Taxa de esforço para arrendar casa

Arrendar ou comprar casa? Renda pesa mais no salário do que prestação

O ano de 2023 já arrancou e para muitas famílias é um ano de recomeços, um ano em que decidiram procurar uma nova casa para morar. E aqui há uma escolha a fazer: será melhor arrendar casa ou avançar para a compra de uma habitação? A pesar na decisão está o estilo de vida do agregado, bem como as poupanças disponíveis. E há ainda outro fator a colocar na balança: a taxa de esforço. Isto porque importa saber que, em Portugal, a renda da casa pesa muito mais no salário (54%) do que a prestação da casa (41%), de acordo com os dados do idealista relativos ao verão de 2022.
Subida das rendas em 2%

2023 arranca com atualização das rendas limitada a 2%

O ano de 2023 já arrancou e traz consigo um conjunto de novidades no que diz respeito à atualização das rendas das casas. No âmbito das medidas de mitigação do impacto da subida dos preços, o Governo socialista colocou um limite à subida de rendas de 2% que entra em vigor já a partir de janeiro de 2023. E, para compensar os senhorios desta limitação, o Executivo também desenhou benefícios fiscais, que vão isentar de impostos entre 9% e 30% dos rendimentos prediais em sede de IRS e em 13% os rendimentos em sede de IRC. Explicamos o que muda na atualização das rendas em 2023.
Rendas das casas a subir

Arrendar casa em Portugal ficou 20,2% mais caro em 2022

O mercado de arrendamento em Portugal ganhou força em 2022, tendo sido dinamizado pelos novos modos de vida mais flexíveis. Mas não só. Também continuou a ser uma opção para muitas famílias que viram subir os custos do crédito habitação para comprar casa. Estes fatores alimentaram a procura de casas para arrendar no nosso país. Mas a oferta não acompanhou esta evolução. Em resultado, as rendas das casas deram o salto de 20,2% entre dezembro de 2022 e o período homólogo, sendo que no final do ano arrendar casa tinha um custo mediano de 12,9 euros/m2, aponta o índice de preços do idealista.
Arrendar casa em Portugal

Arrendar casa: contratos caem em 17 dos 24 maiores municípios do país

Em Portugal, arrendar casa continua a ser uma opção para milhares de famílias. Até porque é um regime mais flexível e menos burocrático do que o mercado de compra e venda. Só entre janeiro e setembro de 2022 foram fechados 67.870 novos contratos de arrendamento no país, mais 6% do que em igual período de 2021. Mas o INE deu conta que no verão de 2022 arrendaram-se menos casas do que na mesma altura do ano passado: o número de contratos caiu 5,5%. E os dados mostram-nos que em 17 dos 24 municípios com 100 mil habitantes foi registada uma queda no número de novos contratos de arrendamento.
Arrendar casa em Portugal

Rendas das casas subiram 7,6% no verão - mas há menos 5,5% contratos

A flexibilidade do mercado de arrendamento continua a atrair famílias para viver: no verão de 2022 foram assinados 22.138 novos contratos de arrendamento em Portugal, menos 5,5% face ao mesmo período do ano passado. Quem procura uma casa para arrendar num contexto de alta inflação depara-se com uma realidade: as rendas das habitações estão a ficar mais caras mês após mês. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira publicados mostram que a renda mediana dos novos contratos chegou aos 6,55 euros/m2 no verão, um valor 7,6% superior ao registado no verão de 2021.
Arrendar casa em Portugal

Rendas das casas em Portugal ficaram 2,9% mais caras em novembro

A flexibilidade que o mercado de arrendamento oferece continua a atrair cada vez mais famílias. Só na última década, o número de casas arrendadas em Portugal aumentou 16%, revelam os Census 2021. Isto deve-se, sobretudo, à maior mobilidade profissional e familiar, bem como aos elevados preços das casas à venda. Mas este aumento da procura desequilibrou a balança, fazendo subir as rendas das casas mês após mês. No final de novembro, arrendar casa em Portugal tinha um custo de 12,5 euros/m2 em termos medianos, um valor 2,9% superior face ao mês de outubro, mostra o índice de preços do idealista.
Renda das casas a subir

