Notícia do dia 17 de dezembro de 2020

Despesas das famílias portuguesas com habitação, água, luz e gás representam 17,6% do orçamento

Despesas das famílias portuguesas com habitação, água, luz e gás representam 17,6% do orçamento

Em 2019, numa era pré-Covid-19, as famílias da União Europeia (UE) gastaram mais de 1.700 mil milhões de euros (12,3% do PIB da região) em “habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis”, segundo dados divulgados pelo Eurostat. A lista é liderada pela Finlândia, com 28,8% das despesas relacionadas com a casa e a sua gestão, enquanto Malta se encontra na cauda da tabela (12,3%). Em Portugal, estas despesas têm um peso de 17,6%, menos que na média da UE: 23,5%.
Obras em apartamentos: cuidados a ter pelos proprietários

Obras em apartamentos: cuidados a ter pelos proprietários

Os proprietários que queiram fazer obras em apartamentos têm de ter alguns cuidados antes de avançarem com a realização dos trabalhos. É verdade que as reformas podem valorizar substancialmente o valor de mercado de uma habitação, mas quando se vive num apartamento nem sempre será possível realizá-las sem obter as devidas autorizações por parte do condomínio e é aconselhável a adoção de alguns cuidados. Analisamos tudo sobre este assunto com fundamento jurídico.
"Os bancos continuam desejosos de dar crédito à habitação e a preços muito competitivos"

"Os bancos continuam desejosos de dar crédito à habitação e a preços muito competitivos"

Afinal, qual foi o impacto da Covid-19 no mercado de crédito à habitação? E como se perspetiva o ano de 2021 e os seguintes, tendo em conta o atual contexto de crise social e económica devido à pandemia? Para responder a isto, e muito mais, entrevistámos o especialista Juan Villén. "O confinamento, numa primeira fase, implicou uma travagem no mercado imobiliário e, como consequência, no de crédito à habitação. Depois de a liberdade de movimentos ter sido permitida, ainda que de forma limitada, o mercado reativou-se e agora mesmo está a funcionar", começa por analisar o diretor do idealista/créditohabitação. 
Suécia, exemplo de um país onde o arrendamento das casas é regulado e quase tudo foi mal...

Suécia, exemplo de um país onde o arrendamento das casas é regulado e quase tudo foi mal...

A Suécia tornou-se um espelho para onde se pode olhar por ser um país onde o mercado de arrendamento residencial é regulado desde a época da Segunda Guerra Mundial. Foi implementando com o objetivo inicial de garantir que o preço das rendas se mantivesse equilibrado a longo prazo, mas a sua aplicação tem sido uma “faca de dois gumes”: embora os preços tenham sido controlados, a falta de a oferta, bloqueio do stock existente e a exclusão social, por exemplo, tornaram-se os piores inimigos do mercado, como explica Nicolás González, analista de corporate finance da Colliers.
Cidades cresceram com o turismo e estão agora em crise – pós-Covid-19 já está a ser preparado

Cidades cresceram com o turismo e estão agora em crise – pós-Covid-19 já está a ser preparado

O crescimento em flecha do turismo em várias cidades mundiais, nomeadamente em Lisboa e Porto, gerou polémica em tempos de pré-pandemia da Covid-19, devido aos níveis de massificação excessivos e respetivos efeitos preversos para os habitantes. Um cenário, de eventual “excesso” de turistas, que agora não se coloca. Mas voltar a ter turistas é a prioridade das cidades, sendo que se antecipam alguns sinais de mudanças quando vier a recuperação. 
Bruxelas apresenta plano para evitar acumulação de crédito malparado

Bruxelas apresenta plano para evitar acumulação de crédito malparado

A Comissão Europeia apresentou esta quarta-feira, dia 16 de dezembro de 2020, uma estratégia que visa prevenir uma previsível acumulação de crédito malparado um pouco por toda a União Europeia (UE) como resultado da crise provocada pela pandemia da Covid-19.A estratégia para assegurar que as família
Investimento institucional em residencial para arrendamento pode superar os 500 milhões em 2021

Investimento institucional em residencial para arrendamento pode superar os 500 milhões em 2021

O investimento institucional em residencial para arrendamento poderá superar os 500 milhões de euros em 2021, sendo visto como um novo setor “estrela” em imobiliário em Portugal, segundo a Cushman & Wakefield (C&W). A consultora considera que esta classe de ativos, denominada internacionalmente por Private Rented Sector (PRS), e que consiste em portfólios significativos de unidades residenciais para arrendamento, tem vindo a ganhar destaque na Europa, tendo sido, em 2020, o segundo setor com maior alocação de capital.
Viver mais e melhor: residências seniores são oportunidade de investimento em Portugal

Viver mais e melhor: residências seniores são oportunidade de investimento em Portugal

Viver mais e melhor. Aumentar a esperança média de vida e a qualidade de vida dos idosos é um desafio e, também, um objetivo. Não é de admirar, por isso, que a aposta nas residências seniores esteja a ganhar força em Portugal. Um segmento, o ‘senior living’, que é cada vez mais visto como uma forte oportunidade de investimento em Portugal, acompanhando a tendência que já se verifica nos mercados internacionais, refere a Savills.