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Resultados da pesquisa
A Standard & Poor’s (S&P) reviu em alta as suas previsões para os preços da habitação europeia para 2024, graças à resiliência dos mesmos em 2023. De acordo com a agência de notação financeira, a recuperação mais rápida que o esperado no crédito habitação deve-se principalmente ao forte mercado de trabalho europeu. Embora os mercados imobiliários na maioria dos países tenham atingido mínimos, a S&P continua a prever um aumento moderado dos preços nominais da habitação no período 2024-2027.
O turismo na Europa está a recuperar rapidamente, depois de muito ter sido afetado pelos anos da pandemia da Covid-19. Prova disso mesmo é que as receitas com turismo europeu estão em rota ascendente nos últimos três anos, tendo já ultrapassado os nível pré-pandemia. E Portugal foi mesmo o sexto país da Europa que arrecadou mais receitas com o turismo em 2023.
É mais um sinal de que o mercado imobiliário português continua a ser atrativo para os investidores estrangeiros e a estar na moda. A agência imobiliária HomeLovers Portugal reforçou a presença no mercado asiático ao integrar-se na rede IQI, membro do líder asiático em proptech Juwai IQI, criando a IQI Portugal HomeLovers. A parceria permitirá à empresa que a oferta de imóveis seja apresentada a mercados como Tailândia, Malásia, China e Vietname, atraindo clientes asiáticos ao mercado imobiliário nacional.
A atriz Catarina Gouveia está a dar cartas no investimento imobiliário em Portugal. Depois de ter vendido uma casa na zona de Tróia, a também influenciadora digital colocou à venda um apartamento com piscina em Cascais por 2,3 milhões de euros. Tem dois quartos, um jardim espaçoso e está anunciado no idealista.
O concurso para a construção de uma ponte pedonal para fazer a ligação entre Algés e o respetivo Passeio Marítimo “ficou vazio”, mas será lançado novamente, disse esta quarta-feira o vice-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Francisco Rocha Gonçalves.
Portugal entrou no radar dos investidores imobiliários estrangeiros e, apesar do interesse parecer estar a abrandar – os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a queda nas transações de casas foi mais expressiva por parte dos compradores estrangeiros do que nacionais –, o país continua na mira. Do Brasil e dos EUA o “apetite” por Portugal mantém-se forte, dizem ao idealista/news especialistas da mediação imobiliária dos dois países, antecipando mais negócios imobiliários nos próximos tempos.
A venda de casas na União Europeia (UE) caiu em 2023 face ao ano anterior em 13 dos 16 Estados-membros, ocupando Portugal a sétima posição nas maiores descidas, segundo dados divulgados esta terça-feira, 9 de julho de 2024, pelo Eurostat.
Em 2023, o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal terá atingido 26.535,2 milhões, correspondendo a um acréscimo de 19,2% face a 2022 e de 7,7% face a 2019, ou seja, no período pré-pandemia. O mercado espanhol continua, de resto, a ser o principal emissor de turistas internacionais (quota de 25,2%), tendo crescido 16,7% face ao ano anterior. Em causa estão estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgadas esta segunda-feira (8 de julho de 2024).
A inflação na zona euro desceu para 2,5% em junho, revelou o Eurostat esta terça-feira, dia 2 de julho. Esta taxa é inferior à registada no mês anterior (2,6%) e representa menos de metade dos 5,5% observados no mesmo mês de 2023. Trata-se mesmo de uma das taxas de inflação mais baixas registadas nos últimos meses na área euro.
Eloy Quijada é um empreendedor. Nascido em Almansa, na vizinha Espanha, mudou-se para o Reino Unido para trabalhar. Lá, lavava louça, limpava carros e trabalhava como rececionista em diferentes negócios.
