Crédito ao consumo desacelera em Portugal

Crédito ao consumo a desacelerar: baixa 3,5% em agosto face há um ano

Em agosto, o montante emprestado em crédito ao consumo foi de 648,5 milhões de euros, mais 4,6% face a julho (620,0 milhões de euros) mas menos 3,5% que em agosto do ano passado (671,8 milhões de euros). Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (16 de outubro de 2023) Banco de Portugal (BdP).
acesso à habitação

Acesso à habitação pior que em 2008 – e juros agravam cenário

O acesso à habitação via crédito bancário em Portugal continua a degradar-se, e está pior que na última crise financeira em 2008, segundo o Banco de Portugal (BdP). Estudo do regulador mostra que o esforço financeiro para comprar uma casa, no final de 2022, “situava-se em valores elevados, cerca de 11% acima dos máximos observados em 2007-2008”.
Euro em queda

Incerteza sobre a evolução das taxas de juro “afunda” o euro

A cotação do euro face ao dólar tem sido prejudicada nos últimos dias pelas dúvidas sobre o que acontecerá às taxas de juro nos próximos meses. Apesar de parte do mercado acreditar que o fim dos aumentos das taxas de juro já chegou, cresce também a possibilidade de que o recente aumento dos preços do petróleo e do gás possa aumentar as pressões inflacionistas e conduzir a novos aumentos no futuro.
prestação da casa

Prestação da casa com desconto de 30% por 2 anos – como vai funcionar?

Para tentar colmatar o impacto da subida das taxas de juro no orçamento das famílias, o Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, 21 de setembro de 2023, novas medidas para baixar e estabilizar as prestações da casa. A redução consegue-se com a aplicação de um indexante correspondente a 70% da Euribor durante dois anos, assegurando sempre que o valor em dívida do crédito habitação não aumenta. Ao que tudo indica, os bancos estarão preparados para receber candidaturas a partir de 2 de novembro. Explicamos o que está em causa e como vai funcionar este apoio.
Juros estabilizam nos EUA

Fed deixa taxas de juro inalteradas – entre 5,25% e 5,50%

A Reserva Federal (Fed) norte-americana decidiu esta esta quarta-feira (20 de setembro de 2023) deixar as taxas de juro inalteradas, entre 5,25% e 5,50%, após 11 subidas desde março de 2022. A Fed já tinha feito uma pausa na subida das taxas de juro em junho passado, mas em julho voltou a subi-las para o nível mais alto em 22 anos.
apoios crédito da casa

Apoios ao crédito da casa devem ser aprovados esta semana

O Governo está a preparar apoios às famílias com crédito habitação. As medidas deverão ser aprovadas no Conselho de Ministros da próxima quinta-feira, 21 de setembro de 2023. Para tal, o Executivo tem estado a “trabalhar de forma muito intensa nos últimos meses” com o Banco de Portugal e com a Associação Portuguesa de Bancos para atenuar o impacto da sucessiva subida das taxas de juro e, assim, “construir uma solução que seja eficaz, sólida para as famílias portuguesas”, adiantou o ministro das Finanças, Fernando Medina.
Preço das casas Reino Unido

Preços das casas no Reino Unido caem ao ritmo mais rápido desde 2009

O mercado imobiliário do Reino Unido continua a enfrentar dificuldades. E o cenário agudizou-se: o custo médio de uma casa caiu 5,3% em agosto face ao ano passado – trata-se da maior quebra registada desde julho de 2009, no auge da crise financeira global. O preço médio das casas caiu para 259.153 libras, menos 14.600 libras que em agosto de 2022, segundo a Nationwide Building.
prestação da casa

Prestação média da casa aumentou mais de 40% num ano

A escalada dos juros continua (e parece ter vindo para ficar), o que significa que a prestação da casa a pagar ao banco não para de aumentar. Em julho, a prestação média do crédito habitação fixou-se em 370 euros, mais nove euros que em junho e mais 106 euros que em julho de 2022.
Vitor Constâncio

Vítor Constâncio defende pausa na subida dos juros

O ex-governador do Banco de Portugal (BdP), Vítor Constâncio, defende uma pausa na subida dos juros e, se dependesse de si, já devia ter parado nos 3,25%. Ainda assim, lembra que as críticas públicas ao BCE, “mesmo quando feitas por importantes autoridades políticas, não têm qualquer efeito sobre as decisões de política monetária".
Como estão a evoluir os juros no mundo

BCE vai continuar a subir juros: assim estão a evoluir pelo mundo

Esta é uma pergunta que muitas pessoas colocarão: quando vai o Banco Central Europeu (BCE) parar de subir as taxas de juro diretoras, que num ano – entre junho de 2022 e junho de 2023 – subiram 400 pontos base para 4%? Em julho não será, segundo anunciou Christine Lagarde, presidente do regulador europeu. A verdade é que são vários os bancos centrais que estão a subir as respetivas taxas de juro, como é possível ver na imagem.
Taxas de juro vão continuar a subir

BCE vai voltar a subir taxas de juro em julho, avisa Lagarde

O combate à alta taxa de inflação que se faz sentir na Zona Euro não permite ao Banco Central Europeu (BCE) tirar o pé do acelerador, o que significa que as taxas de juro vão continuar a aumentar, revelou esta terça-feira (27 de junho de 2023) em Sintra, na abertura do Fórum do BCE, a presidente do regulador europeu, Christine Lagarde. O anúncio da próxima subida das taxas diretoras tem, assim, data definida: 27 de julho de 2023.
Taxa de juros a subir

Taxas de juro podem ficar altas mais tempo que o previsto, avisa BIS

O Banco Central Europeu (BCE) voltou a subir as taxas de juro diretoras 25 pontos base, elevando a taxa de financiamento para 4%, o nível mais elevado desde 2008. E com o objetivo de continuar a baixar a taxa de inflação na Zona Euro até aos 2%, Christine Lagarde, presidente do regulador europeu, já deixou a porta aberta a novos aumentos. No seu mais recente relatório, o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS, na sigla inglesa) traçou o mesmo cenário, antevendo que as taxas de juro podem permanecer altas mais tempo que o previsto.
Marcelo Rebelo de Sousa sobre a economia portuguesa

Portugal vive uma "dupla realidade" a nível económico, diz Marcelo

O Presidente da República defendeu esta sexta-feira (16 de junho de 2023) que o país vive uma “dupla realidade”, onde os números gerais da economia apontados como muito bons demoram tempo a chegar “ao bolso das famílias”. “Isto são os números gerais, mas a projeção dos números nas famílias demora tempo (…) porque os juros para a habitação e para crédito ao consumo ainda estão elevados”, realçou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas no Seixal, Setúbal.
Japão

Banco do Japão mantém taxas de juro negativas

O Banco do Japão decidiu manter intacta a estratégia de flexibilização monetária, que inclui taxas ultrabaixas, à espera de mais sinais positivos de crescimento económico e desaceleração da inflação. A decisão foi tomada por unanimidade na segunda reunião do conselho de política monetária do banco c
Países mais vulneráveis da OCDE

Os países mais vulneráveis da OCDE à subida dos juros do BCE são…

Portugal é o país mais vulnerável do chamado grupo das nações mais desenvolvidas do mundo à subida das taxas de juro e à descontinuação dos programas de dinheiro barato do Banco Central Europeu (BCE). Que o diz é a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no seu estudo anual sobre perspetivas (outlook) de endividamento das mais de três dezenas de países do clube da OCDE.