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O grupo espanhol Meliá Hotels International vai construir no Parque da Cidade, em Viana do Castelo, um hotel de quatro estrelas, com 129 quartos, revelou esta quinta-feira, 28 de setembro, a câmara municipal, que emitiu o respetivo alvará.
Arrendar casa é uma tarefa cada vez mais difícil em Portugal. Seja pela escassa oferta, que não consegue dar resposta à procura, seja pelos preços, que continuam a subir mês após mês. No segundo trimestre de 2023, as rendas das casas voltaram a aumentar, desta vez 11% em termos homólogos, fixando-se no valor mediano de 7,27 euros por metro quadrado (m2), um novo recorde nacional. Em sentido contrário, foram celebrados menos contratos de arrendamento. Trata-se de uma quebra de 1,2% no número de documentos assinados, face a igual período do ano passado.
A ligação de Carlos Cercadillo ao imobiliário português é antiga. O investidor espanhol chegou ao país há 20 anos, através da empresa Hercesa, que vendeu em 2006. Nesse ano, criou a Cerquia e mais tarde, em 2018, a CleverRed, e também a Clever Real, spin off, gestora que teve como parceiro a Acciona, uma empresa de referência espanhola ligada à construção, energia e imobiliário, com o objetivo de expandir a sua presença em Portugal no setor residencial e assumir-se como um promotor de referência no país. Agora, com o país mergulhado numa crise habitacional, Carlos Cercadillo faz-se valer da experiência adquirida ao longo dos anos no setor do imobiliário e mete o dedo em algumas feridas, como por exemplo a incerteza gerada com os processos de licenciamento. “O que está a acontecer é que há um bloqueio no urbanismo”, denuncia em entrevista ao idealista/news, avisando que “os investidores imobiliários já estão a questionar os investimentos em Portugal”.
A incerteza que paira sobre o mercado de habitação, sobretudo devido aos elevados juros no crédito habitação, tem vindo a travar a compra de casas. É isso mesmo que mostram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE): entre abril e junho de 2023 foram transacionadas 33.624 habitações, menos 23% do que no mesmo período do ano anterior. E esta foi uma realidade sentida em todas as regiões portuguesas, sem exceção. Foi precisamente no Algarve, na Madeira e na Grande Lisboa onde se observou um maior recuo na venda de casas entre estes dois momentos, tendo sido superior a 25%. Por conseguinte, o investimento em habitação também caiu.
O contexto atual é desafiante. As famílias que têm crédito habitação indexado à Euribor estão a sentir as prestações da casa subir a pique.
Desde a queda da Monarquia, a economia portuguesa atravessou várias recessões, nuns casos de apenas um ano e noutros plurianuais. A crise mais severa em termos anuais foi… a mais recente: a provocada pela pandemia da Covid-19, que levou, em 2020, a uma quebra de 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em termos reais. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “Crises da Economia Portuguesa: de 1910 a 2021”, realizado pelo Comité de datação dos ciclos económicos portugueses e publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Muito se discute hoje em dia sobre o que é que as pessoas procuram numa casa. A pandemia trouxe mudanças que vieram para ficar e despertou até os mais desatentos, para o que lhes fazia falta. Com mais ou menos tendências à mistura, as casas vivem-se de forma diferente.
As poupanças dos portugueses subiram a pique durante a pandemia da Covid-19. Mas, a partir daí, têm vindo a cair. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que no primeiro trimestre de 2023 a taxa de poupança das famílias foi de apenas 5,9%, um dos valores mais baixos dos últimos 23 anos. Por detrás desta queda está a subida das prestações da casa, da descida do poder de compra e a falta de incentivos à poupança.
A madeira poderá vir a tornar-se no “cimento” do futuro. Deixou de ser apenas tendência para afirmar-se como alternativa sólida aos métodos tradicionais – nas casas, mas também grandes infraestruturas e edifícios.
Comprar casa está cada vez mais difícil em Portugal, dados os elevados preços das habitações, altas taxas de juro e baixo poder de compra. E esta realidade também é bem visível do outro lado do Atlântico, nos EUA. Aqui, quem procura a sua primeira casa "tem hoje muita dificuldade em entrar no mercado imobiliário", que "desacelerou" devido ao aumento dos juros nos créditos habitação. Este é o estado geral do mercado residencial norte-americano aos olhos Kenny Parcell, presidente da National Association of Realtors (NAR), uma associação de agentes imobiliários no país. Mas, garante em entrevista ao idealista/news, que "o agente imobiliário americano adapta-se a tudo e está na vanguarda de todas as tecnologias", tirando vantagens desde o ChatGPT à Inteligência Artificial (IA).
Embora muitos países da UE terminem 2023 com o PIB a crescer, o setor imobiliário ainda enfrenta uma maré de luta face ao reajustamento de preços devido à inflação, às políticas do Banco Central Europeu (BCE) e às consequências da guerra na Ucrânia.
O número de penhoras marcadas pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) aumentou 40% em 2022, face ao ano anterior, para 522.727, mas este total corresponde, ainda assim, a cerca de metade das registadas antes da pandemia, em 2019. Já os imóveis (categoria que inclui casas, terrenos, arrecada
Atualmente, os jovens portugueses parecem não ter vida fácil. Não são apenas as condições precárias de trabalho, com baixos salários, como há um enorme entrave em encontrar casa e pagar despesas.
O Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), em Lisboa, que deveria ter sido inaugurado em 2021, vai abrir no primeiro semestre do próximo ano, anunciou a gestão daquele espaço.
Lisboa registou os maiores aumentos de rendas prime entre janeiro e junho de 2023.
O mercado imobiliário enfrenta desafios globais e as regras do jogo estão a alterar-se, devido a uma conjugação de fatores nos últimos três anos, que podem vir a provocar uma queda de preços sem precedentes desde a crise internacional do subprime.
A estrutura em forma de ‘X’, o novo nome do Twitter, instalada no topo da sede da rede social, foi retirada esta segunda-feira após ordem da autarquia de São Francisco (EUA), na mais recente tensão entre Elon Musk e as autoridades locais.
A Punta Na, imobiliária de Isak Andic, fundador e dono do grupo têxtil Mango, triplicou a sua faturação no ano passado, superando o choque que havia sofrido devido à pandemia de Covid-19. A empresa fechou o ano de 2022 com receitas de 43,2 milhões de euros, mais 32,1% que no ano anterior.
Estamos em pleno verão 2023. E são cada vez mais as famílias que procuram Portugal para passar férias. Mas quem gosta de pernoitar em Alojamento Local (AL) vai deparar-se com uma realidade: a oferta de alojamentos em Lisboa e no Porto é insuficiente para fazer face à alta procura. Em resultado, os preços médios do AL têm vindo a subir mais de 25% até junho e as taxas de ocupação estão acima dos 80%. Esta é uma realidade também visível nos grandes destinos turísticos do Sul da Europa, como Madrid, Barcelona, Roma e Milão.
A ilha da Madeira tem atraído cada vez mais famílias para viver, sobretudo estrangeiras, dado o seu clima ameno, praias, florestas e qualidade de vida. E também os nómadas digitais têm sido atraídos para comprar casa nesta ilha. A boa notícia é que aqui há novas casas à venda que fazem parte de dois projetos imobiliários da marca Savoy Residence. Um dos empreendimentos residenciais está em construção e é composto por 147 apartamentos. E o outro está concluído e pronto a habitar no centro do Funchal, a capital madeirense. Os preços destas casas começam nos 575 mil euros e chegam mesmo aos 3 milhões de euros.