Garantia pública acaba quando jovens pagarem 15% do crédito da casa
A garantia pública de até 15% do valor de aquisição dos imóveis por jovens até aos 35 anos extingue-se quando estes primeiros 15% do empréstimo forem pagos, disse esta terça-feira, dia 28 de maio, o Ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
O ministro falava no final do Conselho de Ministro ex
Viver em Lisboa, Porto ou Faro: em que municípios é mais barato?
A tendência de viver junto aos grandes centros urbanos de Lisboa, Porto e Faro continua. Até porque é aqui que se reúnem mais oportunidades de emprego, mais serviços de educação e de saúde, e até mais atividades de lazer. Mas as famílias que aqui querem comprar casa deparam-se com um mercado aquecido, com preços das casas elevados e muitas vezes incompatíveis com os salários. A situação agrava-se quando colocamos na equação os juros nos créditos habitação, que apesar dos ligeiros recuos, teimam em manter-se elevados. É neste contexto que o idealista/news passou a pente fino os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) para mostrar quais são os municípios da Grande Lisboa, da metrópole do Porto e do Algarve onde comprar casa é mais acessível aos bolsos dos portugueses. Desde logo, salta à vista que nestas regiões do país é possível comprar uma casa por 150 mil euros (ou até menos).
Comprar casa: estes são os 10 municípios mais baratos de Portugal
O acesso à habitação continua difícil em Portugal. E neste contexto há quem procure casas mais baratas em cidades ou vilas longe dos grandes centros urbanos, para compatibilizar os preços das casas com os orçamentos familiares. A boa notícia é que há, pelo menos, 10 municípios onde é possível comprar uma habitação de 100 metros quadrados (m2) por um valor inferior a 30 mil euros. Vem daí mergulhar nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) para conhecer os municípios mais baratos para comprar casa em Portugal.
Casas à venda em Portugal: oferta subiu 11% no início de 2024
A venda de casas em Portugal tem vindo a arrefecer, registando uma queda homóloga de 11,4% na reta final de 2023, segundo apurou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Mas a verdade é que este foi mesmo o menor recuo na venda de casas no país no último ano, dando sinais de recuperação. Ainda assim, o que é bem visível é que este menor número de transações residenciais, a par de outros fatores, estará a contribuir para um aumento da oferta de casas para comprar no mercado. Isto porque o stock do parque habitacional português disponível à venda subiu 11% no primeiro trimestre de 2024 face ao que estava disponível no mesmo período de 2023, segundo os dados analisados pelo idealista, o principal marketplace imobiliário do sul da Europa e editor deste boletim.
Comprar casa para arrendar: rentabilidade sobe para 7,3% em 2024
O mercado de arrendamento continua resiliente em Portugal, sustentado por uma elevada procura das famílias, sobretudo, nos grandes centros urbanos. As rendas das casas continuam a ficar mais caras no início de 2024 (e até a acelerar o seu ritmo de evolução), melhorando também a sua rentabilidade. A compra de casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,3% no primeiro trimestre de 2024, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,6%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Acontece que a melhoria da rentabilidade de comprar casa para arrendar, por si só, não chega para incentivar este investimento imobiliário em Portugal e aumentar a oferta de habitação no mercado de arrendamento.
Habitação e demografia: como dar casas a jovens, idosos e imigrantes?
Portugal vive hoje um sério problema demográfico, marcado pela perda de população, agravado pelo seu envelhecimento e emigração de jovens, a par da baixa natalidade - sendo que a chegada de novos imigrantes ao país não tem sido suficiente para inverter esta tendência.
Procura de casa ganha força com queda dos juros – e oferta com simplex
O atual clima económico incerto arrefeceu a procura de casas em Portugal em 2023, tanto para comprar, como para arrendar. E este contexto, que abrandou o número de transações de venda, teve efeitos no ritmo de crescimento do preço da habitação em ambos os mercados, que carecem de oferta - ainda que no arrendamento comece a haver sinais de uma viragem com um aumento das casas disponíveis. Quanto a 2024 há vários motivos para olhar com otimismo: os especialistas ouvidos pelo idealista/news acreditam que a procura de casas para comprar vai voltar a ganhar força assim que os juros nos créditos habitação começarem a cair de forma mais expressiva. E o simplex dos licenciamentos deverá estimular a colocação de casas no mercado de compra e venda – apesar de haver riscos. Por outro lado, há quem acredite que o Mais Habitação vai continuar a reforçar o stock de casas no mercado de arrendamento e baixar rendas, sendo que também há quem discorde e diga que as medidas estão a afastar proprietários. Afinal, como se vai comportar o imobiliário em Portugal este ano? Neste artigo, antecipamos as tendências.