Renda das casas em Portugal subiu 42,1% em dez anos

Com a mobilidade profissional – e até familiar - que existe nos dias de hoje, o mercado de arrendamento torna-se um regime mais atrativo para muitas famílias, dada a sua flexibilidade. E há cada vez mais famílias a optar por arrendar casa em Portugal. Os dados definitivos dos Census 2021, publicados esta quarta-feira, dia 23 de novembro, mostram que o número de casas arrendadas em Portugal aumentou 16% nos últimos dez anos. E como a oferta de casas para arrendar não acompanhou a procura, o valor médio das rendas deu o salto de 42,1% numa década.
Arrendar casa sozinho

Viver sozinho: arrendar um estúdio custa o dobro de um quarto

O mercado de arrendamento é para muitos o que mais se adequa hoje em dia. Por circunstâncias pessoais ou devido aos novos modos de vida, mais dinâmicos e flexíveis, onde muitas vezes há mobilidade profissional e familiar. E na hora de procurar uma casa para morar sozinho há que orientar as escolhas consoante o orçamento, que está mais apertado dada a alta inflação que se faz sentir em Portugal. Entre as opções em cima da mesa poderá estar arrendar um estúdio ou arrendar um quarto numa casa partilhada. Mas a diferença de preços entre os dois pode ser significativa para algumas carteiras, sendo que ​​a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara, mostra um estudo do idealista.
Arrendar a casa rápido em Portugal

Arrendamentos expresso: 19% da oferta fica menos de 24h no mercado

Há falta de casas para arrendar no mercado residencial para tanta procura. E, em resultado, o valor das rendas sobe e as habitações ficam pouco tempo no mercado. Em concreto, cerca de 19% das casas arrendadas através do idealista durante o mês de outubro estiveram menos de 24 horas no mercado, segundo um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa. A maior fatia de "arrendamento expresso" é de casas com rendas mais acessíveis.
Arrendar casa em Portugal

Arrendar casa em Portugal ficou 2,7% mais caro em outubro

Encontrar uma casa para viver é um desafio que muitas famílias enfrentam hoje em dia. Isto porque, por um lado, os agregados veem os rendimentos pressionados pela inflação que atingiu os 10,2% em outubro. E, por outro, os preços das casas para comprar e para arrendar estão em alta. Segundo o índice de preços do idealista, os preços das casas para arrendar em Portugal apresentaram uma subida de 2,7% em outubro face ao mês anterior. Arrendar casa tinha um custo mediano de 12,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de outubro deste ano.
Taxa de esforço para arrendar casa

Arrendar casa em Portugal: taxa de esforço sobe para 54%

O custo de vida das famílias está a ficar mais caro à boleia da inflação. E as rendas das casas também estão a encarecer, tendo aumentado 4,5% no terceiro trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado, segundo o idealista. Em resultado, a taxa de esforço das famílias para pagar a renda da casa subiu no último ano. A percentagem do rendimento familiar necessário para pagar o arrendamento de uma habitação em Portugal passou de 48% no terceiro trimestre de 2021 para os 54% no verão de 2022 (+ 7 pontos percentuais), mostra estudo do idealista.
Oferta de casas para arrendar

Casas para arrendar: oferta em Portugal desceu 53% num ano

Arrendar casa em Portugal está a ficar mais caro, tal como comprar casa. Mas, ainda assim, muitas das pessoas a viver em Portugal optam pelo mercado de arrendamento, de tal forma que a procura continua a ser muito superior ao stock de casas para arrendar. Os dados mais recentes do idealista mostram isso mesmo: a oferta de casas para arrendar em Portugal desceu 53% no terceiro trimestre de 2022, face ao stock que estava disponível no mesmo período de 2021, mostra o estudo do principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Rendas das casas em Portugal

Casas para arrendar em Portugal ficaram 4,5% mais caras no verão

Os portugueses têm, agora, de fazer contas à vida tendo em conta a subida da inflação (atingiu os 9,3% em setembro), que está a contagiar todos os setores, inclusive o da habitação. No mercado de arrendamento, os preços das casas em Portugal subiram 4,5% no terceiro trimestre face ao trimestre anterior. Arrendar casa no país tinha um custo mediano de 11,8 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de setembro, segundo o índice de preços do idealista.
Rendas baratas em Portugal

