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Quantico-Albatross reforça investimento em empreendimentos de construção nova para a classe média

Gere projetos com vendas acima de 400 milhões e está em contacto com ‘family offices’, investidores e fundos.

Living Aliados, no Porto, é um dos projetos que é promovido pela Quantico-Albatross / Predibisa/JLL
Living Aliados, no Porto, é um dos projetos que é promovido pela Quantico-Albatross / Predibisa/JLL
Autor: Redação

A ‘joint-venture’ Quantico-Albatross Capital (Q/A) lança este ano uma nova plataforma de grandes investimentos em construção nova destinada à classe média portuguesa. O anúncio é feito por Carlos Vasconcellos, presidente da Quantico, sociedade imobiliária portuguesa que foi criada em 2013.

“O investimento em habitação nova dirigida à classe média portuguesa é uma grande necessidade, pois nos últimos anos a quase totalidade do investimento imobiliário residencial foi feito em projetos de reabilitação urbana de alto padrão, nos centros das cidades, e por isso de difícil acesso para a maioria das famílias portuguesas dado os elevados preços”, lê-se no comunicado publicado por Carlos Vasconcellos na sua página de Linkedin. 

Um anúncio surge após “um período de intensa atividade em projetos de reabilitação urbana”, explica a nota, dando conta de que o Fundo VESTA foi totalmente investido – num total próximo dos 100 milhões de euros. “A Q/A fecha o ano de 2018 com a totalidade do Fundo VESTA Real Estate investido em 5 imóveis para reabilitar, dos quais 3 em Lisboa e 2 no Porto. Como previsto, o total de investimento rondará os 100 milhões de euros, entre aquisição e reabilitação. Todos os imóveis se destinam ao mercado residencial”, tinha reveladp a empresa, em comunicado, no final de 2018. 

Atualmente, a ‘joint-venture’ Q/A gere projetos imobiliários cujo valor de vendas ultrapassa os 400 milhões de euros e “tem planos para continuar a alargar as suas plaraformas de investimento” nos vários segmentos de mercado – residencial, comercial, logística e escritórios –, “estando em contacto com ‘family offices’, grandes investidores institucionais e fundos”.