliação bancária das casas dispara e atinge os 1.144 euros por m2 em novembro
A trajetória ascendente na avaliação bancária das casas coloca o preço do metro quadrado (m2) nos 1.144 euros. Segundo o INE, o valor médio de avaliação bancária em Portugal aumentou em novembro 0,3% face a outubro e 4,9% em termos homólogos, aproximando-se do valor máximo observado em abril de 2011 (1.156 euros por m2).
Reabilitação urbana continua a crescer
A reabilitação urbana manteve uma trajetória positiva (e ascendente) ao longo de 2017 e está a reforçar a tendência de crescimento. De acordo com o barómetro da AICCOPN, a atividade registou um aumento de 4,3% em novembro, pelo que o ano terminará em alta.
Mota-Engil financia-se em 60,5 milhões em obrigações a cinco anos com juro de 4% ao ano
A Mota-Engil conseguiu financiar-se em 60,5 milhões de euros através de uma emissão de obrigações a cinco anos. O empréstimo termina em 2023 e tem uma taxa de juro anual de 4%. A oferta de subscrição de obrigações tinha um montante mínimo de subscrição de 100.000 euros e pretendia angariar, no máximo, 131,29 milhões de euros para a construtora.
Startups criaram 2.547 novos empregos em Portugal
Entre 2016 e final de 2017, as startups contribuíram para a criação direta de 2.547 novos empregos. Os dados são da Rede Nacional de Incubadoras (RNI) e mostram que, no balanço do ano, Portugal cresceu no número de "players" a operar (+11%) e no número de projetos instalados (+37%).
Preço da luz aumenta em média 2,5% em 2018 para quatro milhões de pessoas
A fatura da luz vai, afinal, aumentar em 2018 para a maioria dos portugueses. Depois da ERSE ter anunciado a descida do preço do mercado regulado, a EDP Comercial revelou que as tarifas do mercado livre vão subir 2,5%. Os novos preços entram em vigor a 18 de janeiro e vão abranger quatro milhões de clientes.