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Resultados da pesquisa
Portugal desceu uma posição no Índice Global de Paz de 2022, para sexto lugar entre 163 países, devido a um aumento da criminalidade e instabilidade política, segundo o relatório do Instituto de Economia e Paz (IEP).
A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi de 8,0% em maio, acima dos 7,2% do mês anterior e o valor mais alto desde fevereiro de 1993, confirmou esta terça-feira, dia 14 de junho, o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O clima é de mudança para quem tem crédito habitação. A taxa de juro diretora vai mesmo subir em julho, segundo confirmou o Banco Central Europeu (BCE), uma medida que irá impulsionar ainda mais a subida das taxas Euribor.
Quem tem crédito habitação, com taxa variável, beneficiou nos últimos anos de taxas de juro negativas e baixas prestações, que terão permitido aumentar a poupança e ter até um nível de vida mais elevado.
Mais de metade (56%) das empresas já alcançaram ou ultrapassaram o nível de atividade pré-pandemia e 54% perspetiva faturar mais este ano do que em 2021, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo os resultados do “Inquérito Rápido e Excecional às Empresas – edição de maio
Após vários anos em terreno negativo, as Euribor começaram a subir, sobretudo depois do Banco Central Europeu (BCE) ter confirmado o aumento das taxas de juro diretoras já este este ano devido ao aumento da inflação na zona euro.
Portugal continua a dar cartas no paranoma internacional, e há cada vez mais investidores dos EUA de olhos postos no imobiliário nacional.
A subida do preço dos combustíveis faz-se sentir há algum tempo em alguns países, nomeadamente em Portugal, sendo este cenário uma consequência da guerra na Ucrânia. Uma tendência que poderá manter-se nos próximos meses. O alerta é dado pelo diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, que antecipa que a Europa enfrente uma temporada de verão em que provavelmente haverá problemas de abastecimento para todos os tipos de combustíveis.
A GreenVolt tem sido uma das empresas portuguesas mais comentadas nos últimos dias. Trata-se efetivamente de uma das principais companhias mundiais no setor das energias renováveis, mas que ainda não chegou aos ouvidos de todos os portugueses.
O poder de compra das famílias está hoje ameaçado pela inflação, que está a fazer subir os custos dos alimentos, dos produtos energéticos, dos combustíveis e também a prestação da casa. Isto porque as taxas Euribor estão a subir a grande velocidade.
Há uma crise internacional instalada, que tem a energia como pano de fundo, e que tem vindo a servir de catapulta à inflação, muito por efeito da Guerra na Ucrânia. Os consumidores sentem os efeitos diretamente na fatura da energia, mas também de uma forma geral, nas contas do agregado familiar, desde o supermercado, ao custo direto com a habitação, até outras despesas. Por outro lado, Portugal tem um alto nível de casas com más condições térmicas e de conforto. Para combater tudo isto, há que reforçar o recurso a energias renováveis e investir em casas eficientes, defende José Almeida, CEO da Energia Unida, empresa do grupo GreenVolt, em entrevista ao idealista/news.
O Ministério do Ambiente da Dinamarca anunciou que vai reforçar o investimento na construção de duas ilhas artificiais, que vão albergar turbinas eólicas e centrais elétricas, para acelerar o desenvolvimento deste projeto. Trata-se de uma aposta firme do Estado dinamarquês para que as energias renováveis se tornem na principal fonte de abastecimento de energia do país. O custo estimado da obra é de cerca de 34.000 milhões de euros e só estava previsto estar operacional em 2030. Mas com a guerra na Ucrânia, o Executivo dinamarquês decidiu acelerar o projeto para reduzir a dependência do país de combustíveis fósseis, que vêm sobretudo da Rússia.
A subida das taxas de juro de referência da Zona Euro e o aumento acentuado da inflação não são apenas temas das noticias. São temas que todos estamos a sentir no bolso. Sim!
Se é verdade que os preços dos combustíveis ficaram mais caros, na sequência da guerra na Ucrânia, também é verdade que os portugueses estão a consumir cada vez mais gasóleo e gasolina. Parece contraditório, mas é uma realidade. Isso mesmo mostram os mais recentes números da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que permitem concluir, por exemplo, que nunca se consumiu tanto gasóleo em Portugal.
As empresas de construção estão a dar orçamentos com validade cada vez mais curta devido às incertezas geradas pela escalada dos preços das matérias-primas, energia e materiais e às disrupções das cadeias logísticas, avançou a associação setorial."Perante os atuais níveis de incerteza, é necessário
É oficial: a inflação em Portugal registou uma subida de 7,2% em abril, a mais alta em 29 anos.
No primeiro trimestre de 2022, foram transacionados apenas cerca de 180 milhões de euros em imobiliário comercial em Portugal, menos 30% que no período homólogo. Este é, de resto, o valor mais baixo registado nos primeiros três meses do ano desde 2017. As perspetivas até final do ano são, no entanto, animadoras, existindo um elevado volume de investimento em pipeline. Paralelamente, o mercado português continua bastante dinâmico. Estas são algumas das conclusões a retirar do mais recente Market Pulse, da JLL.
O universo do crédito habitação está em constante mudança. As taxas Euribor estão a subir desde o início do ano, uma evolução que acelerou em março depois de eclodir a guerra na Ucrânia.
A redução do ISP num valor igual ao que resultaria da descida do IVA dos combustíveis vai traduzir-se a partir desta segunda-feira, dia 2 de maio de 2022, num desconto adicional de 15,5 cêntimos por litro de gasolina e de 14,2 cêntimos no gasóleo.
O Governo da Madeira prevê investir 98 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em habitação a custos controlados, indicou esta quinta-feira (28 de abril de 2022) o chefe do executivo, referindo ser uma forma de “atenuar” a subida dos preços das casas.