Os 10 municípios onde é mais barato arrendar casa (e os 10 mais caros)

No atual contexto económico marcado pela inflação, há cada vez mais famílias a arrendar casa. E embora as casas para arrendar estejam a ficar mais caras, há pelo menos 166 municípios onde a renda da casa é inferior à mediana nacional, que atingiu os 6,25 euros/m2 nos últimos 12 meses terminados em julho, impulsionada pelos grandes centros urbanos. Mergulhando nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicados esta quinta-feira, dia 29 de setembro, mostramos quais são os municípios onde arrendar casa é mais barato em Portugal, sem perder de vista também onde as rendas são mais caras.
Rendas das casas a subir

Arrendar casa ao rubro: rendas sobem 8,6% e há 21.000 novos contratos

No atual contexto de incerteza, o arrendamento está a ganhar dinamismo, com o mercado a crescer, apesar das rendas estarem mais caras. O número de contratos subiu 2,1% no segundo trimestre de 2022 face ao mesmo período de 2021 e, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta quinta-feira, dia 29 de setembro, as rendas medianas subiram 8,6% entre estes dois momentos, chegando aos 6,55 euros por metro quadrado (euros/m2) no segundo trimestre do ano.
Apoios para pagar a renda

Arrendar casa em Lisboa: Câmara vai subir número de subsídios

O plano anti-inflação da Câmara de Lisboa vai incluir o aumento do número de subsídios ao arrendamento habitacional, duplicando esse apoio social para a atribuição de “até 1.000 subsídios”, revelou o presidente do executivo municipal, Carlos Moedas (PSD), esta segunda-feira, dia 19 de setembro.
Arrendar casa nos Açores

Rendas das casas sobem 2,8% em agosto em termos homólogos

As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 2,8% em agosto face ao mesmo mês de 2021, acelerando face aos 2,7% de julho e com todas as regiões a apresentarem crescimentos homólogos, divulgou o INE esta segunda-feira, dia 12 de setembro de 2022.Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE),
Casas na praia para comprar e arrendar

Casas junto ao mar: onde é mais barato comprar e arrendar?

Comprar casa junto à praia é o desejo de muitos portugueses e estrangeiros. Este é um mercado que tem estado dinâmico mesmo durante a pandemia. A procura de casas na praia à venda cresceu em 45 dos 54 municípios situados na costa portuguesa, fazendo cair a oferta de casas na maioria dos concelhos e disparar os preços das casas. E o mesmo cenário se verifica no mercado de arrendamento de casas junto ao mar. Mas quais são os municípios que registam as casas na praia mais baratas para comprar? E para arrendar? O idealistas/news mergulhou nos dados e pintou o mapa da costa portuguesa com os preços das casas no litoral. Vem daí descobrir.
Arrendar casas baratas

Os 25 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal são...

Num contexto de alta inflação e de subida das taxas de juro no crédito habitação, o mercado de arrendamento torna-se mais atrativo para algumas famílias portuguesas. E se estás a pensar mudar de cidade, fica a conhecer quais são os 25 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal no segundo trimestre do ano. A liderar a lista está o município de Viseu, onde os proprietários pedem, em média, 5,6 euros por metro quadrado (euros/m2) pelo arrendamento de uma casa, sendo este o m2 mais barato do país, aponta o estudo do idealista, o Marketplace imobiliário de Portugal.
Casas arrendadas em Portugal

Arrendar casa em 2021: número de contratos sobe 9,4% e rendas 7,7%

Há cada vez mais famílias a recorrer ao mercado de arrendamento em Portugal. O número de novos contratos de arrendamento celebrados em 2021 foi de 87.349, tendo-se verificado um aumento de 9,4% face ao ano anterior. E em consequência do desequilíbrio existente entre a alta procura para uma escassa oferta neste mercado, as rendas das casas também estão mais caras. Quem o diz é o Instituto Nacional de Estatística (INE): “A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 euros/m2, aumentando 7,7% face a 2020”.