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Resultados da pesquisa
A oferta de habitação em Portugal estagnou nos últimos 10 anos, apresentando um aumento residual de apenas 1% - o parque habitacional cresceu de 5,88 para 5,96 milhões de casas entre 2011 e 2021.
A Sonae MC vai investir 50 milhões de euros na expansão dos centros de distribuição da Azambuja, distrito de Lisboa, que criou 300 postos de trabalho, e da Maia, no Porto, que avança no próximo ano, revelou a empresa em comunicado.
A nova lei dos solos contaminados está agendada para ir em breve para aprovação em Conselho de Ministros, depois de ter sido adiada em 2020, devido à pandemia e que tem vindo a suscitar polémica.
Com a chegada da pandemia e o crescimento do teletrabalho, aumentou o interesse por imóveis em zonas rurais ou nos arredores das grandes cidades. A verdade é que as casas de campo estão na moda e a procura é cada vez maior.
Os preços dos materiais de construção não param de aumentar. E o cenário mais provável é que o valor final da habitação passe a refletir esta subida. Mas enquanto nas casas de luxo este valor é facilmente absorvido, na habitação acessível o mesmo não acontece.
Há um grande projeto de casas sustentáveis que nasceu no município de Bussigny, na Suíça. Chama-se '65 Degree Group Housing' e foi desenvolvido pelo gabinete de arquitetura Bertola & Cie-SIA, com sede em Crissier.
Os hábitos de consumo de energia dos portugueses mudaram na última década. O consumo médio de energia por casa diminuiu. Mas a despesa média global aumentou, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Cortar nos combustíveis fósseis, reduzir a pegada de carbono e aumentar a eficiência energética.
Em 2020, a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis na UE ultrapassou, pela primeira vez, a de combustíveis fósseis, segundo dados preliminares do Eurostat.
A pandemia da Covid-19 não fez parar o setor da construção. Mas a falta de matérias-primas ameaça paralisá-lo. Os stocks estão a escassear e a produção destes materiais continua a não acompanhar as necessidades do setor.
Sines tem-se revelado como porta de entrada de investimento no país, com vários projetos na área da energia e tecnologia a serem anunciados nos últimos anos, e reforçados nos últimos meses.
É com o objetivo de reduzir a sua pegada carbónica que a Secil vai avançar com o projeto de reconstrução da sua fábrica de cimento situada em pleno Parque Natural da Serra da Arrábida, em Outão, concelho de Setúbal. O projeto está avaliado em 86 milhões de euros e vai criar novos postos de trabalho.
A isenção de Imposto Sobre Veículos (ISV) para as carrinhas comerciais vai acabar no dia 1 de julho de 2021, no âmbito de uma nova lei, publicada esta semana em Diário da República. Em causa estão os automóveis ligeiros de mercadorias, de caixa aberta, sem caixa ou de caixa fechada que nã
A pandemia da Covid-19 teima em deixar marcas na sociedade e na economia, isto mais de um ano depois de ter chegado. Foram muitas as mudanças que, num ano – entre março de 2020 e março de 2021 –, tiveram impacto direto nas finanças dos portuguesas, tendo havido várias alterações nos preços de alguns produtos e serviços do cabaz de consumo. A fruta, os combustíveis e a saúde, por exemplo, ficaram mais caros. Já o vestuário, a hotelaria, o transporte aéreo de passageiros e o calçado baixaram de preço.
A qualidade do ar que respiramos dentro de casa é fundamental para o nosso bem-estar e saúde, sobretudo agora, em tempos de pandemia e confinamento, que passamos a maioria do tempo “fechados” dentro de quatro paredes. E ao contrário do que parece, o ar interior pode ser até 5 vezes pior do que o ar que respiramos no exterior se não prestarmos atenção a alguns cuidados que devemos ter. A ventilação é, entre outras coisas, palavra de ordem, e essencial para evitar doenças e outras complicações.
Pandemia, Covid-19, coronavírus, teletrabalho, ensino à distância, confinamento, desconfinamento. Estas foram algumas das palavras e/ou expressões mais usadas no último ano. Sim, porque a pandemia já chegou a Portugal há mais de um ano. E sim, o país voltou agora (só agora) a desconfinar, com a abertura, por exemplo, das creches e escolas até ao 4.º ano de escolaridade. A verdade é que muita coisa mudou nos últimos 12 meses. Mostramos-te um conjunto de indicadores que mostram como mudou a economia nacional com a súbita chegada do novo coronavírus.
Os contribuintes têm até 25 de fevereiro para confirmar e validar as faturas pendentes no Portal das Finanças, no e-fatura, e associar cada despesa ao respetivo setor, para beneficiar com deduções na saúde, educação, habitação, lares, além das despesas gerais familiares e assim rentabilizar o reembo
Os hábitos de consumo dos portugueses mudaram bastante com o aparecimento da pandemia da Covid-19, desde logo porque as pessoas passaram a estar mais tempo em casa. Na prática, boa parte do orçamento familiar está a ser canalizado para gastos relacionados com a vida em casa, como por exemplo produtos alimentares, água, eletricidade, gás e outros combustíveis. Por outro lado, a despesa com vestuário, calçado, transportes e viagens é menor.
O consumo global de combustíveis fósseis em Portugal caiu 11,1% em 2020, em comparação com o ano anterior, para 12,68 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (TEP), segundo o mais recente boletim da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).
De supermercados a estabelecimentos de ensino, há um conjunto de 52 tipos de atividade que podem continuar a funcionar durante o novo confinamento geral devido à Covid-19, de acordo com o diploma do Governo.