“Risco de bolha imobiliária surge por subida de preços injustificada”
O acesso à habitação em Portugal está cada vez mais difícil, sobretudo, para as famílias com salários médios e baixos.
Comprar casa: municípios junto a Lisboa são os mais procurados
Ter uma casa própria continua a estar no topo das prioridades para muitas famílias. E, por isso mesmo, a procura de casas para comprar em Portugal continuou dinâmica (e bem superior à oferta) ao longo de 2023, numa altura em que a aquisição estava mais protegida pela legislação dada a exigência de apresentar a licença de utilização da habitação (este ano já não é assim). Mas esta procura de casas à venda foi-se adaptando ao atual contexto de incerteza, marcado pela perda de poder de compra e altos juros nos empréstimos bancários, observando-se um reforço da procura de habitação nas zonas periféricas das grandes cidades, sobretudo de Lisboa. São precisamente os municípios que rodeiam a capital os 17 mais procurados para comprar casa em 2023, apesar de mais de metade destes concelhos oferecerem preços medianos superiores a 300 mil euros.
Portugueses compram casas mais baratas e pedem mais dinheiro à banca
As famílias residentes em Portugal continuaram a comprar casas mais baratas e a contratar crédito habitação de menor valor no final de 2023, de forma a adaptar-se ao atual contexto marcado pelos elevados preços da habitação, juros e custo de vida.
Morar na Madeira: vantagens e desvantagens de viver numa ilha
A Ilha da Madeira é um verdadeiro oásis no atlântico, tem conquistado o coração de muitos que procuram um lugar paradisíaco para chamar de lar.
Simplex do urbanismo: prós e contras segundo investidores e promotores
Há muito que os vários players do setor imobiliário – promotores, investidores e mediadores, entre outros – reclamam mudanças nos processos de licenciamento. Menos burocracia, mais rapidez, exigem. Tudo em prol do aumento da oferta de casas no mercado. O novo ano trouxe novidades, com a entrada em vigor do simplex dos licenciamentos urbanísticos: o Decreto-Lei n.º 10/2024. “Regra geral, o simplex trouxe notícias animadoras para o setor imobiliário, tendo sido um diploma de vários prós”, começa por dizer ao idealista/news Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). “Levanta-se [no entanto] a dúvida de saber se não terá ido longe de mais em alguns casos”, acrescenta.
As melhores casas com ginásio em Portugal
Ano novo, vida nova! Rara é a lista de objetivos de ano novo que não tenha um ou dois tópicos dedicados à "dieta" ou à "inscrição no ginásio". E se o fizeres sem sair de casa?
Simplex permite venda de casa sem licença - os riscos para quem compra
Em Portugal, há falta de habitação disponível e a custos acessíveis. E esta é uma questão urgente que o novo simplex dos licenciamentos urbanísticos se propõe a resolver, ajudando a colocar mais casas no mercado através da reconversão de imóveis comerciais em habitação, da eliminação de licenças ou ainda mediante a uniformização e simplificação dos licenciamentos nas autarquias. Este diploma - que o Presidente da República promulgou no dia 4 de janeiro limitando as simplificações às que tenham “repercussão direta na promoção de mais habitação" - traz várias novidades também no que diz respeito à compra e venda de casas, já que deixa de ser obrigatório apresentar, por defeito, a licença de utilização na hora da aquisição. Mas esta nova prática traz perigos para as famílias e os investidores, uma vez que correm o risco de assumir a compra de casas com construções ilegais e verem-se depois inibidos de conseguir contratar um crédito habitação, além de outros, avisa Jorge Batista da Silva, Bastonário da Ordem dos Notários, em declarações ao idealista/news.
Casas à venda em Portugal ficaram 5,3% mais caras em 2023
Mesmo num ano marcado pela descida do número de casas vendidas, os preços das casas à venda em Portugal voltaram a subir 5,3% em 2023, tendo em conta os dados de dezembro de 2023 e do mesmo mês do ano passado. Isto acontece porque, apesar da procura de casas para comprar ter abrandado ao longo do ano, devido a perda de poder de compra por via da inflação e dos altos juros nos créditos habitação, a oferta de habitação no nosso país continua a ser escassa. E este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas à venda ficaram mais caras em 17 capitais de distrito em 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (32,1%), aponta o índice de preços do idealista. Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 6,1% e no Porto 6,5% durante o mesmo período.
