A International Workplace Group (IWG), detentora das marcas HQ, Spaces e Regus, vai abrir novos espaços de trabalho flexível em abril: em Alcabideche, Leça da Palmeira e Portimão. Com a abertura destes espaços, a empresa reforça a presença em Portugal, oferecendo resposta à crescente procura destes modelos de trabalho flexível em território nacional.
O centro HQ em Alcabideche, localizado no Espace General, vai disponibilizar 379 ‘workstations’ com 71 escritórios privados, salas de reuniões e áreas de ‘coworking’. O centro HQ Portimão, na Avenida Comunidade Lusíadas, contará com 140 postos de trabalho, enquanto o Regus Leça da Palmeira terá 76 novas ‘workstations’, indica, em comunicado, a empresa.
“A abertura destes três novos centros é um sinal claro do dinamismo da IWG e da nossa ambição de continuar a crescer, mantendo-nos próximos dos nossos clientes em Portugal. Esta expansão reflete também o nosso compromisso com a descentralização, reconhecendo o papel cada vez mais relevante de cidades emergentes enquanto polos dinâmicos de inovação e desenvolvimento. Ao mesmo tempo, acompanha a evolução dos modelos de trabalho, em que a flexibilidade, a proximidade e a qualidade de vida assumem um papel central na forma como e onde as pessoas trabalham. Estas novas localizações não só respondem às necessidades atuais do mercado, como representam mais um passo na concretização de um plano de expansão sólido e sustentado em Portugal”, indica o Diretor-Geral da IWG Portugal, Jorge Valdeira, citado na nota.
Por sua vez, Mark Dixon, CEO e fundador da IWG, revela que o grupo está a reforçar a sua presença nas regiões norte, centro e sul do país: “Enquanto importantes polos empresariais, Alcabideche, Leça da Palmeira e Portimão são localizações estratégicas para impulsionar os nossos planos de expansão. É com grande satisfação que colaboramos com os nossos parceiros para desenvolver a marca IWG através de acordos de gestão que permitem criar espaços de trabalho modernos e inovadores nos seus edifícios”.
A IWG acaba de registar os melhores resultados da sua história em termos de receitas, cashflow e crescimento de lucros, tendo só no ano passado assinado mais novos espaços do que nas suas duas primeiras décadas de operação, contando atualmente com mais de um milhão de salas em 121 países.
“Estas aberturas surgem num momento em que um número crescente de empresas reconhece o valor dos modelos de trabalho flexível e em rede, que contribuem para melhorar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e a satisfação dos colaboradores, ao mesmo tempo que oferecem benefícios relevantes para as organizações. O nosso modelo permite aumentar a produtividade e dá às empresas a flexibilidade de ajustar a sua operação, com maior eficiência de custos e acesso a uma rede global de localizações”, acrescenta Mark Dixon.
Os novos espaços de trabalho flexível da IWG vão receber empresas estabelecidas e startups de vários setores de atividade, que terão à sua disposição o serviço ‘Design Your Own Office’, um serviço através do qual as empresas vão poder personalizar os seus escritórios. Além de escritórios privados com contratos flexíveis, estes centros vão disponibilizar também áreas de ‘coworking’, salas de reuniões, espaços criativos e diversas comodidades.
Trabalho flexível: um modelo em crescimento
A procura por soluções de trabalho híbrido tem aumentado e há vários fatores explicativos. De acordo com estudos realizados por académicos de referência, a maior flexibilidade sobre como e onde os colaboradores trabalham oferece melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, poupanças financeiras e vantagens para a saúde. Mas não são só os empregados que saem beneficiados, os empregadores também, através do aumento da produtividade, da redução de custos e da força de trabalho mais eficiente.
Segundo um recente estudo da IWG e da consultora Arup, o trabalho híbrido pode aumentar a produtividade em cerca de 11%, sendo que até 2030 é provável que 30% de todo o imobiliário comercial seja dedicado a espaços de trabalho flexível. Este modelo de trabalho permite ainda às empresas reduzir, de forma significativa, os seus custos operacionais, poupando em média mais de 9.500 euros por colaborador.
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