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Imobiliário de luxo atrai investidores: luso-israelitas querem investir 200 milhões até 2023

Recentemente adquiriu novos projetos imobiliários em Lisboa num investimento de 50 milhões de euros.

Casas de luxo para venda em Lisboa
Sixgild, na Baixa de Liboa / Porta da Frente Christie’s
Autor: Redação

Em Portugal, o mercado imobiliário de luxo continua a ser um verdadeiro íman para os investidores. Exemplo disso é a Mondego Capital Partners, que depois de somar um investimento superior a 150 milhões de euros sobretudo em casas de luxo, planeia ir mais longe e investir mais 200 milhões no país entre 2022 e 2023. E não são só casas de luxo que estão debaixo de olho da promotora luso-israelita.

São vários os edifícios residenciais que a promotora imobiliária tem em Lisboa. Na passada sexta-feira, dia 22 de outubro de 2022, anunciou a aquisição de novos projetos imobiliários localizados na Baixa-Chiado/Alfama, na Avenida Sidónio Pais e na Avenida 5 Outubro, num investimento total de 50 milhões de euros. E a sua aposta centra-se em apartamentos de luxo com “áreas superiores a 200 metros quadrados” para, assim, responder às atuais necessidades da procura, disse Gonçalo Ahrens Teixeira, sócio-gerente da Mondego Capital Patners, citado em comunicado.

Casas de luxo em Lisboa
South Chiado / Porta da Frente Christie’s
Até agora, Lisboa tem sido o verdadeiro foco da empresa detida em parcelas iguais por Gonçalo Ahrens Teixeira e dois investidores israelistas, Asaf Zaid e David Israeli. No início de outubro, o mercado ficou a conhecer o Sixgild, o Ducado 39 e o South Chiado, os três novos empreendimentos de luxo que vão nascer em Lisboa pela mão da Mondego Capital Partners, colocando no mercado 55 casas. Já no Porto os investimentos têm sido “residuais”. E em termos de segmentos de mercado, a empresa investiu em apenas casas de luxo e em hotelaria.

Para os próximos dois anos, a estratégia da Mondego Capital Partners poderá mudar já que está a ser estudada a oportunidade de diversificar o investimento, quer em segmentos de mercado como em geografias, sendo que a ideia é manter o ritmo de 100 milhões de euros investidos por ano, escreve o Jornal de Negócios. E uma das cidades que está em cima da mesa é, por exemplo, Coimbra.