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Resultados da pesquisa
A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.
O banco central da Coreia do Sul reduziu as taxas de juro em 0,25 pontos percentuais, para 2,75%, um mês depois de ter revisto em baixa a previsão para o crescimento económico.
A inflação na zona euro subiu ligeiramente entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, passando de 2,4% para 2,5%.
O imobiliário residencial de gama alta continua a atrair muitos investidores e/ou compradores em Portugal, sendo que a oferta, à semelhança do que acontece no setor em geral, mantém-se inferior à procura. Um mercado (de gama alta) que se pode dividir em três segmentos: Affluent, Premium e Luxo. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “O Mercado Residencial de Gama Alta em Portugal – Impacto e Tendências”, preparado pela NOVA SBE para a Porta da Frente Christie's, com base em dados (também) do idealista e apresentado esta terça-feira (25 de fevereiro de 2025).
O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) declarou esta segunda-feira (10 de fevereiro de 2025) prescrita a contraordenação de 225 milhões de euros aplicada aos bancos condenados no caso que ficou conhecido como cartel da banca, tendo decidido arquivar o processo. A Autoridade da Concorrência (AdC) já "respondeu", anunciando que vai recorrer da decisão.
O Banco Central do Brasil elevou a taxa básica de juros em um ponto percentual, para 13,25% ao ano, sendo este o quarto aumento consecutivo na tentativa de conter a inflação.
Uma penthouse de dois andares no Parque das Nações (Lisboa) com vista para o rio Tejo é o cenário da conversa com Pedro Fontainhas, Diretor Executivo da Associação Portuguesa de Turismo Residencial e Resorts (APR). O luxo marca presença em todos os cantos do apartamento, que tem, por exemplo, um elevador para fazer a ligação entre os dois andares. Falamos de uma branded residence (residência de marca) que se encontra no último andar do Martinhal Lisbon Oriente e que está disponível no mercado para venda (o valor é desconhecido) e arrendamento, neste caso por cerca de 9.500 euros por noite. E sim, já teve inquilinos. “É um fenómeno mais recente em Portugal, mas que está igualmente em franco crescimento”, diz Pedro Fontainhas, em relação a este tipo de produto imobiliário.
Quando estalou a pandemia, em 2020, foram vendidas 822 mil casas nos EUA, o valor mais elevado desde 2006 (altura em que foram adquiridas mais de 1 milhão de habitações), segundo revelam os dados da Statista. Agora, um estudo da agência imobiliária Bright MLS revela que um em cada três norte-americanos que compraram casa desde o início da pandemia, planeia vendê-la em 2025.
Os serviços de saúde enfrentam atualmente desafios em várias frentes.
O Grupo Hoti Hotéis estima investir cerca de 300 milhões de euros até 2028, dos quais 250 milhões na hotelaria e os restantes com a entrada no segmento residencial, cujas obras no Porto e em Aveiro arrancam este ano.
O Grupo Alves Ribeiro é o vencedor do concurso internacional para a construção de um hotel de luxo, apartamentos turísticos e lojas no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.
É caso para dizer que “há vida” no setor imobiliário além do segmento residencial. O ano de 2024 fica marcado por relatos de notícias animadoras, com vários negócios e/ou investimentos consumados ou em vias de ter luz verde. O retalho e a logística centraram atenções e o setor hoteleiro, alavancado pelo turismo e pela atratividade de Portugal enquanto destino de férias, também deu sinais de resiliência. Mais animado mostrou estar ainda o segmento de escritórios, que parece estar a ganhar uma segunda vida após o “fantasma” da pandemia. Passamos em revista o ano de 2024 no que diz respeito ao imobiliário comercial.
A cidade de Lisboa tem um novo projeto de habitação no segmento de luxo, chamado Andaluz 11. São cinco apartamentos, dois de tipologia T2, dois T3 duplex e um T4 com jardim e piscina. Todas as frações contam com um sistema de aquecimento/refrigeração central e arrecadações. As unidades T2 têm um lugar de garagem atribuído, as T3 dois lugares e o T4 tem direito a 3 lugares de garagem. Quanto às áreas, variam entre 118 e 237 metros quadrados (m2).
O Banco do Canadá anunciou esta quarta-feira, dia 11 de dezembro de 2024, uma descida de 50 pontos base na sua taxa de juro, a segunda consecutiva, o que a deixa em 3,25%. É também a quinta vez que a autoridade monetária corta as taxas de juro desde junho, quando iniciou este ciclo, sendo a primeira economia do G7 a reduzir os juros após a pandemia.
O mercado imobiliário premium em Portugal tem vivido fortes transformações ao longo dos anos. Seja pelo perfil e nacionalidades de quem deseja viver e investir no país, seja pelas localizações e respetiva atratividade. As grandes cidades continuam a dar cartas no segmento de gama alta, contudo, nos últimos anos, outras áreas têm revelado todo o seu potencial. É o caso da Comporta, destacada como um destino de luxo de eleição para investidores imobiliários, ganhando ímpeto como os “Novos Hamptons” de Portugal, segundo explica o fundador da HomeLovers, Miguel Tilli.
A Catedral de Notre-Dame de Paris reabre ao público a partir de 8 de dezembro, após cinco anos do incêndio de 15 de abril de 2019, que causou danos significativos à estrutura do monumento com mais de 800 anos.
As fortunas mundiais superiores a mil milhões de dólares aumentaram 121% entre 2015 e 2024 e o número de multimilionários passou de 1.757 para 2.682, segundo o relatório anual sobre grandes patrimónios elaborado pelo banco UBS.
A idade da reforma deverá subir para os 66 anos e nove meses em 2026, um aumento de dois meses face ao valor que será praticado em 2025, segundo os cálculos com base nos dados provisórios divulgados esta quinta-feira pelo INE.
A Reserva Federal (Fed) norte-americana decidiu cortar os juros em 25 pontos base na reunião de novembro, sendo esta a segunda redução após o corte de setembro, foi anunciado esta quinta-feira, dia 7 de novembro.A Fed sinaliza, no comunicado divulgado após a reunião de dois dias, que os indicadores
A pandemia da Covid-19 forçou as pessoas a ficarem em casa e a apostarem no comércio online, ou seja, a fazerem compras sem sair do sofá. Mas agora a tendência de encher centros comerciais parece estar de volta. E são mutos os portugueses que voltaram a fazer compras de forma física.