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Milionário francês compra 17 imóveis em Portugal por 120 milhões – sede da Navigator muda de mãos

Pierra Castel volta a investir no país. Já detém a sede da NOS, o Campos da Justiça, quatro das Torres de Lisboa e a Torre Ocidente do Colombo.

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Autor: Redação

O milionário francês Pierre Castel continua a “engordar” a sua carteira imobiliária em Portugal, tendo comprado, em tempos de pandemia da Covid-19, 17 edifícios de escritórios no país por 120 milhões de euros. Entre eles está a sede da Navigator na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, com 3.620 metros quadrados (m2). O magnata e dono do Castel Group já detém no país o Campus da Justiça, a sede da NOS, quatro das Torres de Lisboa e a Torre Ocidente do Colombo, todos na capital.

Segundo o ECO, o portefólio de imóveis foi adquirido através de um fundo listado em Singapura, como tem sido habitual nas operações de investimento imobiliário realizadas por Pierre Castel. Um negócio que aconteceu através da compra da participação de 99,1% que o fundo britânico Rivercrown tinha no fundo português Maxirent.

Um dos imóveis mais importantes da carteira que agora mudou de mãos é a sede da Navigator, em Lisboa, que vale cerca de 12 milhões de euros, de acordo com informação do fundo Maxirent. 

No “pacote” constam ainda outros imóveis na capital, como por exemplo um edifício com 7.696 m2 a valer cerca de 26 milhões de euros, um no Chiado, com 2.208 m2, avaliado em cerca de oito milhões de euros e outro no Páteo das Damas, com 9.096 m2, a valer cerca de oito milhões de euros. Entre os 17 edifícios estão ainda três imóveis em Alfragide, nos arredores de Lisboa: o edifício Cidade de Córdova (8,7 milhões de euros), o edifício Estrada de Alfragide (1,6 milhões de euros) e o edifício Prime (12 milhões de euros). 

A carteira inclui, no entanto, imóveis localizados em vários pontos do país, como por exemplo Setúbal, Cascais e Albufeira.

A britânica Rivercrown adquiriu a participação que tinha (e que agora vendeu) na Maxirent em setembro de 2019, avança a publicação, citando a imprensa internacional, adiantando que nessa altura adquiriu também a sociedade gestora Refundos, na qual mantém a posição.