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Ruas vazias em Milão ou Londres, escolas e universidades sem estudantes em Madrid, enquanto na Rússia e Coreia do Sul se tenta controlar a propagação do coronavírus. Estas imagens são uma pequena amostra daquilo que está a ser feito um pouco por todo o mundo para controlar os efeitos pandemia C
A pandemia do coronavírus está a contaminar as populações e a economia, a grande velocidade. O alastrar do surto está a desafiar os mercados e os Governos a tomarem medidas, numa tentativa de travar a propagação do novo vírus.
Viagens adiadas, feiras e eventos cancelados ou adiados, escolas, teatros, museus e bibliotecas fechados. Bolsas em queda e mercados financeiros a “tremer” com a ameaça de uma nova crise.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o estado de pandemia do novo coronavírus, que já está a surtir efeitos na economia global e vida social das populações.
O sorteio das primeiras 120 casas do Programa de Renda Acessível (PRA) da Câmara Municipal de Lisboa – o concurso esteve aberto entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020 – realiza-se esta quinta-feira à tarde. Os candidatos terão, no entanto, de acompanhar os resultados a partir de casa, através do site
www.lisboa.pt. Isto porque a autarquia dispensou o evento presencial, na sequência do plano de contingência contra o novo coronavírus.
O cisne negro do coronavírus começou a cantar na China e, rapidamente, fez-se ouvir por todo o mundo, deixando a população, políticos, autoridades monetárias, empresas e investidores com os nervos em franja. As projeções macroeconómicas e financeiras internacionais são de alerta, com uma iminente recessão equivalente à da crise de 2008 no topo das prioridades internacionais, caso a pandemia do Covid-19 e o pânico continuem a alastrar-se. E o imobiliário, que nos últimos anos viveu em Portugal tempos de glória, também já está a sentir os efeitos do contágio? Como é que se pode ver afetado e proteger-se da pandemia, entretanto declarada pela Organização Mundial de Saúde? O idealista/news foi ouvir vários representantes do mercado a nível nacional.
O impacto do novo coronavírus está a fazer-se sentir um pouco por todo o mundo, sendo Itália o país europeu mais afetado, onde a taxa de mortalidade na sequência de pessoas infetadas com o Covid-19 supera os 6%. Em Portugal ainda não há registo de mortes, apesar dos efeitos da epidemia estarem cada vez mais a sentir-se.
A instabilidade internacional provocada pela epidemia do coronavírus obrigou a organização do Portugal Home Week, liderada pela APIMA – Associação Portuguesa das Indústrias do Mobiliário e Afins, a cancelar a edição deste ano, agendada para os dias 17, 18 e 19 de junho, na Alfândega do Porto.
O Covid-19 está também a contagiar o mercado laboral. O teletrabalho está a ser um dos primeiros efeitos visiveís da expansão galopante do coronavírus, a nível internacional, e Portugal não escapa. Mas não só.
Os dados ainda são preliminares, e fazem parte de um estudo promovido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), mas indicam que a hotelaria nacional terá tido uma perda de receita superior a 30% num mês, devido à epidemia de coronavírus.
O SIMA – Salão Imobiliário de Madrid, feira de referência do setor na vizinha Espanha, e que deveria realizar-se entre os próximos dias 7 e 10 de maio de 2020, foi cancelado. A organização já veio anunciar que o evento está agora agendado para realizar-se de 11 a 13 de novembro.
Os mercados financeiros arrancaram esta semana no “vermelho” depois de a Arábia Saudita ter anunciado que vai abrir a “guerra total” ao preços do petróleo, numa tentativa de “encostar” Moscovo à parede. A cotação da matéria-prima caiu mais de 30%, como já não se via há mais de 30 anos, desde a Guerra do Golfo, e vem intensificar a crise gerada pela epidemia do coronavírus, que continua a propagar-se rapidamente um pouco por todo o mundo, jogando com as expetativas dos investidores.
Em caso de quarentena, devido ao risco de contágio com o novo coronavírus, todos os trabalhadores – do público ao privado, independentes ou não – terão direito a 100% do salário, cujo pagamento será assegurado pela Segurança Social. Em caso de doença, o cenário é diferente, e os recibos são os mais penalizados.
São as empresas que decidem se as funções do trabalhador podem ou não ser desempenhadas à distância por causa do novo coronavírus, esclarece o Governo. Quer isto dizer que são os empregadores que decidem quem paga o salário aos trabalhadores colocados em quarentena e que, por isso, fazem teletrabalho.
Os trabalhadores, dos setores público e privado, que venham a estar de quarentena para evitar riscos de contágio por causa do coronavírus receberão 100% do salário a partir do primeiro dia.
A edição de 2020 do MIPIM, a maior e mais importante feira imobiliária do mundo, foi adiada devido ao coronavírus. Era para se realizar – em Cannes (França) – de 10 a 13 de março e irá decorrer agora de 2 a 5 de junho, explica a organização do evento. Um ‘delay’ de cerca de três meses que além de ser “compreensível”, dado o impacto que o Covid-19 está a ter em todo o mundo, “até pode ser benéfico” para as empresas que vão participar no stand de Lisboa, diz ao idealista/news Diogo Ivo Cruz, da Invest Lisboa, responsável pela presença do stand de Lisboa na feira.
O Covid-19, designado coronavírus, está a espalhar-se um pouco por todo o mundo, e também já chegou a Portugal. Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), não existem restrições à estadia no nosso país de pessoas provenientes de áreas afetadas pelo novo coronavírus, recomendando-se apenas o isolamento preventivo. Não se sabe ainda como a doença vai evoluir, e as dúvidas multiplicam-se, também, entre viajantes. Devo ou não viajar? Terei direito a um possível reembolso? A Deco elaborou um guia que responde a algumas questões.
Os funcionários públicos que trabalhem em teletrabalho ou que fiquem em quarentena por causa do novo coronavírus – há um caso confirmado no país e um segundo que aguarda validação – não terão perda de retribuição salarial.
O número de pessoas infetadas com coronavírus tem vindo a aumentar em todo o mundo, nomeadamente na Europa. Até à data não há conhecimento de casos em Portugal, mas a Direção-Geral da Saúde (DGS) está atenta à evolução da situação e emitiu, nesse sentido, algumas recomendações às empresas, aconselhando-as, por exemplo, a criar planos de contingência e a definir regras específicas de higiene. Fica a saber o que devem fazer as empresas perante um caso suspeito.
O surto do novo coronavírus – já morreram mais de 2.400 pessoas em todo o mundo, sobretudo na China – está a fazer soar todos os alarmes também na economia mundial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que o vírus Covid-19 coloca em risco a recuperação económica mundial e Bruxelas teme que o surto leve ao encerramento de fronteiras na Europa. As bolsas também estão a sentir os efeitos da epidemia.