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Resultados da pesquisa
lista negra do fisco garantia metade da redução do défice: a lista 'negra' do fisco conta com 25 mil contribuintes que, em conjunto, devem mais do que 2,6 mil milhões, cerca de 1,5% do pib, valor que seria o suficiente para ajudar a abater quase metade da redução do défice prevista para este ano.
os investidores chineses, incluindo o próprio governo de pequim, vão comprar uma "grande proporção" de títulos de dívida do fundo de resgate, que vai ser vendida em junho, para ajudar portugal.
os técnicos do parlamento detectaram que o governo adiou o pagamento de compromissos assumidos pelo estado no valor de 205,9 milhões de euros, só no primeiro trimestre deste ano. com os atrasos nos pagamentos, a execução orçamental reportada pelas finanças ficou beneficiada.
as dificuldades financeiras obrigaram vários serviços do estado a pedir ao ministério das finanças cerca de dois mil milhões de euros das verbas que sobraram do orçamento do ano passado.
A maior parte do património imobiliário de Portugal (60%) está nas mãos do Estado e da Igreja, por isso está isento do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), revela o jornal I.
sócrates aceitar portas e passos no governo: josé sócrates respondeu com um "com certeza" quando ontem foi interrogado se aceita paulo portas e pedro passos coelho como ministros num governo de coligação por si liderado.
os sectores da construção e imobiliário são dos mais afectados pela crise económica que se faz sentir no país, havendo 140 mil postos de trabalho em risco.
pedro passos coelho e paulo portas recusam taxativamente um entendimento com o actual primeiro-ministro após as próximas eleições, seja qual for o resultado e mesmo que sócrates saia, pela terceira vez consecutiva, vitorioso das urnas.
bcp também pode recorrer a garantia do estado: pode ser o próximo a recorrer à garantia do estado para emitir dívida.
no primeiro trimestre deste ano eram já 688.900 as pessoas à procura de trabalho, o equivalente a uma taxa de desemprego de 12,4%, revelou ontem o instituto nacional de estatística (ine).
o acordo com a troika obriga o estado a baixar a despesa com medicamentos para 1,25% do pib em 2012 e para 1% do pib em 2013, uma meta apertada que, segundo os especialistas consultados pelo jornal de negócios, não vai ser fácil de atingir.
até ao final do ano, o mercado de arrendamento poderá contar com um reforço substancial da oferta no país. de acordo com o i online, a tendência de disponibilizar mais casas para arrendar, mais forte em lisboa e porto, provocará uma queda no valor das rendas.
o banco de portugal (bdp) aprovou uma cláusula que permite aos bancos agravar as taxas de juro e outros encargos dos empréstimos sempre que identifiquem "razão atendível" ou "variações de mercado" que o justifiquem.
o aviso chega de bruxelas: as indemnizações por despedimento em portugal vão cair para um terço.
primeiros 18 milhões da "troika" chegam no fim de maio: o ministro das finanças anunciou ontem, em bruxelas, que portugal deverá receber uma primeira tranche de “pouco mais” de 18 mil milhões de euros em finais de maio, início de junho.
o memorando de acordo estabelecido entre a "troika" e o governo, tendo em vista o pacote de ajuda a portugal, prevê, entre outras medidas, uma maior aposta no mercado de arrendamento e na reabilitação urbana. uma situação que, segundo o jornal de negócios (jdn), está a preocupar as construtoras.
o governo aprovou ontem a primeira medida que resultou da negociação com as autoridades internacionais, para a aprovação do pedido de ajuda externa a portugal.
comprar ou arrendar casa? esta é uma pergunta que muitos portugueses colocam, sobretudo agora, que muita coisa vai mudar no sector imobiliário no país, devido ao acordo estabelecido entre o governo e a "troika", na sequência do pacote de ajuda a portugal de 78 mil milhões de euros.
a idade dos inquilinos deverá deixar de ser um factor determinante para a actualização das chamadas rendas antigas, ou seja, anteriores a 1990.
ter casa própria vai ser cada vez mais caro, escreve o jornal de negócios (jdn) na edição de hoje, aludindo às medidas previstas no acordo entre o governo e a "troika", que resultou num empréstimo a portugal de 78 mil milhões de euros.