Demolição da antiga refinaria da Galp em Matosinhos vai arrancar

Finalizado o desmantelamento seguir-se-á a fase de reabilitação ambiental dos solos. Trabalhos vão durar dois anos e meio.
Antiga refinaria em Matosinhos
Antiga refinaria em Matosinhos - Foto: Galp

Os trabalhos de demolição da antiga refinaria da Galp em Matosinhos vão avançar a partir do próximo dia 23 de outubro, e deverão demorar cerca de dois anos e meio a ficar concluídos. Finalizado o desmantelamento seguir-se-á a fase de reabilitação ambiental dos solos.

“Os terrenos da antiga refinaria de Matosinhos vão dar um novo passo rumo ao futuro. A partir de 23 de outubro vamos iniciar os trabalhos de demolição deste complexo industrial. Mais do que o fim de uma era, encaramos este momento como um novo começo: o da reconversão da refinaria e da concretização de uma visão de futuro, alinhada com os princípios da inovação, da transição energética e da sustentabilidade”, refere a Galp, em comunicado.

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refinaria Matosinhos
Galp

A demolição, diz, “será a face mais visível de um processo de descomissionamento e desmantelamento da antiga refinaria de Matosinhos que se iniciou há cerca de dois anos”. De acordo com a petrolífera, durante este período “foi implementado um vasto conjunto de operações preparatórias que incluiu a paragem das unidades processuais em segurança, o processo de limpeza e desgaseificação de todas as unidades processuais, equipamentos e tubagens para garantir a eliminação de hidrocarbonetos e produtos”.

Para a preparação para o arranque dos trabalhos de demolição, explica a empresa, “foram efetuados contactos e reuniões com todos os stakeholders direta e indiretamente impactados ou envolvidos neste projeto, como o Governo, Município de Matosinhos, entidades reguladoras e licenciadoras, proteção civil e autoridades locais, bem como moradores e associações comerciais da zona envolvente à refinaria”.

Nesses encontros foram apresentadas as linhas gerais do projeto de demolição e respetivo calendário, bem como as medidas que a empresa vai implementar para “monitorizar, controlar e mitigar possíveis constrangimentos pontuais que possam ser suscitados na sequência dos trabalhos em curso”, nomeadamente ruídos, poeiras, odores ou movimento de viaturas.

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