Portugueses compram menos casas e cidadãos de fora da UE investem mais
Comprar casa em Portugal continua a ser um desafio difícil de superar para muitos portugueses devido aos preços praticados, quer no caso de habitações novas quer de existentes. Preços esses que voltaram a subir no segundo trimestre em termos homólogos, conforme mostram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). A verdade é que, por outro lado, vende-se menos casas, nomeadamente a portugueses, um indicador que dá força à crise habitacional que se vive no país, marcada por falta de oferta de habitação, sobretudo a valores acessíveis à chamada classe média. Paralelamente, os estrangeiros de fora da União Europeia (UE) continuam atentos ao mercado residencial nacional.
IMI e IMT: o que mudou nestes impostos?
Todos os anos o Orçamento de Estado traz novidades e, este ano, uma delas refere-se às alterações efetuadas aos impostos relativos aos imóveis, ou seja, ao IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) e ao IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis).
Mas, antes de conheceres as novid
Onde é que os estrangeiros preferem viver em Portugal?
Muitos dos estrangeiros que chegam a Portugal deixam-se encantar pelo país. O clima, a segurança, as paisagens, as praias e o custo de vida do país luso não deixam as famílias estrangeiras indiferentes. E muitas resolvem mesmo procurar casas para comprar ou arrendar pelos vários pontos geográficos. Além dos territórios tradicionalmente mais atrativos para estas famílias, há outros municípios com menos de 5.500 habitantes muito procurados pelos estrangeiros, como é o caso de Alcoutim, em Faro, e Porto Moniz, na Madeira. Estudo do idealista revela quais são os municípios com baixa densidade demográfica mais procurados pelos estrangeiros para comprar ou arrendar casa em Portugal.
Pagar prestação da casa sem esforço? Salário exigido duplica em 4 anos
O mercado de habitação muito mudou nos últimos quatro anos em Portugal. Os preços das casas à venda continuaram a subir mesmo durante a pandemia da Covid-19. Mas os rendimentos disponíveis das famílias não acompanharam esta evolução, ficando até mais pressionados pela alta inflação.
Vendas expresso: 27% das casas fica menos de 7 dias no mercado
O atual contexto económico, marcado pela alta inflação e pela subida dos juros no crédito habitação, tem arrefecido a venda de casas em Portugal – é certo. Mas a procura de casas continua a ser bem superior à oferta disponível no mercado. E há certos tipos de habitações mais procurados que outros, sendo, por isso, vendidos mais rápido. Os dados mostram isso mesmo: cerca de 27% das casas compradas em junho estiveram anunciadas no idealista menos de uma semana. Já 12% esteve no mercado entre uma semana e um mês, 31% entre um e três meses, 24% entre três meses e um ano e 6% mais de um ano, mostra um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Comprar casa para depois arrendar rendeu 6,9% entre abril e junho
A falta de habitação para arrendar em Portugal é uma realidade. Tanto que o Governo está empenhado em aumentar a oferta com várias medidas desenhadas no Mais Habitação, sobretudo direcionadas para habitação acessível.
Crédito da casa: revisão da taxa de esforço pode acarretar mais riscos
A Deco defende que a revisão da taxa de esforço no acesso a crédito poderá levar a mais riscos de futuro e que é preciso medidas que ajudem já as famílias a pagar os empréstimos.
M2 das casas para os bancos atinge novo recorde de 1.510 euros em maio
A venda de casas tem vindo a cair em Portugal. Mas o valor do metro quadrado para os bancos não para de crescer.
CGD já reestruturou 8.000 créditos habitação e estuda mais medidas
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) disse que já foram reestruturados 8.000 créditos habitação e que o banco está a estudar medidas para que mais famílias que entrem em dificuldades consigam pagar os seus empréstimos. Em cima da mesa está, por exemplo, um apoio complementar à bonificação dos juros e fixação da prestação.
Marcelo pede reflexão sobre condições do crédito habitação
O Presidente da República considera essencial uma reflexão sobre crédito habitação em matéria de prazos, taxas e prestações, salientando as nefastas consequências sociais resultantes da subida dos juros e o atual período positivo da banca.