Casas para arrendar em Portugal

Arrendar casa em Portugal: oferta disparou mais de 60% no verão

A procura de casas para arrendar em Portugal continua em alta e bem superior à oferta de habitação disponível, o que tem alimentado a subida das rendas mês após mês. Mas têm-se sentido mudanças no arrendamento, nomeadamente a chegada de mais habitações ao mercado, facto que pode estar relacionado com as recentes alterações legislativas ao nível da redução de impostos sobre os rendimentos prediais (entre outras). Embora não chegue para equilibrar a procura, a oferta de habitação para arrendar em Portugal subiu 61% no terceiro trimestre de 2024 face à estava disponível no mesmo período de 2023, revela a análise de dados do idealista, editor deste boletim.
Mulheres no imobiliário

"Seria fundamental haver um pacto entre partidos para a habitação”

A WIRE (Women in Real Estate) chegou a Portugal no início de 2022, para facilitar e promover o networking entre mulheres profissionais do mercado imobiliário, sendo que já existia em vários países europeus. Em jeito de balanço, Filipa Arantes Pedroso, presidente da associação, conta que a WIRE começou com 19 associadas e que já tem mais de 80. Mas há ainda um caminho a percorrer. “O que queremos neste momento é ter mais impacto junto das instituições, junto do Governo, até. Que nos oiçam e que oiçam o que temos a dizer”, revela ao idealista/news.
Casas à venda em Portugal

Casas à venda em Portugal: oferta sobe 5% no verão (mas desacelera)

A compra de casa em Portugal está a ganhar força com a descida dos juros no crédito habitação e da inflação. Prova disso é que a venda de habitações subiu pela primeira vez em dois anos, no segundo trimestre. Esta maior absorção de imóveis no mercado ajuda a explicar que, apesar de a oferta de casas à venda estar a aumentar no nosso país, esteja a verificar-se um desaceleramento nos últimos meses. Segundo os dados analisados pelo idealista (editor desta newsletter), o stock do parque habitacional português disponível para venda no terceiro trimestre de 2024 subiu 5% num ano, enquanto no trimestre anterior o aumento da oferta foi de 10%.
Vender a casa rápido

Venda de casas expresso: 10% da oferta fica menos de 7 dias no mercado

Quando os proprietários colocam uma casa à venda, uma das principais questões que paira sobre a sua mente prende-se precisamente com o tempo de venda. A verdade é que tudo depende de vários fatores, como a localização, áreas e o preço da casa, por exemplo. As habitações no mercado que vão ao encontro dos orçamentos e das necessidades das famílias tendem a ser vendidas mais rápido. E, talvez por isso, é que cerca de 10% das casas à venda anunciadas no idealista em julho saíram do mercado em menos de uma semana. Já 22% das casas para comprar esteve no mercado entre uma semana e um mês, 28% entre um e três meses, 31% entre três meses e um ano e 9% mais de um ano, mostra a análise publicada pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa e editor desta newsletter.
O que esperar do mercado imobiliário na Europa

O que esperar do mercado imobiliário europeu? As previsões da S&P

A Standard & Poor’s (S&P) reviu em alta as suas previsões para os preços da habitação europeia para 2024, graças à resiliência dos mesmos em 2023. De acordo com a agência de notação financeira, a recuperação mais rápida que o esperado no crédito habitação deve-se principalmente ao forte mercado de trabalho europeu. Embora os mercados imobiliários na maioria dos países tenham atingido mínimos, a S&P continua a prever um aumento moderado dos preços nominais da habitação no período 2024-2027. 
Nadia Calviño

BEI junta especialistas em prol da habitação acessível e sustentável

O Grupo Banco Europeu de Investimento (BEI) reuniu, pela primeira vez, mais de 300 peritos, decisores políticos e representantes de instituições da União Europeia (UE), municípios e ministérios nacionais com o objetivo de reforçar o apoio financeiro para aumentar a oferta de habitação sustentável e a preços acessíveis em toda a Europa. 
Oferta de casas à venda em Portugal

