Embora a arquitetura seja essencial para a vida do ser humano, sem dúvida que ela gera um impacto maior no meio ambiente. A construção de moradias, em particular, consome grandes quantidades de recursos naturais e gera emissões de gases de efeito estufa.
Está a aumentar o número de registos prediais rústicos em Portugal, o que acontece através da expansão que se verifica a nível nacional do Balcão Único do Prédio (BUPi), que faz o cadastro destes terrenos. Além de dar a conhecer os donos dos terrenos, este cenário está a contribuir também para a valorização das propriedades rurais, ao facilitar as transações e ao possibilitar o emparcelamento de terras.
O Pestana Porto Covo Village é o mais recente projeto imobiliário do Pestana Residences. Trata-se de um empreendimento residencial em modelo de condomínio privado que terá 174 habitações, núcleo central, jardins e espaços de lazer.
O bairro de Santo António, em Lisboa, aparece no Top 10 dos bairros europeus mais procurados para investir em habitação de luxo, segundo um estudo da imobiliária Evernest. Salamanca, em Madrid, e Sarrià-Sant Gervasi, em Barcelona, assim como Brera, em Milão, também são destacadas neste ranking.
Beverly Hills é conhecida como a cidade dos ricos e famosos. Um símbolo internacional do luxo e glamour, também pelas mansões multimilionárias que a caracterizam. No entanto, um tribunal decidiu que cidade terá que apresentar um novo plano para cumprir uma lei da Califórnia que exige que esta disponibilize habitação para moradores com rendimentos mais baixos.
Na cidade de Lisboa, o crescimento da procura de consultoria para remodelação de imóveis para fins turísticos e para habitação própria, por parte dos portugueses, mas também de estrangeiros que ficam a residir e a trabalhar na cidade, é cada vez maior.
A conjuntura atual, marcada por alta taxa de inflação e taxas de juro a subir, está a obrigar muitas pessoas a apertar o cinto, nomeadamente aquelas que pediram dinheiro emprestado ao banco para comprar casa, que viram as prestações a aumentar de forma constante nos últimos meses. Há, no entanto, uma solução que pode ajudar a minimizar os encargos com o banco: a consolidação de créditos. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre esta possibilidade, que permite juntar os empréstimos numa só prestação e num só banco.
O mercado imobiliário está num momento de transição. No entanto, a atual situação de incerteza, com juros altos para conter a inflação, abre as portas para novas tendências, que nem sempre são conhecidas entre os compradores.
Os fundos de investimento imobiliário continuam a ser um refúgio à incerteza do mercado e uma boa forma de rentabilizar poupanças. E prova disso é que, em Portugal, o montante investido nestes fundos cresceu 0,4% para 10.174,2 milhões de euros em agosto de 2023.
O governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, defendeu que a manutenção das taxas de juro nos níveis atuais será "determinante" para baixar a inflação, que considerou "mais injusta socialmente" do que as medidas para a combater.
A subida da Euribor a todo o vapor nos últimos dois anos agravou as taxas de juro e as prestações da casa da maioria das famílias que contrataram crédito habitação em Portugal, uma vez que a taxa variável representa quase 90% do total dos contratos. Agora, o Instituto Nacional de Estatística (INE) relevou qual é a dimensão dessa subida: as taxas de juro implícitas aumentaram para 4,089% em agosto de 2023, o valor mais elevado desde março de 2009. E a prestação da casa média fixou-se em 379 euros, refletindo uma subida superior a 41% em apenas um ano.
A inflação elevada e a subida das taxas pelos bancos centrais vão continuar a pesar sobre a economia mundial, adverte a OCDE nas previsões publicadas esta terça-feira, 19 de setembro, que melhoram as perspetivas de crescimento mundial para 2023, mas baixam as de 2024.
Até agora, quem ganha o salário mínimo nacional (SMN) é isento de pagar IRS. Mas esta realidade pode mudar já em 2024. Como o salário mínimo tem vindo a aumentar nos últimos anos, o Governo colocou em cima da mesa tornar os rendimentos iguais ao SMN formalmente sujeitos ao pagamento de IRS a partir de 2024, tal como avançou o fonte do Executivo. Já António Costa disse esta terça-feira, dia 19 de setembro, que o Governo pretende manter tudo tal como está, ou seja, quem recebe o salário mínimo deverá continuar isento do imposto no próximo ano. Dúvidas permanecem no ar.
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