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Despesas

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Hábitos de consumo das famílias portuguesas mudam “à boleia” da pandemia

Os hábitos de consumo dos portugueses mudaram bastante com o aparecimento da pandemia da Covid-19, desde logo porque as pessoas passaram a estar mais tempo em casa. Na prática, boa parte do orçamento familiar está a ser canalizado para gastos relacionados com a vida em casa, como por exemplo produtos alimentares, água, eletricidade, gás e outros combustíveis. Por outro lado, a despesa com vestuário, calçado, transportes e viagens é menor. 

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Como equilibrar o orçamento familiar no cenário pós-moratórias

Muitas famílias e empresas recorreram às moratórias bancárias criadas pelo Governo para dar resposta à crise da pandemia da Covid-19. Mas este regime, que permite suspender o pagamento de prestações ao banco, nomeadamente as relativas ao crédito à habitação, vai chegar ao fim este ano – o Executivo está a estudar, no entanto, a possibilidade de vir a ser prolongado. Como prevenção é palavra de ordem, com ou sem crise pandémica, apresentamos alguns conselhos que podem ser úteis para evitar entrar em sobre-endividamento.

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Quanto gastaram as autarquias com a pandemia e que municípios tiveram mais despesas?

Quanto gastaram as autarquias com a pandemia e que municípios tiveram mais despesas? Segundo o Tribunal de Contas (TdC), entre março e setembro de 2020, as autarquias locais do continente pagaram 166,1 milhões de euros em despesas relacionadas com o combate à Covid-19, sendo o ranking liderado por Cascais, com uma despesa de quase 20,3 milhões de euros. 

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Quanto gastam as famílias em comunicações? Portugal ligeiramente abaixo da média da UE

Em 2019, as famílias dos países da UE gastaram 175 mil milhões de euros em “comunicações”, o equivalente a 1,3% do PIB. Em causa estão, por exemplo, serviços postais, equipamento e serviços de telefone. Trata-se, segundo dados recentes do Eurostat, de uma despesa que representa 2,4% dos gastos totais de consumo das famílias. Em Portugal, estas despesas ficaram ligeiramente abaixo da média europeia (2,2%).

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Despesas das famílias portuguesas com habitação, água, luz e gás representam 17,6% do orçamento

Em 2019, numa era pré-Covid-19, as famílias da União Europeia (UE) gastaram mais de 1.700 mil milhões de euros (12,3% do PIB da região) em “habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis”, segundo dados divulgados pelo Eurostat. A lista é liderada pela Finlândia, com 28,8% das despesas relacionadas com a casa e a sua gestão, enquanto Malta se encontra na cauda da tabela (12,3%). Em Portugal, estas despesas têm um peso de 17,6%, menos que na média da UE: 23,5%.

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Portugueses são dos europeus com menos capacidade para pagar contas

Os portugueses são dos europeus com menos capacidade para pagar contas. Esta é uma das conclusões de estudo da Intrum, realizado entre agosto e outubro, ou seja, em plena pandemia da Covid-19. Segundo o mesmo, mais de metade (59%) dos portugueses fica com menos de 20% do rendimento após pagar as contas, na sequência da crise pandémica.

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Gastos com carros, mobílias, computadores e telemóveis disparam com a pandemia

No terceiro trimestre do ano, em pleno verão marcado pela pandemia da Covid-19, os portugueses abriram os “cordões à bolsa” aos chamados bens duradouros, como por exemplo automóveis, mobília, computadores ou telemóveis. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as despesas de consumo final das famílias residentes em Portugal neste tipo de bens atingiu 3182,6 milhões de euros, o valor mais elevado desde o final de 2000.

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Teletrabalho obrigatório: a quem cabe pagar as despesas e garantir os equipamentos?

Em regime de teletrabalho, existem gastos que o trabalhador tem de suportar, como os de eletricidade, gás, água ou até internet. Serviços que, apesar de serem despesas habituais das famílias, aumentam devido ao trabalho ser feito desde casa. Muitos tiveram mesmo de adquirir equipamentos para melhor desempenharem as suas funções (como impressoras e respetivos consumíveis, secretárias ou cadeiras adequadas). E de quem é afinal a responsabilidade de assumir os pagamentos destas faturas, do trabalhador ou do empregador? Analisamos tudo, com fundamento jurídico.

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