
Salários na UE: que países pagam mais e quanto se ganha em Portugal
Os salários médios diferem muito entre os vários países da União Europeia (UE), tal como o custo de vida, existindo várias definições de salário, ordenado e rendimentos, cada uma refletindo diferentes aspetos. Os números mais recentes indicam que, em 2023, o salário médio mensal bruto ajustado para um trabalhador a tempo inteiro variou entre 1.125 euros na Bulgária e 6.755 euros no Luxemburgo, sendo a média da UE de 3.155 euros. Em Portugal, o valor fixa-se em 1.911 euros.

Portugal no Top10 mundial dos países com melhor qualidade de vida
Portugal é o sexto país no mundo com melhor qualidade de vida, com uma classificação de 81,4 pontos, segundo um ranking divulgado recentemente pela Global Citizen Solutions, uma empresa de consultoria especializada em imigração através de investimento.

Lisboa volta a liderar o ranking dos melhores concelhos de Portugal
Lisboa regressou à liderança do ranking dos ratings concelhios de 2024, à semelhança do que aconteceu em 2022 e entre 2017 e 2018. “Numa escala de 1 a 20, o concelho obteve este ano uma pontuação de 14,4, subindo uma posição face ao ano anterior e aumentando em cinco décimas o valor do seu rating”, refere a Marktest.

Os países europeus mais caros e baratos para viver são...
O Luxemburgo tem os preços mais elevados entre todos os países da União Europeia, sendo 52% superiores à média dos Estados-membros. Em particular, a educação é a mais cara no país, sendo 276% superior à média da UE. É, no entanto, o país com os salários mais elevados da Europa. No caso de Portugal, os preços para viver são 14% inferiores aos verificados na média da UE.

Descobre como é morar em São Miguel: a maior ilha dos Açores
São Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores com 137 220 habitantes, oferece uma experiência única de vida, distinta do ritmo frenético das grandes cidades.

Morar em Belmonte: no coração da bela região da Beira Interior
Localizada no coração da bela região da Beira Interior, Belmonte é uma pequena vila com uma grande história e cultura, e com oportunidades únicas de habitação. Com uma população acolhedora e uma paisagem deslumbrante, Belmonte atrai cada vez mais pessoas que procuram uma vida tranquila, com acesso a todas as comodidades necessárias.

Como é viver em Coimbra: a cidade de encanto, sonho e tradição
Bem-vindo a Coimbra, onde cada rua conta uma história e cada edifício respira séculos de conhecimento.

Morar em Leiria: um lugar para viver, sentir e voltar
Desde as suas origens milenares até à modernidade dos dias de hoje, a cidade de Leiria é um lugar onde o passado e o presente se encontram de forma harmoniosa.

Braga no Top 10 das cidades europeias com melhor qualidade de vida
Braga é uma das 10 cidades europeias com maior qualidade de vida. Um estudo coordenado pela Comissão Europeia revela que 94% das pessoas que residem no concelho consideram a cidade minhota como um bom local para viver.

Morar em Aveiro: descobre como é a vida na "Veneza" portuguesa
A cidade Aveiro, conhecida como a "Veneza de Portugal", é uma cidade encantadora situada na região central do país, oferece uma qualidade de vida ímpar e uma atmosfera peculiar.

Lisboa desce no ranking “Qualidade de Vida” e Porto entra: porquê?
Lisboa e Porto ocupam o 39º e 55º lugares do ranking “Qualidade de Vida”, que avalia os aspetos práticos do quotidiano dos expatriados e das suas famílias que trabalham fora do seu país de origem, sendo publicado todos os anos pela consultora Mercer. No caso da capital, houve uma descida de duas posições na tabela face à última edição, já o Porto não estava listado, revela ao idealista/news Tiago Borges, Career Leader da Mercer Portugal, salientando que a crise na habitação que se vive no país não tem repercussões nestas escolhas: “Em termos do ranking (posicionamento relativo) não existe uma penalização específica de Lisboa ou Porto por este aspeto”.

As melhores cidades para viver: Lisboa e Porto no 39º e 55º lugares
Lisboa e Porto ocupam o 39º e 55º lugares do ranking “Qualidade de Vida”, que avalia os aspetos práticos do quotidiano dos expatriados e das suas famílias que trabalham fora do seu país de origem, sendo publicado todos os anos pela consultora Mercer. A liderar a tabela mantém-se a cidade de Viena (Áustria) enquanto Zurique (Suíça) e Auckland (Nova Zelândia) completam o pódio, ocupando a segunda e terceira posições, respetivamente. Copenhaga (Dinamarca) e Genebra (Suíça) fecham o top cinco, pela mesma ordem.

Morar em Lisboa: guia completo para a vida na capital portuguesa
Se estás a considerar viver em Lisboa, este guia completo para a vida na capital portuguesa será sem dúvida o teu melhor amigo. Lisboa é conhecida pela sua história rica, cultura vibrante e estilo de vida frenético, mas ao mesmo tempo relaxado.

Bem-estar em Portugal melhorou, mas qualidade de vida está estagnada
O Índice de Bem-estar (IBE) da população portuguesa recuperou no ano passado os níveis pré-pandemia, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que apontam para um valor acima do verificado em 2019. O índice traduz duas perspetivas de análise, nomeadamente as condições materiais de vida, e a qualidade de vida que, ainda assim, estagnou nos últimos anos.