A tensão no mercado de arrendamento continua a aumentar em Portugal. As rendas das casas têm vindo a subir mês após mês, embora de forma mais lenta, atingido mesmo o valor máximo dos últimos cinco anos em junho. Isto acontece, sobretudo, porque o aumento da oferta de casas para arrendar (e a preços acessíveis) não foi suficiente para responder à alta procura existente no país. Foi precisamente para responder à crise de acesso ao arrendamento que o Governo de Montenegro desenhou várias medidas, como o alargamento do apoio à renda e do programa Porta 65 Jovem. Neste artigo, o idealista/news faz uma viagem ao passado para mostrar como é que se agravou o acesso à habitação no mercado de arrendamento em Portugal, nomeadamente em Lisboa e no Porto.
O mercado residencial em Portugal muito tem evoluído na última década, embora haja problemas de fundo que permanecem (e até se agravam), como é o caso da dificuldade no acesso à habitação.
O segmento de escritórios, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, que levou muitas empresas e pessoas a optar pelo teletrabalho ou pelo regime híbrido, está a dar sinais de recuperação este ano. Pelo menos em Lisboa e no Porto. Na capital, foram ocupados 119.000 metros quadrados (m2) apenas nos primeiros cinco meses do ano. Trata-se de um volume de absorção 6% superior face ao registado em todo o ano passado (112.500 m2). No Porto, foram ocupados 27.500 m2, mais 36% que no período homólogo. Em causa estão dados que constam no recente relatório mensal Office Flashpoint da JLL.
O bom clima, segurança e qualidade de vida que Portugal oferece parece não ser suficiente para continuar a atrair estrangeiros para viver no nosso país. Isto porque, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a venda de casas a compradores internacionais caiu na ordem dos 20% no início de 2024 face ao trimestre anterior. E, por conseguinte, entrou menos capital estrangeiro no mercado residencial português. O que salta à vista é que esta queda na compra de casas em Portugal por estrangeiros coincide com o fim do regime para Residentes Não Habituais (RNH), nos antigos termos, e o término dos vistos gold para investimento imobiliário. Este impacto do fim dos benefícios fiscais no mercado residencial já havia sido, de resto, antecipado pelos especialistas ouvidos pelo idealista/news.
O Congresso dos Deputados de Espanha aprovou na quinta-feira, dia 13 de junho, por unanimidade, a suspensão dos despejos por execuções hipotecárias para devedores em situação de vulnerabilidade até maio de 2028.
Dos 21 deputados portugueses eleitos este domingo (9 de junho de 2024) nas eleições europeias há jovens, antigos ministros, presidentes de câmaras e ex-líderes parlamentares, mas a maioria estreia-se no Parlamento Europeu.
Fazer compras online, nomeadamente de artigos usados e/ou em segunda mão, é uma tendência que ganhou força em Portugal e no mundo, sobretudo com o súbito aparecimento da pandemia de Covid-19. Mas será que é seguro? Sim, é verdade que a internet é um “mundo” que pode ser "perigoso", mas tendo alguns cuidados e seguindo algumas regras não há motivo para alarme. Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
A Câmara Municipal de Ovar revelou esta segunda-feira, dia 3 de junho, que vai abrir concurso público para arrancar ainda em 2024 com a construção de 30 fogos de habitação acessível na freguesia de Válega, num investimento de quase 3,9 milhões de euros.
Criar no lugar do Sargaçal 15 apartamentos de
O negócio da remodelação de casas explodiu com a pandemia e, desde então, tem vindo a conquistar vários públicos, nomeadamente as gerações mais jovens. Adeptas do DIY (‘Do it yourself’ ou ‘Faz tu mesmo’), querem melhorar os espaços e torná-los mais funcionais, em alguns casos, com as próprias mãos. E esta nova tendência fez “aumentar a procura por produtos e ferramentas de bricolage”, segundo explica Chris Bargate, CEO da Brico Depôt Ibéria, em entrevista ao idealista/news. Mas não só. Há uma crescente procura por “projetos específicos, como cozinhas e casas de banho”.
Um projeto com 950 habitações em Évora, com plano de pormenor aprovado há 12 anos, pode nem "sair do papel", alertou um promotor, invocando a alteração do Plano Diretor Municipal (PDM), mas a câmara rejeitou o argumento.