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Fundo do Dubai quer arrendar mais de 50 casas a preços acessíveis em Lisboa

Hugo Sousa/Unsplash
Hugo Sousa/Unsplash
Autor: Redação

O investimento em imobiliário comercial esteve e estará ao rubro. Quem investe? Estrangeiros de diferentes nacionalidades, entre elas ingleses, brasileiros ou franceses. Mas não só. A Ares Capital, um fundo com origem no emirado do Dubai, também veio para Portugal. Compra centros comerciais e hotéis e agora quer arrendar casas a preços acessíveis.  

Já não só de chineses, franceses, espanhóis ou brasileiros se faz o mercado de investimento em Portugal. O país à beira mar plantado está a atrair um cada vez maior número de nacionalidades. Emirados Árabes Unidos em Portugal? Sim. Exemplo disso é a Ares Capital, um fundo de investimento com origem no Dubai que, segundo o Expresso, já reabilitou mais de 20 edifícios com cerca de 250 apartamentos em Lisboa. Mas não quer ficar por aí. O objetivo é o de reforçar este segmento, tendo em desenvolvimento atualmente perto de 50 apartamentos na periferia de Lisboa.

A Ares Capital é reconhecida por ter comprado e recuperado dois centros comerciais que pertenciam ao Novo Banco, nomeadamente o Évora Shopping em Évora e o Acqua Roma em Lisboa. Também comprou, em 2017, um antigo edifício de escritórios na Rua do Conde Redondo onde vão instalar o primeiro easyHotel de Lisboa, que abre em abril. Centros comerciais, hotéis, mas também casas.

O diretor de investimento, Maximilian Hegre, contou que a aposta da empresa começou pela reabilitação de prédios de apartamentos e a sua colocação “no mercado de arrendamento suburbano”, nomeadamente na Amadora, Vila Franca de Xira, Oeiras, Barreiro, Almada, Corroios e Setúbal.

“Vemos que há cada vez mais portugueses a fazer a transição de proprietário para arrendatário, seja por necessidade ou escolha, mas não há stock suficiente a preços acessíveis. Acreditamos que explorar este mercado é lucrativo mas também gratificante, porque estaremos a fornecer às famílias com menos rendimentos uma casa atrativa a preços justos”, referiu o responsável, citado pela publicação.