Recessão económica no mundo

Recessão económica global é esperada em 2023, diz consultora

Todos os fatores macroeconomicos parecem estar reunidos para que a tempestade económica se forme a nível mundial. A inflação está nos níveis mais elevados das últimas décadas em vários países. E os bancos centrais de todo o mundo estão empenhados em subir os juros diretores para fazer baixar a escalada de preços, reduzindo o consumo das famílias e o investimento das empresas. Com este cenário como pano de fundo, a Centre for Economics and Business Research (CEBR) afirma que é esperada uma recessão económica global já em 2023.
Subida de juros pelo BCE

Estados e bancos devem alinhar políticas para baixar inflação, diz FMI

A nível mundial, os bancos centrais estão empenhados em subir as taxas de juro para conter a procura e baixar a alta inflação que se faz sentir. Mas há vários Governos que estão a preparar medidas em sentido contrário, dando mais apoios às famílias para não perderem poder de compra, o que pode alimentar ainda mais o ciclo inflacionista. A solução? Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a política monetária dos bancos centrais e a política orçamental dos Governos têm de “demonstrar alinhamento”, já que ambos têm um papel importante na redução da inflação.
Queda dos preços das casas

Imobiliário residencial enfrenta "queda brutal" no mundo, diz FT

O setor imobiliário estava de boa saúde até ao final de 2021: comprar casa era mais fácil dado os baixos custos com o crédito habitação. E, em resultado, os preços das casas continuaram a aumentar. Mas, agora, o cenário é diferente. As famílias têm de lidar com prestações cada vez mais caras, dada a subida dos juros nos empréstimos da casa. E têm menor poder de compra devido à alta inflação. Este cenário irá enfraquecer a procura de casas e, por conseguinte, abrir caminho para o arrefecimento do mercado imobiliário global, por via da queda da venda de casas e do preço das habitações.
Taxas de juro em Macau e Hong Kong

Macau e Hong Kong voltam a subir taxas de juros

A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) anunciou hoje uma subida em 0,75 pontos percentuais da principal taxa de juro de referência. A decisão surgiu depois de a Autoridade Monetária de Hong Kong ter anunciado, também hoje, a subida em 75 pontos base da taxa de juro de referência, para 4,25%, de
Subida dos juros pelo BCE

BCE sobe juros - mas continuam abaixo da média das economias ricas

Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) tem um objetivo bem claro: baixar a taxa de inflação na Zona Euro, que chegou aos 9,9% em setembro. E para o fazer está a usar a sua principal arma: subir as taxas de juro diretoras, embora reconheça que há risco de recessão. Na quinta-feira, dia 27 de outubro, o BCE anunciou a terceira subida dos juros diretores em 75 pontos base, elevando a principal taxa para os 2%. Ainda assim, esta taxa é inferior à média dos juros das economias mais desenvolvidas, que atingiu os 2,4%. Nos EUA e no Canadá, por exemplo, os juros diretores já estão acima dos 3%.
Juros a subir (também) na Suécia: taxa diretora aumenta 1%

Juros a subir (também) na Suécia: taxa diretora aumenta 1%

A inflação alta está “a bater à porta” de todos os países e, claro, a deixar marcas na economia e a ter impacto no custo de vida das pessoas. O Banco Central da Suécia decidiu, à semelhança do que fez, por exemplo, o Banco Central Europeu (BCE), subir a taxa diretora em um ponto percentual. Trata-se de um aumento superior ao esperado pelos analistas, que anteviam uma subida já elevada, mas de 75 pontos base. O objetivo desta decisão passa por combater a inflação, a mais elevada no país em 30 anos.
Mercado de ações internacional

Bolsas 'vinculadas' às medidas dos bancos centrais?

Um dos principais indicadores de ações de Wall Street e do mercado mundial é o S&P 500. E sua evolução tem uma curiosa correlação histórica com os balanços dos grandes bancos centrais internacionais, como a Reserva Federal dos EUA, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco do Japão, segu
bancos centrais estão quase a esgotar reservas para ajudar economia

bancos centrais estão quase a esgotar reservas para ajudar economia

os bancos centrais das nações desenvolvidas estão a confrontar-se com os limites da sua capacidade em auxiliar a recuperação económica à medida que os esforços governamentais para fortalecer as finanças nacionais ficam aquém do esperado, diz o ‘bank for international settlements" (bis).