Avaliação bancária de casas (já) está nos 1.312 euros por m2, um novo máximo

Está a subir desde abril de 2016, mês em que as casas valiam para os bancos em média 1.054 euros por m2.
Avaliação bancária de casas (já) está nos 1.312 euros por m2, um novo máximo
GTRES

O valor pelo qual os bancos avaliam as casas para efeitos de concessão de crédito à habitação está a subir desde abril de 2016. Em novembro, o valor médio do metro quadrado (m2) fixou-se nos 1.312 euros, mais 8 euros (0,6%) que no mês anterior e mais 97 euros (8%) que no período homólogo. É o valor mais alto desde que o Instituto Nacional de Estatística (INE) tem dados – janeiro de 2011.  

“A nível regional, a maior subida face ao mês anterior registou-se na Região Autónoma dos Açores (1,5%). As únicas descidas foram observadas na Região Autónoma da Madeira (-0,3%) e no Norte (-0,2%). A taxa de variação homóloga mais elevada para o conjunto das avaliações verificou-se no Algarve (10,3%) e a menor foi registada na região do Centro (5,3%)”, lê-se no site do INE.

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No caso dos apartamentos, o valor médio da avaliação bancária foi 1.402 euros por m2, mais 13 euros (0,9%) que no mês anterior e mais 125 euros (9,8%) que em novembro do ano passado.  

Segundo o INE, “o valor mais elevado foi observado na região do Algarve (1.748 euros por m2) e o mais baixo no Alentejo (1.095 euros por m2)”. Face a outubro, a Região Autónoma dos Açores apresentou a maior subida (3,7%) e a Região Autónoma da Madeira a única descida (-1,2%). “Em termos homólogos, a Região Autónoma dos Açores apresentou o crescimento mais expressivo (12,8%) e o Centro o mais baixo (6,3%)”, conclui a entidade.

Relativamente às moradias, o valor médio da avaliação bancária foi 1.162 euros por m2 em novembro, menos cinco euros (-0,4%) que em outubro e mais 47 euros (4,2%) que no período homólogo. Os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1.696 euros por m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1.632 euros por m2), tendo o Centro registado o valor mais baixo (999 euros por m2). 

“Comparativamente com outubro, a Região Autónoma da Madeira apresentou o maior aumento (1,1%) enquanto a região Norte registou a maior descida (-1,1%). Em termos homólogos, o Algarve apresentou o maior crescimento (10,6%) e o menor ocorreu no Centro (3,5%)”, refere o INE.

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