Casas à venda em Portugal: oferta volta a subir 10% no 2º trimestre

A venda de casas em Portugal continuou a cair no arranque de 2024, apesar de os juros no crédito habitação já estarem a descer há vários meses. Esta menor procura de casas à venda no país está a ter impacto na evolução dos preços, que têm vindo a subir de forma mais lenta. E também se tem refletido no aumento da oferta de habitações disponíveis para comprar. É isso mesmo que mostram os dados analisados pelo idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa e editor deste boletim: o stock do parque habitacional português disponível para vender no segundo trimestre de 2024 subiu 10%, face ao que estava disponível no mesmo período de 2023.
Descida do IVA na construção para 6%

Descida do IVA na construção para 6% “é uma medida difícil de modelar”

A redução do IVA na construção, de 23% para 6%, foi uma das propostas apresentadas pelo Governo no pacote Construir Portugal. Uma ideia, de resto, defendida pela generalidade dos players do setor imobiliário há já muito tempo, tendo em vista o aumento da oferta de casas no mercado. Uma medida a implementar até ao fim da legislatura, anunciou o Executivo. Trata-se, diz agora o ministro das Finanças, Miranda Sarmento, de “uma medida difícil de modelar”.
Imóveis devolutos do Estado

Mais casas (e mais baratas) com reabilitação de devolutos do Estado

O Estado é um dos maiores proprietários do país, estando muitos dos seus imóveis subtilizados e degradados. Afinal, ao longo dos últimos anos faltaram iniciativas para recuperar estes imóveis públicos devolutos e colocá-los no mercado residencial, apesar de a crise da habitação em Portugal se continuar a agravar a olhos vistos. Foi neste sentido que o Governo de Montenegro propôs criar um regime legal para que haja uma “injeção semiautomática de imóveis devolutos” públicos no mercado, sobretudo para habitação. Esta é uma medida “fundamental”, que tem potencial de subir a oferta de habitação, promover a reabilitação dos centros urbanos e até de reduzir o preço das casas, defendem os especialistas de mercado ouvidos pelo idealista/news. O grande desafio está na articulação da medida entre o Estado, as autarquias e os privados, apontam.

“Habitação é dos maiores desafios com os quais teremos de lidar”

Portugal está mergulhado numa crise na habitação e são muitas as pessoas que sentem dificuldades em comprar ou arrendar casa. A discussão em tornos das medidas a aplicar no setor para aumentar a oferta de habitação no mercado tem subido de tom nos últimos meses, tendo o anterior Governo e o atual apresentado pacotes – Mais Habitação e Construir Portugal, respetivamente – que visam dar respostas às necessidades existentes. Para Joana Almeida, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa (CML) com o pelouro do Urbanismo, a habitação é mesmo “um dos maiores desafios” com os quais se terá de “lidar nos próximos anos”.
Construção de casas com apoio do PRR

Atrasos na construção de casas com apoio do PRR sem penalizações

As câmaras vão assinar um termo de responsabilidade que permite acelerar a construção de casas a custo acessível com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) antes do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) aprovar as candidaturas. Já após as obras estarem lançadas, o IHRU fará a análise das candidaturas, sendo que se houver alguma retificação a fazer não haverá penalizações.
Governo quer dar resposta à crise na habitação

Crise na habitação: Governo quer acabar com "visão punitiva" no mercado

O ministro da Presidência recusou que o Governo esteja a liberalizar e a desregular o mercado da habitação, contrapondo que o objetivo é equilibrar regras e acabar com uma visão punitiva que castigava o investimento. Esta posição foi defendida por António Leitão Amaro, em conferência de imprensa, no final de um Conselho de Ministros em que anunciou a revogação de medidas tomadas pelo anterior executivo socialista ao nível do Alojamento local (AL) ou do arredamento forçado ou coercivo.
Comprar casas no campo

Viver no campo: a moda da pandemia virou tendência no pós-covid?

