Ter uma casa nova pode estar à distância de um golpe de sorte. Isto porque o Lidl, através do seu programa de fidelização Lidl Plus, e a Remax vão oferecer oito casas num concurso que tem tudo para ser inovador no setor imobiliário. Concurso esse que envolve mais de um milhão de euros. “A decorrer entre os dias 20 de setembro e 14 de novembro, oito clientes do Lidl terão a oportunidade de ganhar um cheque-oferta Remax no valor de 150.000 euros para adquirir um imóvel, na tipologia de moradia ou apartamento, através da imobiliária”, referem as empresas, em comunicado.
Comprar casa em Portugal parece impossível? Desde T0 a T4, fizemos uma seleção de casas para todos os gostos. Todas têm elevador e estão à venda por preços até 100 mil euros.Não deixes escapar a tua oportunidade.
Em Guimarães, a falta de oferta de habitação é um problema histórico, tal como escreveu o idealista/news em abril de 2019. E mais de dois anos depois pouco ou nada mudou.
Muita procura para pouca oferta. Este é o retrato do mercado imobiliário de Sines, que tem visto os preços subir, (também) à boleia dos novos investimentos anunciados para a região nas áreas da tecnologia e energia.
A pandemia está a ter efeitos diretos na habitação, a vários níveis. No caso da procura sobre a oferta, o impacto manifesta-se de forma distinta no mercado de arrendamento e no mercado de venda de casas, e segundo as diferentes regiões do país.
O mercado imobiliário, à semelhança de muitos outros setores económicos, está a sentir os efeitos da Covid-19. Mas afinal como se estão a comportar a oferta e a procura de casas para comprar em Portugal com a pandemia?
As estratégias locais de habitação entregues por 154 municípios no âmbito do 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação abrangem 16 mil famílias, anunciou esta quarta-feira (19 de fevereiro de 2020) o Governo.
Os anos passam e a frase “faltam casas em Lisboa” continua a fazer eco. As classes média e média baixa vão sendo, de resto, “empurradas” para a periferia da capital, porque a oferta continua a não ser suficiente para colmatar a elevada procura. Lisboa precisaria de pelo menos 10 mil novas casas por ano para fazer frente às necessidades atuais.
Para satisfazer a procura existente em Portugal teriam de ser construídas pelo menos 70.000 casas por ano nas duas principais cidades do país, Lisboa e Porto. O alerta é dado por Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária em Portugal (APEMIP).
Mais um sinal de que o setor imobiliário aparenta estar em recuperação. Nos primeiros dois meses do ano, a procura de casa “registou um aumento de 30% face” ao período homólogo. Segundo dados do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a procura de imóveis aumentou 25% em Lisboa e 30% no Porto.
a crise no sector imobiliário também parece ter chegado ao segmento de luxo, visto que nos últimos dois anos, o preço destes imóveis baixou cerca de 30%. ainda assim, a procura é escassa, ao contrário da oferta.