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o novo regime das rendas, ontem aprovado pelo governo, e que vai agora seguir para a assembleia da república, deverá entrar em vigor em finais de abril, inícios de maio de 2012.
esta quinta-feira, na conferência de imprensa que se seguiu ao conselho de ministros onde foi aprovada a proposta de lei referente à revisão do regime do arrendamento urbano, assunção cristas, ministra do ambiente, explicou que a actualização das rendas antigas (antes de 1990) vai corresponder a uma
o idealista.pt quer saber a opinião dos fãs no facebook, por isso abriu um inquérito na sua página, na qual todos os fãs do idealista podem deixar a sua opinião.
a redução da isenção do imi (imposto municipal sobre imóveis) foi proposta pela “troika” logo em maio. o memorando de políticas económicas e financeiras acordado entre o governo e a equipa do bce, fmi e ce previa a retirada gradual da dedução das despesas com a casa no irs e o aumento do imi.
comprar casa é, para muitos portugueses, cada vez mais complicado. os preços são elevados e, numa época em que crise, austeridade e “troika” são as palavras mais ouvidas, o investimento em habitação fica para segundo plano.
o mecanismo criado pelo novo regime de arrendamento urbano (nrau) em 2006 para a actualização das rendas antigas não funcionou e, em fevereiro, o jornal i revelava que em cada cem casos de rendas anteriores a 1990, só dois pediram uma avaliação fiscal do imóvel, essencial para calcular o aumento de
o medo de arrendar a casa levou durante muitos anos os proprietários a mantê-las fechadas a sete chaves. a morosidade dos processos de despejo em tribunal que, em alguns casos, demorava anos, foi um dos factores que levou à paralização do mercado de arrendamento.
o ministério da justiça poupou este ano 1,3 milhões de euros com o fim de 29 contratos de arrendamento e pretende poupar o dobro em 2012.
nos últimos tempos têm sido publicadas numerosas previsões sobre o que acontecerá ao preço das casas em 2012. será que desce? ou vai tudo ficar na mesma? queremos saber a tua opinião.
as nova regras para o arrendamento urbano devem ser aprovadas hoje (dia 29) em conselho de ministros. devem porque, segundo o jornal de negócios, a nova lei só será aprovada pelo governo amanhã (dia 30) em conselho de ministros extraordinário.
A nova Lei das Rendas, cuja proposta deve ser aprovada esta quinta-feira (dia 29) em Conselho de Ministros – o Jornal de Negócios adianta que só será na sexta-feira (dia 30) – e assenta na negociação entre inquilino e proprietário, vai também aplicar-se ao arrendamento comercial.
o ano ficou marcado pelo desinteresse dos bancos na concessão de crédito à habitação. é caso para dizer que a banca fechou a torneira aos empréstimos para efeitos de compra de casa. uma tendência, de resto, que se foi acentuando com o passar dos meses.
a nova lei do arrendamento prevê a criação de uma taxa liberatória de 25% sobre as rendas de imóveis, o que beneficia os senhorios, do ponto de vista fiscal.
desde 2006, ano em que entrou em vigor o novo regime do arrendamento urbano (nrau), tendo sido permitida a actualização das rendas antigas (anteriores a 1990), só foram alteradas pouco mais de 3% das referidas rendas.
a remax lança esta quarta-feira (dia 28) mais uma campanha de saldos. ao todo, 5.008 casas estarão para venda (95%) ou arrendamento (5%) durante um mês – até 28 de fevereiro – com descontos que chegam a atingir 81%.
o governo vai aprovar esta semana – deverá ser quinta-feira, em conselho de ministros – a nova lei das rendas.
a reavaliação de 5,2 milhões de imóveis para efeitos de imposto municipal sobre imóveis (imi), até ao final do próximo ano, vai significar, a partir de 2013, que vai duplicar a carga fiscal sobre os prédios urbanos.
a nova lei das rendas, que já foi discutida em conselho de ministros e que deverá ser aprovada na reunião de dia 29, prevê a renovação das rendas num período mais curto e com base na negociação entre senhorio e inquilino.
as vendas de casas registaram, em novembro, a maior queda desde setembro do ano passado. segundo a agência financeira (af), que se apoia em dados de um estudo da empresa portuguese housing market survey (phms), os preços caíram 6%.
o presidente da confederação portuguesa da construção e do imobiliário (cpci), reis campos, disse ter dúvidas de que “o governo tenha coragem" de implementar uma nova lei das rendas que se mostre eficaz. “estou a ver muito secretismo à volta da proposta da nova lei.