O modo de vida dos portugueses foi – e muito – moldado pela pandemia da Covid-19. Os confinamentos mostraram a importância de viver em casas com áreas maiores e com espaços ao ar livre. E o teletrabalho, que se massificou em 2020, criou a possibilidade de trabalhar à distância. Tudo isto acabou por criar uma tendência em Portugal: viver no campo, em contacto com a natureza e longe dos grandes centros urbanos. Até porque aqui as casas para comprar tendem a ser mais baratas. Mas será que esta tendência veio para ficar? Ao que tudo indica, sim (e até está reforçada): os dados do idealista/data revelam que a procura de casas à venda disparou em 81% dos concelhos com menos de 10 mil habitantes entre o início de 2020 e o arranque de 2024. E contam-se mesmo 48 municípios menos populosos do interior e ilhas onde o interesse em adquirir casa mais que duplicou neste período.
Crise na habitação em Portugal

Crise na habitação? Há mais de 154 mil casas vazias e... sem "dono"

A crise da habitação em Portugal tem duas faces, como uma moeda. A alta procura de casas está na “cara”. E a falta de oferta de habitação é a “coroa”, o núcleo estrutural do problema. Acontece que há mais casas para vender ou arrendar sem necessidade de obras do que carências habitacionais em Portugal, marcadas sobretudo por situações de sobrelotação, tal como concluiu o Instituto Nacional de Estatística (INE) na sua análise à Habitação publicada esta quarta-feira, dia 8 de março. Ainda assim, Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, diz que é preciso “construir e reabilitar mais” casas no país. O que está em falta em Portugal são casas no mercado a preços acessíveis e compatíveis com os salários das famílias.
Salão Imobiliário de Portugal (SIL) abre portas

Habitação acessível? "Ainda não há uma solução a breve prazo à vista”

Quatro dias a falar de habitação, reabilitação, imobiliário e construção em Lisboa. A 27ª edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) abre portas esta quinta-feira na FIL – realiza-se em conjunto com a Tektónica e termina domingo (5 de maio de 2024), e o idealista volta a ser media partner – e promete ser um sucesso. São esperados mais de 25.000 visitantes, diz Sérgio Runa, gestor do SIL, em entrevista ao idealista/news, deixando um alerta sobre o setor da habitação no país: “Se, por um lado, o facto dos resultados do primeiro trimestre terem sido positivos a nível de volume de transações, com um aumento de 4,5% face ao período homólogo, o que deixa o mercado um pouco mais otimista, por outro lado, os elevados custos de construção e a consequente ausência de habitação acessível ainda não tem uma solução a breve prazo à vista”. 
Casas à venda em Portugal

Casas à venda em Portugal: oferta subiu 11% no início de 2024

A venda de casas em Portugal tem vindo a arrefecer, registando uma queda homóloga de 11,4% na reta final de 2023, segundo apurou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Mas a verdade é que este foi mesmo o menor recuo na venda de casas no país no último ano, dando sinais de recuperação. Ainda assim, o que é bem visível é que este menor número de transações residenciais, a par de outros fatores, estará a contribuir para um aumento da oferta de casas para comprar no mercado. Isto porque o stock do parque habitacional português disponível à venda subiu 11% no primeiro trimestre de 2024 face ao que estava disponível no mesmo período de 2023, segundo os dados analisados pelo idealista, o principal marketplace imobiliário do sul da Europa e editor deste boletim.
Construção de casas em Esposende

Esposende altera Estratégia Local de Habitação e constrói 104 casas

A Câmara Municipal de Esposende (CME) vai construir 104 fogos habitacionais no concelho, sendo 91 destinados ao arrendamento a custos controlados e os restantes 13 ao realojamento das famílias visadas pela intervenção de requalificação de Pedrinhas/Cedovém, em Apúlia, foi anunciado esta quinta-feira (11 de abril de 2024).