Portugal é o 10º melhor país para expatriados – está a cair no ranking
Portugal é o 10º melhor país do mundo para expatriados, sendo o Expat Insider 2023 liderado pelo México. Apesar de ter caído face aos últimos rankings (ficou em 4º lugar em 2022 e em 5º em 2021), é o segundo país europeu no top 10, sendo apenas destronado por Espanha, que se encontra na 2ª posição da lista. Um dos pontos positivos apontados a Portugal pelos cidadãos estrangeiros que escolhem o país para trabalhar é a qualidade de vida. E em sentido inverso encontra-se o indicador relacionado com o mercado laboral.

Estas são as cidades mais (e menos) habitáveis do mundo em 2023
Pelo segundo ano consecutivo, a capital austríaca, Viena, leva para casa o galardão de cidade mais habitável do mundo em 2023, seguida por Copenhaga, na Dinamarca. Sydney e Melbourne saltaram no ranking para reivindicar o terceiro e quarto lugares, respetivamente. Em causa está o Índice Global de Habitabilidade 2023 da Economist Intelligence Unit (EIU).

As cidades mais caras do mundo para viver - em que lugar está Lisboa?
A alta inflação e as flutuações do mercado têm afetado – e muito – o custo de vida um pouco por todo o mundo, influenciando a decisão de quem decide trabalhar fora do seu país. Olhando para o custo de vida de 227 cidades do mundo, a Mercer concluiu que a cidade mais cara para os expatriados em 2023 é mesmo Hong Kong, seguida de Singapura e Zurique. Já Lisboa surge na 117ª posição deste ranking, tendo descido 8 lugares face ao ano passado.

Semana de 4 dias: projeto arranca dia 5 de junho com 46 empresas
A semana de 4 dias corre tinta há vários meses. E agora vai mesmo avançar. É no próximo dia 5 de junho que arranca o projeto-piloto da semana de 4 dias em Portugal, com 46 empresas. Juntas estas empresas agregam 20 mil trabalhadores, que vão passar agora a trabalhar 4 dias por semana.

Investir no imobiliário português é boa opção? A resposta em 3 pontos
Vivem-se momentos de incerteza e ao mesmo tempo desafiantes no mercado imobiliário em Portugal, com vários players do setor a reclamarem, no segmento residencial, mais oferta de casas. A procura, essa, continua em alta, nomeadamente por parte de investidores estrangeiros. Será, então, que investir no imobiliário nacional é uma boa opção atualmente, em tempos marcados por uma conjuntura económica preocupante? Há argumentos que ajudam a da uma resposta.

Bairros Saudáveis: programa prorrogado até 30 de junho
Foi durante a pandemia que surgiu o programa Bairros Saudáveis, tendo em vista apoiar intervenções locais de melhoria das condições de saúde e qualidade de vida em territórios vulneráveis em Portugal continental. E desde julho de 2020 (data em que foi criado) até hoje foi alvo de várias prorrogações. Esta quinta-feira, dia 27 de abril, o Governo de António Costa decidiu, uma vez mais, prolongar o programa Bairros Sustentáveis até dia 30 de junho de 2023.

Aprender a ser feliz? Finlândia oferece curso e viagens grátis
A Finlândia foi eleita, pela sexta vez consecutiva, o país mais feliz do mundo, segundo o World Happiness Report de 2023, ranking anual das Nações Unidas que classifica a felicidade em mais de 150 nações ao redor do planeta. E quem quiser aprender a ser feliz com quem sabe, já pode: a Finlândia decidiu lançar um curso grátis para partilhar os “segredos” da sua receita para a felicidade. Candidaturas já estão abertas.

A qualidade de vida na Europa vista pelos próprios habitantes
Este mapa mostra que na grande maioria das regiões da União Europeia (UE) as pessoas consideram que a qualidade de vida é boa, o que acontece sobretudo, em mais de 80% ou até 90%, em países como Finlândia, Suúcia, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo e Áustria. No caso de Portugal, a percentagem desce um pouco, encontrando-se entre os 70% e 80%.

Infiltrações e baixa eficiência pioram qualidade das casas em Portugal
Humidade em casa, problemas com infiltrações, frio em casa no inverno e calor no verão. Esta é a realidade em que vivem, cada vez mais, famílias em Portugal. Por outro lado, muitos habitantes têm falta de espaço em casa para a quantidade de gente que vive no mesmo lar. O cenário é traçado pelo Eurostat em dados, analisados pelo idealista/news, que também mostram que mais de 1,6 milhões de portugueses não têm condições para aquecer a casa, apesar da eficiência energética das casas estar a melhorar.

Portugal é o país do mundo mais barato (e melhor) para viver
Com o arranque do novo ano, há quem planeie mudar de vida por completo. Ao avaliar o custo e a qualidade de vida dos países do mundo , a Forbes concluiu que Portugal é o país mais barato do mundo para viver – e também o melhor -, sobretudo para os cidadãos norte-americanos.

Bem-estar em Portugal caiu em 2021 – e há menos qualidade de vida
O Índice de Bem-estar (IBE) em Portugal caiu ligeiramente em 2021 face a 2020, de 45,8% para 45,7%, segundo dados publicados esta segunda-feira (26 de dezembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se, numa escala de zero a 100, do valor mais baixo desde 2017, sendo inferior aquele que o país registou em 2019 (47,2%), ou seja, antes do aparecimento da pandemia.