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Bancos reforçam aposta no crédito à habitação com taxa fixa – quem cobra menos?

Photo by Kelly Sikkema on Unsplash
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Autor: Redação

A taxa fixa no crédito à habitação está de volta e a competição entre bancos cada vez mais renhida. Os clientes estão a ser empurrados para as taxas fixas nos empréstimos para a casa desde o início do ano, muito por “culpa” dos juros historicamente baixos, que significam menos custos para as famílias. Os bancos estão a aproveitar a oportunidade, para que os clientes segurem desde já a prestação da casa, antecipando a incerteza do futuro. Mas, afinal, quem oferece a melhor proposta?

Caixa Geral de Depósitos (CGD), Novo Banco, BPI e Bankinter são alguns dos nomes candidatos à corrida. O jornal ECO analisou as ofertas destes bancos, que permitem fixar os juros do crédito à habitação por 30 anos, procurando perceber quem oferece o quê e a que preços.

O Bankinter acabou de lançar uma campanha focada nos juros promocionais nos empréstimos de taxa fixa a dois anos – propõe uma taxa de 0,85% - e reduziu as taxas fixas promocionais nos empréstimos a cinco e dez anos para 0,95% e 1,15%, respetivamente. Passou também a disponibilizar taxas fixas promocionais para quatro novos prazos: 15 (1,35%), 20 (1,4%), 25 (1,45%) e 30 anos (1,5%).

A campanha, a mais competitiva do mercado até à data, é válida para as propostas que deem entrada até 31 de outubro de 2019 e contratadas até 31 de janeiro de 2020.

Banco Taxa de Juro
Bankinter 1,50%
BPI 1,50%
Novo Banco 0,5265%+ spread de 1,25% a 5%
CGD 2,1% a 5,9%

Depois do banco espanhol, o Novo Banco, que à taxa de juro de referência (0,526%) soma um spread que pode variar entre 1,25% e 5% - na prática, somando os dois valores, a taxa pode ir de um mínimo de 1,776% a um máximo de 5,526%.

O banco do Estado é o menos competitivo. A GCD tem a oferta mais elevada, se comparada com as restantes quatro instituições. A taxa pode variar entre um mínimo de 2,1% e um máximo de 5,9% num empréstimo para a casa a 30 anos.