a soares da costa ganhou a adjudicação de obras no valor de 21,7 milhões de euros, segundo o comunicado que a empresa publicou junto da comissão do mercado e dos valores mobiliários (cmvm).
a aiccopn - associação dos industriais da construção civil e obras públicas alertou esta segunda-feira que os dados relativos às insolvências de empresas de construção e imobiliário atingiram "registos de extrema gravidade", com uma "mortalidade" média diária de 29 empresassegundo o diario económico
a câmara municipal de mafra e a assembleia municipal aprovaram, terça-feira, a isenção temporária do pagamento das taxas referentes à construção, ampliação, reconstrução ou alteração de edifícios.
o governo vai criar um regime excepcional para cauções no sector da construção, que está em crise a não dá sinais de melhoria. a comprová-lo estão os números, nomeadamente no que diz respeito às insolvências e ao crédito malparado.
o ministro da economia, álvaro santos pereira, anunciou esta terça-feira, na comissão parlamentar de economia e obras públicas, que o governo vai adoptar medidas de carácter excepcional e temporário para o sector da construção.
o ministério da economia está a preparar um pacote de medidas dirigido ao sector da construção, como por exemplo a libertação mais rápida das garantias exigidas às empresas e a redução de custos associados a alvarás e às cauções e garantias.
a concessionária da auto-estrada madrid-toledo, em espanha, que é participada pelo banco espírito santo (bes) e pela construtora mota-engil, declarou falência.
as obras de modernização que a parque escolar ia fazer em metade das 34 escolas secundárias e que foram suspensas pelo ministro da educação, nuno crato, em agosto do ano passado, só vão começar em 2014.
a confederação portuguesa da construção e do imobiliário (cpci) considera que os aumentos do crédito malparado, do número de insolvências e do desemprego são “ingredientes de uma catástrofe anunciada” no sector.
o banco de portugal vai realizar este ano uma nova verificação e avaliação das carteiras de crédito dos bancos, relativas aos sectores da construção e promoção imobiliária, depois da análise da “troika” feita em 2011.
desde o inicio do ano, 811 empresas do sector da construção e do imobiliário já pediram insolvência, o que dá uma média de quase cinco companhias por dia. trata-se de um aumento de 64% face ao mesmo período do ano passado.
a empresa de construção sá machado & filhos, de vila verde, viu-se obrigada a despedir 75 trabalhadores devido à situação económica do país, já que se registou uma queda abrupta do sector da construção civil e obras públicas.
a produção na construção aumentou 12,4% na zona euro em março, face ao mês anterior, mas portugal registou a segunda maior descida na comparação mensal e a primeira, na homóloga, indicam dados divulgados esta segunda-feira pelo eurostat.
a associação de empresas de construção, obras públicas e serviços (aecops) voltou a pedir ao governo para adoptar medidas urgentes que visem baixar as cauções que as empresas pagam nos contratos públicos, à semelhança do que acontece nos açores e na madeira.
a construção está a atravessar uma das piores fases de sempre. segundo dados do instituto nacional de estatística (ine), as expectativas de evolução da actividade no sector da construção e das obras públicas atingiram novos mínimos em março.
os projectos da mota-engil fora de portugal só devem avançar se estiver garantido o financiamento através das instituições financeiras nos respectivos países.
reis campos, presidente da associação dos industriais da construção civil e obras públicas do norte (aiccopn), disse que os ajustes directos (obras adjudicadas sem a existência de concursos), que segundo a lei só devem ocorrer em casos específicos, passaram a ser regra em portugal.
segundo um relatório da associação dos industriais da construção civil e obras públicas do norte (aiccopn), as autarquias demoram, em média, 238 dias a pagar as obras públicas, o valor mais alto em três anos, ultrapassando em 178 dias o prazo máximo legalmente estabelecido, que são 60 dias.
as acções da construtora mota-engil estavam a subir, esta manhã, 11,10%, para 1,231 euros. em causa estão os resultados apresentados ontem pela empresa, relativos a 2011, que dão conta de um lucro de 52,03 milhões de euros, mais 29,6% face a igual período do ano passado (40,14 milhões).
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